Sunday, November 6, 2011

Fiat Palio

Fiat Palio EssenceEle surgiu em 1996 estiloso, moderno e trazendo recursos inéditos na categoria. Em 2000 já celebrava que toda a família que fez caiu no gosto do público. No ano de 2004 ficou mais elegante, com luxos dignos de modelos bem mais caros. Em 2008 ganhou adereços ressaltando a esportividade. E na linha 2012 ele só conserva o nome. Ficou mais espaçoso, mais seguro, mais bonito, mais potente e mais luxuoso. O sucesso de vendas da Fiat brasileira chega à sua melhor safra.

O desenho do Palio nunca se restringiu a manter tradições visuais entre suas próprias gerações: ele sempre ficou foi alinhado com os conceitos da Fiat mundial de cada época. Ou seja, olhando-o de qualquer ângulo é possível lembrar de seus “parentes”. Na dianteira temos grandes farois cravejados numa área que harmoniza capô, paralamas e parachoque em uma só superfície, recurso típico do Punto. Sua aparência alta e curta e a grande tomada de ar remetem ao Uno, enquanto a cereja deste bolo são os frisos cromados ladeando o logotipo da marca, no melhor estilo Cinquecento.

Fiat PalioAs laterais trouxeram um ar discreto, com vincos suaves que dão ideia de fluidez, além da imponência da linha de cintura alta. E tal fluidez consegue uma conotação mais esportiva na versão de topo, mas esta merece todo um espaço à parte. Já a traseira ostenta vistosas lanternas de formato misto: a posição elevada é marca do Punto desde sua primeira geração, enquanto sua base em formato de canhão traz o Bravo à mente. E a parte inferior da traseira volta a lembrar o Uno, com o parachoque volumoso e com uma parte emborrachada para maior proteção.

Espaço apertado, saídas de ar muito baixas e painel antigo? A nova plataforma do Palio responde com entre-eixos maior e uma cabine também inteiramente refeita. Os bancos agora vêm com revestimentos em desenhos variados, e oferecem vista para um bonito volante de três raios, a um quadro de instrumentos amplo e moderno, e a um console central com uma faixa em cor diferente, saídas de ar maiores e a excelente ideia de até 17 porta-objetos, como o que fica sobre os difusores centrais. Já se pode perceber o quão redundante fica afirmar que ele ficou mais equipado que o antecessor.

O modelo oferece as versões Attractive, Essence e Sporting, sempre com quatro portas. A primeira pode vir com 1.0 e trazendo farois biparábola, rodas aro 14”, computador de bordo, duplo porta-luvas, conta-giros e detalhes externos na cor do veículo, ou com 1.4 e adicionando a isso farois de neblina e abertura do porta-malas pelo logotipo da tampa. Já a Essence só traz o 1.6 16v e agrada ao vir com ar-condicionado, painel em cores exclusivas, rodas de 15”, vidros dianteiros e travas elétricos, e acessórios como detalhes cromados no interior.

A lista de opcionais enche os olhos ao oferecer itens como airbags frontais e laterais, freios com ABS e EBD, volante multifuncional e sistema de som multimídia com Bluetooth. Fora o grande destaque da extensa linha de acessórios, ideia herdada do Uno e do 500 que contempla dezenas de adesivos de diversos temas para exterior e cabine, adereços aerodinâmicos e visuais. Assim como o Sporting, o Essence ainda pode vir com o câmbio Dualogic, e agora isso significa que ele também pode ter até borboletas de troca de marcha. Com tantas mudanças, sabe onde o Palio veio homenagear o antecessor? Nos preços, que não aumentaram de um para o outro.

Read more > Fiat Palio

Friday, November 4, 2011

Chevrolet Cobalt

CobaltPelo menos no Brasil, a Chevrolet tem certas tradições na gama de modelos: as peruas deram lugar às minivans, e os sedãs têm presença massiva: estávamos até então já com oito. Mas tamanha oferta vem de modelos arrastados ao longo dos anos apoiando-se apenas no preço baixo; isso precisava mudar logo. O Cruze chegou para o lugar do Vectra, e agora o Cobalt vem para substituir os sedãs de Corsa e Astra de uma vez, trazendo muitas vantagens.

Embora sejam parecidos, o Cobalt não é uma simples versão sedã do Agile, e com isso deixou de repetir as tragédias de desenho daquele. Sua frente apresenta farois e grade no mesmo estilo, mas é inegável como retrabalhar as proporções ajudou muito: ele tem linhas que seguem o estilo Chevrolet atual mas mantendo a coerência entre uma parte e outra, qualidade que se preserva nas laterais de cintura tão alta quanto a traseira. Ele conseguiu um ar elegante e imponente, usando cromados e vincos na medida certa; de qualquer ângulo é fácil lembrar dos outros sedãs da marca.

Chevrolet CobaltAinda mais interessante que seu desenho é o tamