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Wednesday, March 13, 2013

Citroën DS4

Clique para ver em alta resoluçãoEmbora o mercado automotivo esteja dedicando enorme atenção aos projetos “para mercados emergentes”, o conceito oposto também vem merecendo grande destaque. Seja quando colocados no topo da gama da marca ou em sua divisão de luxo, analisar os carros de alto padrão é muito interessante por causa das propoções diferentes que dão aos aspectos que fazem parte de qualquer carro, aliados ainda aos “extras” próprios de cada um. No Brasil, o mais novo exemplar dessa estirpe é este belíssimo hatchback francês.

Grande parte das críticas que não demoram a surgir para estes modelos perde validez pelo simples fato de que analisá-los corretamente requer os padrões adequados, da mesma forma que é descabido escolher a melhor minivan por sua velocidade máxima ou o melhor esportivo pelo tamanho do seu porta-malas. A diferenciação da linha DS em meio aos rivais de cada modelo se extrai de eles não priorizarem um ou outro aspecto de maneira óbvia. Mesmo com os valores diferentes de tamanho e peso, os três conseguem atender aos perfis esportivos tão bem quanto a quem valoriza o porte dos carros de luxo ou mesmo a quem busca sobressair-se nas ruas e nos grupos de amigos. É fácil de imaginar que ter estilo atraente é fundamental para isso, mas o segredo da Citroën está nos detalhes. A dianteira da novidade apresenta uma interpretação de maior porte que a do DS3, com as atenções centralizadas na grade imponente e nos belos farois bi-xenônio. O parabrisa panorâmico termina em um teto curvo como o de um cupê, mas que aqui cobre o hatchback que de longe teve o maior sucesso na tarefa de dissimular as portas traseiras: além da típica maçaneta escondida atrás da janela traseira, você reparou que é o tamanho das janelas que mais ajuda a conseguir essa impressão? Mantê-lo foi tão importante que os vidros traseiros não têm aquela divisória mais fina: as portas abrem levando-os inteiros, e como eles são mais largos que elas, aproveitam que esta clientela não tem problemas com o uso do ar-condicionado.

Citroën DS4Todo esse estilo termina numa traseira de desenho muito bem-elaborado: lanternas de formato irregular, parachoque, vidro, tampa do porta-malas, nada parece mais chamativo ou discreto do que deveria. Quanto ao interior, se a altíssima qualidade dos materiais já era de se esperar, o olhar é atraído pela futurista iluminação azul do quadro de instrumentos, e em seguida pela opção que oferece: é possível escolher entre cinco tons de branco a azul entre telas e mostradores analógicos, permitindo que o motorista forme o contraste que preferir. Os bancos trazem massageadores e regulagem lombar elétrica, e seu revestimento em couro traz quatro opções de cor para combinar com a pintura externa: ele vem em prata, cinza ou preto metálicos, e em branco ou vermelho perolizados. Uma exclusividade do DS4 é que os avisos internos, como de pisca-alerta ligado ou de chave esquecida na ignição, são feitos em quatro opções de estilo dos sons: Classic, Crystal Symphony Jungle Fantasy ou Urban Rythmik. Essas características são a real justificativa do preço de R$ 99.990, junto com itens mais triviais como central multimídia com widescreen táctil de 7”, GPS eMyWay, sistema de som Arkamys, seis airbags, controle de estabilidade, Hill Assist, alerta de presença nos pontos cegos e sistema de ajuda à baliza. Este carro repete o motor 1.6 THP de 165 cv, acelerando de 0 a 100 km/h em 8s2 e chegando à máxima de 212 km/h, usando câmbio automático de seis marchas com opção de trocas manuais.

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Saturday, December 8, 2012

Citroën DS5

Clique para ver em alta resoluçãoMais uma vez os franceses mostram como sabem surpreender. Este modelo teve sua primeira exposição oficial para o Brasil feita no último Salão do Automóvel, até então com chegada prevista para o começo do ano. Mas os planos foram mudados, e agora a Citroën resolve agraciar o Brasil com nada menos que o melhor veículo que oferecem em sua linha atual. Melhor não só pelo luxo que exala por dentro e por fora, mas sim por como o faz. Este artigo mostrará por que este carro merece tanto destaque.

Um primeiro olhar pode classificar este carro como uma minivan, a julgar pela aparência geral. Mas com um corte de traseira que lembra os hatchbacks, comprimento digno das station wagons e uma linha de teto que dissimula sua altura, a melhor definição é aquela que foge de se encaixar em definições: o DS5 segue à risca a definição de crossover, em que suas características de vários segmentos estão unidas num veículo que opta por não seguir a semelhança com os SUVs que tanto se vê hoje em dia. E a ideia da Citroën começa a se expressar justamente com isso, porque este carro busca oferecer a mesma dose de luxo e tecnologia que se vê em carros de mesmo preço mas com um desenho muito mais original e criativo que quase toda a concorrência. Isso já levando em conta que reunir as vantagens de várias categorias torna o DS5 apto a disputar vendas com muitos carros, já que ele pode seduzir por ser mais jovial que um Mercedes-Benz Classe C, mais esportivo que um Hyundai ix35, mais arrojado que uma VW Passat Variant e menos “carro-de-família” que as irmãs C4 Picasso, apesar de estas custarem menos. Depois que a Citroën encerrou a produção do C6, seu topo-de-linha no mundo inteiro passou a ser o modelo que chega ao Brasil custando R$ 124.900 em configuração única, e com isso alcançando um preço superior ao da atual linha C5.

Citroën DS5 1Torna-se fácil concluir que a prioridade na concepção deste carro foi o estilo, porque ele vem recheado de muitos itens que denotam qualidade de desenho e que não são vistos nem mesmo no resto da linha DS. A dianteira já se sobressai com as luzes diurna e de milha nas pontas de uma tomada de ar auxiliar em forma de “C”, mas acima de cada vistoso farol uma faixa chama atenção: ela começa desenhando o limite entre eles e o capô musculoso e só termina junto com a primeira vigia lateral, passando a fazer conexão visual com as colunas dianteiras mais criativas que já se viram: elas se prolongam entre as janelas e o teto solar panorâmico mas sem alcançar o final da carroceria, deixando que todas as demais colunas pintadas de preto lhes façam parecer que flutuam. Aliás, essa superfície superior com grande conexão visual ajuda o carro a parecer mais esguio, longe de uma minivan. A semelhança com DS3 e DS4 vem nos relevos das portas e no protetor inferior cromado que começa nos parachoques. E uma vez que você conseguir desviar o olhar das belíssimas rodas, a traseira usa lanternas em forma suavizada de bumerangue para obter um estilo bem esportivo, finalizado pelas grandes ponteiras de escape. Esta é a aplicação mais arrojada do onipresente 1.6 THP, que outra vez se apresenta com câmbio automático de seis marchas e na versão de 165 cv para evitar os custos de adaptar a versão de 200 cv ao Brasil.

Citroën DS5 2Descrever a cabine é uma tarefa que se pode simbolizar comentando que o DS5 não traz um teto solar, senão três: um para o motorista, um para o carona e outro maior para o banco traseiro. Em vez de ter o console central e a extensão entre os bancos formando 90° entre si, aqui essas duas peças estão mais elevadas para facilitar o acesso aos botões e à touchscreen que já virou praxe em carros desse nível. A visibilidade sente certo efeito negativo pela linha de cintura elevada, mas é ajudada pelas colunas finas - um detalhe curioso é que suas vigias traseiras são feitas em policarbonato porque seu formato seria impossível de se modelar com vidro. Qualquer superfície dessa cabine conta com materiais de excelente qualidade, cujas peças usam toque emborrachado por fora e aveludado por dentro. Aqui, tudo o que reluz como alumínio ou couro é mesmo alumínio ou couro, o que inclui os bancos cujo revestimento usa um padrão feito com o logotipo DS no mesmo estilo das bolsas feitas pela conterrânea Louis Vuitton, por exemplo. O pacote de itens conta com o melhor que o Grupo PSA oferece, tendo como única opção as rodas em aro 17" ou 18" sem custo adicional. Ele traz tantas funções que o carro termina com uma profusão de botões incomum nos dias de hoje, mas a marca afirma que são fáceis de operar. Os 1.480 kg que pesa restringem o DS5 ao 0 a 100 km/h em 8s9 e à máxima de 211 km/h, mas o que ele menos deseja é quebrar recordes. Um carro deste nível merece é desfilar.

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Saturday, September 29, 2012

Citroën C4 L

Citroën C4 LOne of Citroën’s biggest news at its homeland’s Motor Show is, in fact, a Chinese car. The very first creation of the brand’s Shanghai Design Center comes out with an excellent result in many ways, but also with the concern of joining an even harder market than what was faced by its predecessor, called C4 Pallas. This time it was already born with a global style, in order to replace its previous generation along with the initial C4, whose design was originally made in France and only as a hatchback, but without the mistakes of the past.

And what would be those mistakes? The first one is more likely to be defined as a “conceptual exaggeration”, applied to what was called the Coupé version. While the 5-door hatchback’s style gave an as elegant as commonplace overall impression, they decided to attract the spotlights with the 3-door. The clean and well-defined lines went from the front to the sides, but the rear end had a very abrupt cut, with the rear windshield forming a slightly concave with the trunk lid. Although creative, this solution wasn’t much different from the contemporary Renault Mégane’s, but wasn’t very well received at some markets. The second mistake was made by Citroën’s Chinese joint-venture with Dongfeng: the European market’s rejection to small and medium sedans used to result at hard times to the emergent countries: those cars are really well-accepted in them, but always with price limitations. So to adapt a three-volumes version from a car whose original project never considered it and sharing as many parts as possible in order to lower production costs winded up as a really hard task. PSA-Dongfeng’s first attempt with C4 was called C-Triomphe, but ended with a very much bigger focus at the internal space than at the style, so it never had good sales. But instead of phasing it out they launched another: the C-Quatre, smaller and more sporty.

Citroën C4 LHowever, Citroën now wants to avoid the situation of having two sedans with small sales, and decided to concentrate those customers into a much more stylish car. The now called C4 L (for Lounge, to highlight its bigger internal space) follows the company’s current rule of leaving the style eccentricities to the DS- line and focusing the C- line in a more discreet design. But the pictures already show what’s the nicest part of all this: getting discreet didn’t mean to get boring at all. C4 L now gives the very pleasant impression of a sophisticated car, with modern and well-designed lines and volumes and without the excessive length of its predecessor. The sad part is the loss of charm items such as the perfume diffuser, central dashboard and the fixed-center steering wheel, but it still attracts easily when it comes to the comfort and technology items: there are many shared parts with the hatchback, including central touchscreen to give access to the entertainment functions reverse view camera and GPS navigator and leather coating. This car will use the 136 hp VTi engine, and the already classical 1.6 THP at the 150 hp and 170 hp versions. Citroën intends to sell it with focus at the emergent markets, and produce it at one plant of each of the planned regions, starting at 2013.

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Saturday, September 22, 2012

Citroën DS3 Cabrio

Driving alone would be boring, right?Releasing a new car can always lead to surprises. There are some categories and some cars whose history enables to have certain expectations, but each and every one always has at least a minimum potential of surprising its own brand. Some unfortunately end up as big failures even though being excellent products, but it’s interesting to observe that others hit the streets escaping from the existing “guaranteed-sales formulas” and turn out creating one of their own. This car is Citroën’s attempt to expand DS3’s unexpected success.

Citroën DS3 deserves this bigger credit because of all the context in which it was released. Fiat, Mini and Volkswagen were already enjoying the success of 500, Cooper and New Beetle specially in Europe, which was leading to firming them as members of a brand new category: the retro hatchbacks, whose bigger prices were compensated by cutting-edge technologies and plenty of luxury wrapped in 1950s-inspired designs. Since those three were having good sales, it was expected that more automakers joined them, like the French ones. Citroën was already preparing a car with their size and luxury level, but originally not to compete with them: their hatchback was meant to stabilish the DS line among the world, the brand’s division dedicated to create luxury alternatives to its own conventional vehicles. Therefore, DS3 was intended to be C3’s classier brother, making much bigger concessions to form over function, such as having only two doors and four seats, but also clearly expressing the common DNA, sharing platform and even some visible items, like the headlights. It didn’t take long to be very well-accepted, but the surprise came from the fact of this car starting to compete with the retro ones, even though DS3’s style is the exact opposite – from every angle it’s observed there’s something expressing sporty futurism, big or small.

Citroën DS3 CabrioIn fact, it’s even possible to infer that this market’s unknown flexibility was what motivated Audi to release A1 already one year after Citroën’s car, also using a modern design, and most recently Opel, with Adam’s mixture of old and new elements. This versatility is also being used by the convertible versions of these cars: Cooper uses a s cabriolet body, while 500C decided to keep the whole side panels and open only roof and rear windshield… just like this article’s car has now decided to present. DS3 Cabrio’s removable roof has electric operation, being able to stop as s closed, s removed and folded right above the trunk lid, and an intermediate option in which the fabric roof stays on the top, also folded in a way that resembles a spoiler – going between the extreme positions takes about sixteen seconds and can be done while driving at up to 75 mph. Although the pleasure of driving without roof is partially lost with this solution, it’s also important to notice that it keeps very much of the car’s safety untouched, because the structural changes are kept to a minimum. So if Citroën had no need to apply extensive stiffness reinforcements, it became free to invest on another topic which these cars’ customers find very interesting: Cabrio’s seats will have three color options, while the central console makes a contrast between piano black and six other options. And the roof, which looks exactly like the rigid ones when closed, can come in ten different fabric options.

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Thursday, September 13, 2012

Citroën C-Elysée

Click to see the high-res versionHere’s an example of two very close brothers. The PSA group has designed an entirely new compact sedan with special focus at the emergent markets, but intended to be sold under both Peugeot and Citroën labels. But instead of following some the really sad attitude of forcibly pretending that they’re 100% different models as if the public was blind, the new cars were first revealed almost at the same time and will even be offered at some countries in parallel. Now the interior information was released, and again for both of them.

Badge engineering is a tricky strategy: it can bring and save lots of money when done right, but it’s very easy to result in one or more badly-accepted vehicles which had expensive project costs. After all, there are several factors to pay attention, and none of them work as a on/off button; they’re much more like a dimmer. For example, it can be chosen if the siblings will be nothing more than different labels applied at the same car (the first Citroën Berlingo and Peugeot Partner), present deeper changes but still share a lot (Dodge Dart and Fiat Viaggio), or if they’ll be separated models with only a common structure (both the latest Opel Corsa and Fiat Punto). They could also differ more or less about if they will fight for the same public or dedicate each one itself to a particular one, or even how many of them would be sold at each market – Brazil, for instance, is the only one to offer both Fiat Freemont and Dodge Journey. Considering these are low-price cars, PSA showed it is possible to 301 and C-Elysée give separated but equally good impressions. They came from the same project and it’s not hard to see, and PSA needs to be complimented for how they revealed them: it was done at the same time, but each brand presented its own vehicle and therefore its respective focus.

Citroën C-ElyséeThe main concern at the common parts’ project surely was to make them easily suit both company styles. The sides use good-tasted but neutral lines, such as the strong fold above the handles: make the section look modern but without too much personality that could fit really well to one but terribly to the other. The previous C-Elysée was a ridiculous Chinese face-lift to the old ZX, which forced the most recent Citroën style trends into a twenty years older vehicle. The new one presents a very elegant design, specially inspired at the big brother so far called C4 L. The overall idea is to give the impression of a bigger car, and this gets easily accomplished with the use of a well-divided third volume, which not only increases trunk size but also escapes from the already commonplace “coupe wannabe” rear end. The opulence impression gets stronger with the really well-designed front. The headlights are high and were placed at the extremes to visually increase the area, but not too much to don’t disagree with what’s expected from a sedan. The upper air intake follows the brand style while the lower one has a big size, but shaped to don’t look like the older Peugeot’s ones. The tail lights don’t invade the trunk lid in order to reduce costs, but also got a much more solid appearance. Style and personality definitely are not a problem to this car.

The interior will disappoint who was expecting the same differentiation level of the outside, but it is there. You want to know how to find it? Start with the colors. Peugeot 301 uses a lot of black and grey, and this can be understood as a message that it’ll be the cheaper one among these two, specially after that naming change announcement which has defined the one-ended numbers to the emergent markets’ products. On the other hand, Citroën has always been the classier side of PSA, so it’s more logical that C-Elysée receives the fancier interior. Combining two colors is always a nice item because of the resemblance with the luxury models, so here there is beige and black at the console, seats and even at the steering wheel. This also gives a bigger space impression, even though this illusionism isn’t needed at this models at all: they already follow the new concept of compact sedan, where one of the main concerns are having excellent internal space for five occupants. There aren’t materials with the best possible quality, but the chosen ones are good. And this car gets even better with the equipment packages, who are expected to also follow the generosity trend of these cars, which includes the integrated sound system showed at the pictures.

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Tuesday, August 28, 2012

Citroën C3 Picasso 2013

Citroën C3 PicassoDepois do Aircross, agora é a irmã urbana que vira o ano em forma oficial, também com novidades sob o capô. Agora GLX automática (R$ 53.500) e Exclusive (R$ 55.500) usam o 1.6 16v Flex Start, que gera 122 cv e elimina o tanque de partida a frio. GL (R$ 45.600) e GLX (R$ 48.500) não só ganharam airbag duplo e ABS com EBD de série como estrearam o 1.5 de 93 cv, com torque de 14,2 kgfm. Outra boa surpresa são as famosas rodas de liga leve Oka de aro 15” do novo C3, de aro 15” e vendidas como opcionais para a minivan.

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Wednesday, August 22, 2012

Citroën C4 Picasso La Luna

Citroën C4 Picasso La LunaOs lançamentos mais recentes de carros no Brasil vêm aumentando uma oferta que sempre foi muito comum no mercado europeu: as formas de abrir o teto. Até pouco mais de uma década atrás as possibilidades eram mínimas e caras, mas era curioso de ver que seus admiradores sempre foram muitos. Com isso, bastou um modelo aqui e outro ali tomarem uma iniciativa mais forte, e hoje em dia já se podem ver esses itens até em modelos mais baratos. Mas a novidade da Citroën agora vem para a outra ponta da gama.

Por mais que os conversíveis até hoje sejam a opção mais indicada aos que apreciam dirigir ao ar livre, eles em geral são carros de preço alto e oferta reduzida, porque a maior parte dos consumidores prefere a funcionalidade de carros como minivans, peruas ou sedãs. O teto solar surgiu, algum tempo depois, primeiro em lona e depois rígido, justamente como uma primeira tentativa de conciliar as duas coisas, porque permite efeito parecido mas podendo se adaptar a quase qualquer modelo. Os europeus logo adoraram a ideia porque era mais uma forma de aproveitar seu escasso sol, mas no Brasil a situação foi outra. O sucesso do apelido maldoso que ganhou o Fusca com esse item não só enterrou sua oferta de vez como pareceu encerrar a carreira geral do teto solar no país. Somente os anos 1990 começaram a mudar a mentalidade do povo, porque boa parte de todos aqueles recém-chegados que aproveitaram a reabertura das importações contemplava o equipamento e o tratava como artigo de luxo, de forma que este foi o ponto em que ele começou a ter o status que perdura até hoje. Porém, assim como câmbio automático, motor flex e até mesmo airbag, o início do seu caminho foi sinuoso.

Citroën C4 Picasso La LunaFalhas de acionamento, manutenção cara e difícil, problemas de vedação e a consequente ferrugem assombraram os primeiros usuários do teto solar por alguns anos, mas os fabricantes não desistiam. Ele em geral ficou restrito às versões mais caras dos modelos de topo, nem que fosse apenas por questões de imagem, mas os meados da década passada tiveram um divisor de águas. O inusitado sistema de lâminas escamoteáveis do Fiat Stilo agradou tanto que a marca não hesitou em logo depois oferecer um sistema diferente em Idea e Punto, mas com resultado similar. Esta foi a iniciativa que aos poucos reconstruiu a fama do item no país, mas ainda havia o problema do preço. Claro que sempre havia a opção de um aparelho menor, mas ninguém gostaria de retomá-lo depois do costume com o belo efeito visual do modelo panorâmico. Foi quando algumas marcas começaram a experimentar a solução do chamado parabrisa panorâmico. As tendências mais recentes já vinham trazendo vidros dianteiros cada vez maiores, então não foi difícil aderir a uma grande extensão que não se abre, mas se prolonga pelo teto. Os níveis vão desde o do novo C3 até o do Peugeot 308.

O caso da C4 Picasso não é 100% igual ao destes últimos porque são duas peças separadas (existe conexão visual no lado de fora, porém), apesar de que isso permitiu manter os parassois e a luz de cortesia. Como de praxe, o vidro tem alta resistência e grande transparência para conseguir vista e luminosidade inéditas, mas quando não forem desejadas basta recolher uma cobertura deslizante. Este equipamento é o destaque da mais nova série especial da minivan, que faz lembrar a Solaris dos irmãos C3 antigo e C4 hatchback. No caso da Picasso, ela ainda lhe inaugura a cor branca das fotos, chamada de Blanc Banquise, e o sistema de som com conexões Bluetooth e USB. Um excelente destaque que se mantém é a fartura de itens de série, com ar-condicionado digital, controles de estabilidade e tração, direção elétrica, freios com ABS e EBD, rodas de alumínio de 17” e trio elétrico, entre outros. O motor é o mesmo 2.0 16v de sempre, com 143 cv e torque de 20,4 kgfm, e usa câmbio automático sequencial de quatro marchas com comandos no volante. O novo modelo custa R$ 92.200 e tem garantia de três anos sem limite de quilometragem.

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Tuesday, August 7, 2012

Citroën C3

Citroën C3Outra vez a Citroën manifesta sua curiosa iniciativa quanto aos modelos que vêm ao Brasil. Quando lançou a C3 Picasso, o atraso em relação à europeia foi contornado ao trazer primeiro o Aircross, uma obra brasileira com retoques de estilo que depois também vieram à versão urbana. Agora é a vez do hatchback, que fez avanços imensos em relação ao anterior em uma série de aspectos. Ele busca aliar modernidade ao estilo mais elegante do que nunca para melhorar a ofensiva entre o mercado dos hatches premium.

Grande parte da enorme aceitação da primeira geração veio do seu desenho, baseado em arcos e que agradou em especial às mulheres. Isso explica que o C3 tenha usado estratégia parecida ao Peugeot 207 vendido na Europa, de o modelo novo ser apenas uma evolução do anterior em vez de fazer revoluções de estilo. É uma pena que o 207 de lá não tenha agradado e pena ainda maior que nós recebemos um retoque barato do modelo antigo, mas por outro lado o C3 vem conseguindo êxito. Sua nova safra pretende conservar e valorizar o estilo de grande carisma que fez sua fama, mas apostando um pouco mais na esportividade, visando se aproximar do público masculino. Aqui ele continua competindo entre os hatches premium, mas com um detalhe: assim como a minivan C3 Picasso, seu desenho cometeu uma leve escapada de estilo em relação ao original, que resultou ser benéfica. A grade cromada com o símbolo da marca ligando os farois lhe deu ar mais harmônico e elegante que a solução francesa de dispensá-la e aplicar o logotipo sobre a lataria. Além disso, o parachoque ainda ganhou o requinte dos LEDs de iluminação diurna.

Citroën C3 1

Porém, o aspecto de elegância charmosa que os vincos bem-proporcionados e a linha de cintura irregular conferem ao exterior continua na cabine. O painel é do Aircross não só lhe caiu bem como trouxe a vantagem das três saídas centrais para o ar-condicionado. O investimento de R$ 40 milhões na fábrica brasileira para sua produção nos deu um carro não só no padrão europeu como um tanto melhor – as melhorias feitas pela Citroën brasileira serão estendidas ao C3 francês. O hatch premium agora incorpora as mais recentes diretrizes da matriz também em nomenclaturas e equipamentos, o que inclui mimos opcionais como o parabrisa panorâmico Zenith: em solução parecida ao Cielo usado pelo Peugeot 308, o caso do C3 é um vidro que se estende até quase metade do teto, aumentando o campo de visão em 80° e trazendo uma agradável sensação de surpresa aos passageiros. O porta-malas agora tem 300 litros, que sobem a mil rebatendo os bancos traseiros. O modelo será oferecido em sete opções de cor, e as versões agora se chamam Origine, Tendance e Exclusive, com respectivos preços iniciais de R$ 39.990, R$ 43.990 e R$ 49.990.

Citroën C3 2A versão de entrada traz de série airbag duplo, ar-condicionado, banco traseiro bipartido, computador de bordo, direção elétrica freios com ABS e REF, vidros dianteiros, retrovisores e travas elétricos e volante com regulagem de altura e profundidade. Já a Tendance soma farois de neblina, iluminação diurna em LED, maçanetas e retrovisores na cor da carroceria, rodas Tuorla de liga leve aro 15” sistema de som multimídia Pioneer Hi-Fi Like com Bluetooth e comandos no volante, completa o trio elétrico e traz o parabrisa Zenith, com um ocultador manual para deixar exposta apenas a área de um vidro comum. A Exclusive adiciona acendimento automático dos farois, acabamento cromado para maçanetas, ponteira de escape e retrovisores, apoio de braço dianteiro, piloto automático, pedaleiras esportivas, retrovisor interno antiofuscante, rodas Oka de liga leve aro 16”, sensor crepuscular e de chuva, e volante em couro.

Seus motores são os mesmos usados pelo C3 Picasso a partir da linha 2013. O 1.5 vem nas duas primeiras versões. Esse motor é uma evolução do 1.4 usado pela primeira geração, fruto de processo parecido ao que a Fiat fez com seu 1.4 Fire Evo – quando ele chegou ao país foi como 1.3. As melhorias não foram um espetáculo, mas já permitem à Citroën compensar o peso maior dos modelos novos, que com certeza teriam desempenho ruim com o motor antigo. Este motor gera potência e torque de 89/93 cv e 13,5/14,2 kgfm, usando gasolina/etanol. A outra opção é o VTI 120, mutuamente restrita à versão Exclusive: é o 1.6 16v Flex Start que usa comando de válvulas variável e dispensa o tanque de partida a frio, chegando a potência e torque de 115/122 cv e 15,5/16,4 kgfm – este é o único com a opção do câmbio automático de quatro marchas com borboletas no volante (R$ 53.990), enquanto a outra opção é manual com cinco.

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Wednesday, July 4, 2012

Minivans médias e multivans

Este segmento veio ao Brasil quase duas décadas depois do surgimento mundial, mas se engana quem pensa que veio com timidez: a confiança dos fabricantes foi tanta que as pioneiras Scénic, Xsara Picasso e Zafira vieram à mesma época (2001) e todas com produção nacional. Os problemas vieram quando o passar dos anos levou o ar futurista do lançamento, o que iniciou a divergência de destinos. Algumas se renovaram mais cedo, outras mais tarde e outras só saíram de cena, mas o fato é que este segmento ainda consegue cativar toda uma legião de famílias.


Chevrolet SpinChevrolet Spin: Nada melhor do que começar com a novata daqui. Este projeto foi feito no Brasil e já segue as tendências da nova GMB, o que explica a redução de custos e a linguagem de estilo. A Spin não é de ganhar prêmios de design porque seu estilo volumoso foca no espaço. Ela ganha pontos por oferecer cinco ou sete bancos com fácil operação e um pacote de itens atraente desde a versão básica. Sob o capô temos o 1.8 de sempre, mas refeito para maior economia e que pode trazer o câmbio automático vindo do Cruze.
 

Chevrolet ZafiraChevrolet Zafira: Suas origens da Opel alemã se revelam nas linhas retas, que nunca surpreenderam mas também parecem que nunca vão envelhecer. Os detratores da Spin podem alegar que a Zafira ainda vence na qualidade geral, decorrente dos tempos em que era carro de luxo. Porém, por mais que sua fartura de itens compense o preço ainda alto, a série Collection já explicita seu fim de produção. Ou seja, é a hora de caçar altos descontos para o modelo comum, ou pagar mais para levar uma das 500 unidades da edição derradeira.
 

Citroën C4 PicassoCitroën C4 Picasso: Ela é a sucessora da Xsara Picasso. Mas aqui elas tiveram preços tão diferentes que puderam conviver sem problemas. Aliás, aqui só está a versão de cinco lugares porque a de sete (Grand) ficou ainda mais acima. Seu jeitão francês aparece no desenho, com um toque esportivo que até hoje chama atenção, mas também na espaçosa cabine: o pacote de itens é completo, mas ganha destaque pela tecnologia embarcada e pelo luxo. O motor também é ótimo, mas vir da França lhe faz tropeçar no preço.
 

Fiat Doblò Adventure LockerFiat Doblò: Se nossas multivans se reduziram a apenas o Doblò, é por culpa dele mesmo: a versão Adventure elevou tanto as vendas que ele absorveu o mercado dos rivais da época, e passou a difundir sozinho a categoria no país. Seu primeiro face-lift mudou apenas o que ele precisava: deixou seu desenho externo muito melhor, mas desde o início suas especialidades são outras: sua cabine é enorme, e leva até sete pessoas com espaço e conforto de sobra. Os motores são ótimos, em especial o 1.8 16v, e os preços são justos.
 

JAC J6: Não se pode negar que sua marca foi ousada em oferecê-la com tão pouco tempo no país. Seu desenho não arranca suspiros, mas também não comete erros. O interior segue a tradição da marca, e vem com um pacote de itens fechado e completo. Seu 2.0 16v que lhe dá desempenho e consumo honestos. E o preço é competitivo, tanto com cinco ou sete lugares – a série Movie agrega DVD player com duas telas de LCD. Mas a origem chinesa e suas desconfianças ainda assustam, em especial nesta faixa de preço.
 

Nissan Grand LivinaNissan Grand Livina: Esta é a versão de sete pessoas, mas sua semelhança com a de cinco se aproxima do conceito usado por J6 e Spin. E, assim como as duas, ela aposta na fartura de itens e motor competente (aqui é um 1.8 16v) a preço baixo. Mas seu estilo é mais elegante que o da GM e a reputação dos japoneses é inversa à dos chineses. Isso ajuda a entender por que é um mistério que ela nunca tenha vendido bem por aqui. Pode ser apenas falta de divulgação, porque se trata de um ótimo projeto e que já até virou flex.
 

MalagrinePeugeot Partner: Há pouco tempo o grupo PSA voltou a brigar com o Doblò no Brasil. Trata-se do irmão de projeto do mesmo Citroën Berlingo que tentou a sorte ao redor do ano 2000, mas agora com um face-lift que lhe deixou mais moderno. Ele é simples mas vem bem-equipado, e no início esses franceses eram os mais indicados a quem queria uma multivan que não chame atenção demais – suas vendas sempre foram boas na Argentina, por exemplo. Temos e versão Escapade para os fãs do visual off-road e motor 1.6 16v flex.
 

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Monday, June 18, 2012

Citroën Aircross 2013

Aircross3(Atualizado em 03/07/12) Poucas semanas após o primeiro anúncio através do site da marca, o aventureiro urbano da Citroën ganhou o anúncio oficial da linha 2013. Suas mudanças não foram muitas, mas convergem ao objetivo de melhorar um produto que na verdade já apresentava várias qualidades desde o início, porque o Aircross precisa não só se defender frente à ofensiva do Renault Duster como aos ataques mais severos que reserva o futuro dos crossovers compactos; o próximo é a chegada do novo Ford EcoSport.

Se existe um quesito no qual a versão pseudo off-road da C3 Picasso ainda apresenta extremo vigor é o visual. Afinal, além de o Aircross ser uma versão inteiramente criada pela Citroën brasileira, ele trouxe até algumas evoluções de estilo em relação ao modelo francês, como o uso da grade entre os farois para equilibrar o desenho da dianteira. Ou seja, para o nosso modelo estar à frente do europeu, significa que os interessados ainda podem levá-lo por mais alguns anos sem medo de seu carro ficar defasado a curto prazo. O pouco que ele mudou está em que todas as versões agora usam quadro de instrumentos com fundo em cinza, enquanto a GLX recebeu novo acabamento no painel, console e portas. Uma novidade que agrada a todos é que agora todas as versões trazem airbag duplo e freios ABS com EBD de série, enquanto é de se esperar que esse carro agrade ainda mais às mulheres com a nova opção de cor metálica: Rouge Rubi (vermelho), por R$ 1.190. A maior novidade desse carro, entretanto, está escondida sob o capô: o Aircross é o primeiro Citroën a adotar o 1.6 16v FlexStart, motor estreado no grupo PSA da América Latina com o Peugeot 308.

Citroën Aircross 2013Aqui ele recebe o pomposo nome de VTi 120, seguindo pela primeira vez o estilo de nomenclatura que se usa com as incontáveis opções oferecidas no mercado europeu. Essa tecnologia não só permite o uso dos dois combustíveis como dispensa o tanquinho de gasolina antes usado para dar a partida em caso de o carro estar usando apenas álcool. Além disso, as letras do nome indicam que ele usa comando de válvulas variável, tecnologia que permite distribuição de 80% do torque já a partir das 1.500 rpm. Esse motor não aproveita nada do antigo 1.6 16v da PSA, e chega a 115 cv e 15,5 kgfm com gasolina e a 122 cv (daí o 120 do nome) e 16,4 kgfm com etanol; também vieram melhorias em consumo e emissões. A versão GLX (manual R$ 53.900 e automático R$ 57.600) traz de série ar-condicionado, computador de bordo, direção hidráulica, rodas de liga leve, sistema de som multimídia e trio elétrico, enquanto a Exclusive (manual R$ 60.500 e automático R$ 64.200) soma ar-condicionado digital, bancos de couro e sistema de som Pioneer de alta qualidade, entre outros – esta última oferece sidebags e GPS com tela de 7” como opcionais por R$ 2.400.

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Wednesday, May 23, 2012

Redução do IPI

Quem não gosta de pagar menos pelo mesmo carro? A nova medida do Governo anula a alíquota para os nacionais até 1.0, enquanto os importados nesta condição também perdem 7%, mas passam a 30%. Já a redução de 5,5% vai para os que usam 1.1 até 2.0, nacionais passando a 6,5% e importados a 35,5%. Os comerciais perdem 3%, nacionais ficando em 1% e importados em 31%. Segue uma lista simplificada das reduções, mas para ver a completa basta clicar nos nomes das marcas para acessar as fontes.


2011 Chevrolet Malibu LTZChevrolet: Celta parte de R$ 24.049, Classic de R$ 25.469, Prisma de R$ 29.342, Corsa de R$ 29.418, Montana de R$ 30.608, Agile de R$ 34.500, Corsa Sedan de R$ 36.038, Cobalt de R$ 37.834, Meriva de R$ 40.310, Zafira de R$ 55.123, Cruze Sport6 de R$ 60.216, Cruze de R$ 62.558, S10 cabine simples de R$ 57.011 e cabine dupla de R$ 64.256, Captiva de R$ 89.900 e Malibu de R$ 99.990. Já Omega e Camaro subiram de preço, passando a R$ 161.000 e R$ 201.000.


Citroën C5Citroën: Considerando os preços básicos, as versões do C3 agora vão de R$ 34.990 a R$ 44.990; C3 Picasso de R$ 45.680 a R$ 57.990, Aircross de R$ 49.130 a R$ 62.040, C4 de R$ 50.890 a R$ 62.320 e C4 Pallas de 56.990 a R$ 62.900. C4 Picasso parte de R$ 79.170, Grand C4 Picasso de R$ 91.820, C5 de R$ 99.160, C5 Tourer 107.890, Xsara Picasso de R$ 45.990 e Jumper furgão de R$ 86.100 e Minibus de R$ 93.550 – o DS3 já incluiu a redução ao pedir R$ 79.990.


Fiat Bravo T-JetFiat: Mille parte de R$ 21.360, Palio Fire Economy de R$ 23.290, Uno de R$ 24.110, Palio de R$ 28.440, Siena de R$ 27.650, Grand Siena de R$ 36.000, Palio Weekend de R$ 39.700, Palio Adventure de R$ 50.750, Idea de R$ 42.370, Punto de R$ 36.970, Bravo de R$ 53.140, 500 de R$ 40.770, Linea de R$ 52.990, Uno furgão de R$ 25.060, Fiorino de R$ 36.890, Doblò de R$ 50.020, Doblò Cargo de R$ 40.460, Strada Fire de R$ 30.640 e Strada de R$ 32.650. Freemont não muda.


Ford New Fiesta SedanFord: Ka continua o mais barato do país, começando em R$ 21.240. E curiosamente a marca não revelou os preços novos das versões sedã de seus carros. Sendo assim, só se sabe que o Fiesta RoCam 1.0 agora parte de R$ 24.800, New Fiesta 1.6 16v de R$ 43.990 e Focus 1.6 16v de R$ 49.990, este recebendo considerável desconto de 11%. Por este mesmo preço também ficou o EcoSport mais barato, que já recebe descontos pela proximidade da nova geração.


Kia PicantoKia: Eles haviam aumentado os preços por causa da alta do dólar, mas curiosamente isso se efetivou no exato dia em que o IPI foi reduzido. O detalhe é que a redução se fez já nos preços aumentados, então fica o mistério sobre se foi apenas uma coincidência inoportuna, ou se foi todo um truque dos coreanos para perder menos. Porém, fato é que o Picanto agora parte de R$ 38.903, Soul de R$ 59.000, Cerato de R$ 52.831 e Sportage de R$ 89.537.


Honda: Um diferencial deles está em já incluir a pintura metálica/perolizada no preço final. City DX fica em R$ 49.610, LX em R$ 54.580 e EX em 61.860; o Fit DX em R$ 47.930, LX em R$ 51.540, EX em R$ 57.480 e EXL em R$ 62.660; Civic LXS em R$ 62.990, LXL em R$ 67.040 e EXS em R$ 79.080. A medida também afetou o mexicano CR-V, que fica em R$ 83.920 para a LX e R$ 102.160 para a EXL. As versões de topo sempre trazem câmbio automático.


JAC: O pioneiro da marca no Brasil é hatchback J3, que agora perde R$ 2.910 e passa a custar R$ 34.990. Já a versão sedã do carro-chefe dos chineses se chama J3 Turin, perdeu R$ 3.000 e ficou em R$ 36.990. O recém-lançado sedã premium J5 já aproveita a chance de perder R$ 3.810 e ficar em R$ 49.990. Já a minivan média J6 perde R$ 3.910 e fica em R$ 51.990, enquanto sua versão de sete lugares, chamada de J6 Diamond, perde R$ 3.510 e fica em R$ 55.990.


Mitsubishi Pajero TR4Mitsubishi: Esta linha tem a curiosidade de os modelos menores virem de fora e os utilitários terem produção nacional. Lancer 2.0 manual começa em R$ 65.690 e CVT em R$ 71.690, Sportback em R$ 139.990 e Evolution X em R$ 206.990. ASX 4x2 em R$ 79.990 e 4x4 em R$ 96.990. Outlander em R$ 99.990, Pajero TR4 4x2 em R$ 62.990 e 4x4 em R$ 73.390, Pajero s 3p em R$ 152.990 e 5p em R$ 173.990, Pajero Dakar em R$ 129.990, L200 Triton em R$ 87.490.


Nissan SentraNissan: March 1.0 começa em R$ 24.990, 1.6 em R$ 33.390 e SR em R$ 37.190, Versa S em R$ 33.490, SV em R$ 38.490 e SL em R$ 41.290, Livina MT em R$ 42.590 e AT em R$ 47.290, Livina X-Gear em R$ 51.990, Grand Livina MT em R$ 51.990 e AT em R$ 57.690, Tiida MT em R$ 46.390 e AT em R$ 55.190, Tiida Sedan em R$ 42.390, Sentra MT em R$ 48.790 e CVT em R$ 53.690, Frontier XE em R$ 87.390, SE Attack em R$ 94.990, LE em R$ 114.290 e LE Attack em R$ 123.890.


Peugeot 408Peugeot: Os modelos 207 e 408 terão a nova alíquota absorvida totalmente pela empresa até o fim do mês de maio, de forma que o hatchback agora tem preço básico de R$ 29.990, em versão XR 1.4 de duas portas. Já o 408 Allure 2.0 16v manual parte de R$ 53.500. Os demais modelos terão a redução de preço referente ao IPI menor mas também um desconto aplicado pela própria marca, de 1,5% para 307, 308, 3008, RCZ e Partner, e de 1% para Hoggar e Partner furgão.


Renault FluenceRenault: Clio parte de R$ 23.760, Logan de R$ 25.780, Logan AT de R$ 38.390, Sandero de R$ 26.280, Sandero AT de R$ 41.350, Sandero Stepway de R$ 40.270, Symbol de R$ 37.310, Grand Tour de R$ 47.860, Fluence de R$ 57.030, Fluence CVT de R$ 62.640, Duster de R$ 48.170, Duster AT de R$ 61.190, Duster 4x4 de R$ 61.470, Kangoo Express de R$ 36.790, Master de R$ 80.970 para chassi/cabine, R$ 83.830 para furgão e R$ 125.400 para Minibus.


Toyota: O Corolla perdeu 7% nos preços: XLI parte de R$ 59.950, GLI de R$ 63.210, XEI de R$ 72.500, XRS de R$ 73.900 e Altis de R$ 81.610. Já a Hilux teve redução de 4%: chassi fica em R$ 81.090, cabine simples em R$ 86.360; cabine dupla parte de R$ 96.410, e fica em R$ 108.950 para a SR e R$ 124.840 para a SRV. No entanto, é uma pena que não vieram redução para SW4, Camry, Rav4 e os modelos Lexus, cujas operações começam oficialmente em 1° de junho.


DB2010AU01217Volkswagen: Gol G4 começa em R$ 24.291, Gol G5 em R$ 27.904, Voyage em R$ 29.913, Fox em R$ 29.490, CrossFox em R$ 47.523, SpaceFox em R$ 42.159, Space Cross em R$ 54.644, Parati em R$ 39.813, Polo em R$ 44.184, Polo Sedan em R$ 46.733, Golf em R$ 49.197, Jetta em R$ 61.172, Passat em R$ 112.677, Passat Variant em R$ 118.657, Tiguan em R$ 106.421, Saveiro em R$ 32.966, Kombi em R$ 43.834 e Amarok cabine simples em R$ 77.762 e cabine dupla em R$ 87.842.


Os dados referentes a Kia e Mitsubishi foram adicionados no dia 24/05/2012.
Os dados referentes à Citroën foram adicionados no dia 25/05/2012.
No dia 06/06/2012 a Mercedes-Benz anunciou que o C180 Turbo parte agora de R$ 125.900 e o smart em versão de entrada começa em R$ 52.900.

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Monday, May 21, 2012

Citroën DS3

Citroën DS3Finalmente chega ao Brasil o famoso DS3. Ele é mais um modelo da Citroën, mas ganha importância por oficializar a vinda da linha DS ao país. Trata-se da divisão de luxo da marca francesa, inaugurada em 2009 justamente com este modelo. Aqui no Brasil ele só faz reforçar o lado estiloso e classudo típico dos franceses e que caracteriza a Citroën ao redor do mundo, e faz os compactos de imagem ficarem cada vez mais próximos de virar uma categoria fixa.

Esta classe de carros surgiu no começo da década passada com a nova geração do famoso Mini Cooper, e começou a ganhar adeptos por formar um interessante contraste entre o estilo retrô do compacto dos anos 1960 a estilo contemporâneo e cabine recheada de luxo e tecnologia. Os primeiros rivais começaram a se manifestar como a Fiat, que usou receita parecida com o 500 e vem fazendo sucesso ano após ano, mas as seguintes apostaram por outro lado. Audi A1, smart fortwo e agora o DS3 formam o time que usa a modernidade por dentro e também por fora, mas tem o maior atrativo no desenho.

Citroën DS3Isso se percebe com facilidade porque as linhas do DS3 parecem uma evolução das usadas nos Citroën “comuns”. Ainda estão lá os traços volumosos e  grade que ressalta o “duplo chevron” da marca, mas é interessante notar como as proporções foram retrabalhadas para lhe dar todo um toque de elegância a mais. Os cromados estão na quantidade certa, o ar esportivo fica por conta das belas rodas, mas ele também tem elementos que o diferenciam da família. É o caso do teto com aspecto flutuante e das colunas centrais em formato de barbatana de tubarão. Fora que ele só vem em duas portas, enquanto o C3 europeu só vem com quatro – eles compartilham a plataforma.

No Brasil ele chega por R$ 79.900 em versão completa, tendo aos bancos de couro como único opcional, por R$ 2.900. Isso significa que temos ar-condicionado digital, sistema de som multimídia com seis alto-falantes e touchscreen no painel, conexão Bluetooth, airbags frontais e laterais, freios com ABS, EBD e BAS, luzes diurnas em LED, controle de estabilidade e perfumador de ambiente, como no C4. O motor é o 1.6 THP de 165 cv já usado em alguns modelos da Peugeot, e aqui vem apenas com câmbio manual de seis marchas, com overboost nas quatro últimas. Destaque também vai para a personalização: são oito opções de cor para a carroceria, quatro para o teto e quatro até para as rodas, fora os adesivos.

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Sunday, March 4, 2012

Citroën C4 Solaris

Citroën C4 SolarisAnos atrás, a chegada do C4 hatch foi anunciada com muito orgulho por colocar belíssimas linhas aliadas a muita sofisticação entre os hatches médios. Mas ver o passar dos anos sem atualizações de estilo não poupou o francês, que começou a ver os rivais ficando cada vez mais modernos. A gota d’água foi a chegada da nova geração do seu próprio equivalente europeu: com chegada esperada para o ano que vem, o antigo por enquanto precisa fazer o que pode.

Embora o mercado chinês tenha criado um face-lift no modelo atual, estima-se que a nossa Citroën trará o modelo europeu. Com certeza será a solução de maior aceitação por aqui, porque se trata de um carro inteiramente novo e ainda mais bonito. Então o modelo que temos em mãos entra em seus últimos dias procurando voltar-se ao custo/benefício para continuar vendendo bem, como faz a maioria dos carros que estão prestes a receber substituto. O lado interessante é que a marca francesa resolveu essa questão sem abalar o charme que tanto caracteriza seus carros.

Em vez de retirar equipamentos ou reduzir a qualidade do acabamento, eles adicionaram o teto solar, de série no modelo cujos preços partem de R$ 61.300. Isso ganha importância porque se trata de um item tido por muitos como ícone de charme e requinte, mas que frequentemente se encontra restrito a poucos modelos e sempre como um equipamento muito caro. No entanto, o aparelho é um tanto pequeno e do tipo que a seção que se abre vai para fora do carro, formando um defletor – nos modelos mais sofisticados a placa de vidro entra no forro do teto.

Outra novidade é que o C4 também trouxe o irmão menor para a série Solaris. Isso mesmo, o C3 hatchback volta a oferecer seu teto solar no Brasil, que a julgar pelas imagens do comercial parece ser o mesmo equipamento para os dois – o do C3 é produzido pela Webasto. Mas nada disso retira o mérito da Citroën em fazer a despedida dos seus estilosos hatches com estilo. O C3 com teto solar vem apenas na versão Exclusive 1.6 16v de 113 cv por R$ 48.490, enquanto o C4 vem na Exclusive Sport 2.0 16v de 151 cv com câmbio manual ou automático, este por R$ 69.090.

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Wednesday, August 3, 2011

Citroën AirCross BVA

A família da simpática minivan em forma de cubo aumenta um pouco mais. Usando o facebook, a Citroën aproveitou a caixa automática BVA já usada em vários modelos, e como até a versão urbana C3 Picasso já a utilizava desde o lançamento, não demorou muito para o AirCross se beneficiar.

A comodidade de não trocar marchas vem nas duas versões já existentes do modelo, GLX e Exclusive, que passam a R$ 60.350 e R$ 66.400 respectivamente. O modelo pode ter a mesma lista de equipamentos recheadíssima, podendo trazer GPS, sistema Pioneer de som multímidia e computador de bordo com tela de 7”.

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Wednesday, May 25, 2011

Citroën C3 Picasso

PicassoLançado em 2003, quem diria que o pequeno C3 formaria toda uma família no Brasil? Também não é das mais extensas ou convencionais - na verdade são apenas a minivan Picasso surgida na Europa e sua variação aventureira AirCross feita por aqui – mas nós agora recebemos a Picasso “civil”, que só não é identica à francesa porque recebeu algumas pinceladas nacionais de ótimo gosto, em três versões e partindo de R$ 47.990 com garantia de três anos.

Citroën C3 PicassoBaseada no C3 europeu de nova geração, ela traz um charmoso desenho cúbico que até lembra o Fiat Uno, mas sem os adereços aventureiros da versão que chegou antes. Com isso surge um estilo urbano até melhor que o original, com a frente mais agressiva e uma traseira que esbanja estilo, apostando na assimetria com um suporte de placa cuja cor pode variar entre preto e branco segundo a da carroceria, para sempre ter o melhor contraste.

Seu interior é o mesmo do AirCross, mas sem os instrumentos de off-road. Ou seja, temos o mesmo interior de 2,54 metros de entre-eixos, oferecendo um ótimo espaço para cinco pessoas, aliado à suspensão regulada para o conforto e com menor altura em relação ao solo. Seu motor é o mesmo 1.6 16v de 113 cv, mas com câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro para GLX (R$ 53.900) e Exclusive (R$ 60.400).

A versão básica GL já vem bem-equipada, trazendo ar-condicionado, direção hidráulica, porta-luvas refrigerado, tomada 12v, computador de bordo, vidros dianteiros elétricos ebanco traseiro bipartido. Partindo de R$ 50.400, a GLX traz vidro do motorista com one-touch e o comando elétrico dos traseiros, sistema de som com comandos satélite, indicador de temperatura externa e mesinhas do tipo avião, com airbag duplo opcional para ambas.

Exclusive é o nome da versão de topo (R$ 57.400). Vem recheada com bancos e volante de couro, ar-condicionado digital, airbag duplo, sistema de som com Bluetooth e entrada USB, piloto automático, alarme, sensores crepuscular, de chuva e de estacionamento, e freios com ABS e EBD, estes incluídos também na GLX automática. A versão de topo tem como opcionais sidebags dianteiros e GPS com tela de 7’’ no painel.

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Friday, May 13, 2011

Citroën C3 2012

C3Dá para acreditar que o C3 já tem oito anos de Brasil? Lançado na Europa pouco tempo antes, desde que chegou aqui ele cativou a todos, principalmente ao público feminino. E este estilo vem exalando simpatia até hoje, tendo passado apenas por um leve face-lift há alguns anos. Foi um dos raros casos em que ele fez foi melhorar seu visual, sem esconder o passar dos anos mas também passando longe da impressão de ser um improviso de urgência.

Citroën C3 2012Entretanto, a concorrência se moderniza e a Citroën já prevê que a nova geração do modelo chegará no ano que vem, um modelo maior e muito mais sofisticado, com um desenho bem integrado à linha atual da marca mas sem perder o formato que o tornou famoso. Por enquanto, isso não impediu o C3 atual de ganhar a linha derradeira com detalhes de bom gosto, assim como manter preços interessantes, como o inicial de R$ 37.900.

Agora ele traz faróis escurecidos e as rodas de liga leve diamantadas do XTR, além de um sistema de som multimídia Pioneer com funções de melhorar a qualidade do som. Todo o resto permanece igual, incluindo os motores 1.4 de 82 cv e 1.6 16v de 113 cv, mas a marca passou a praticar preços menores e uma promoção que agrega as tais rodas e bancos de couro de série.

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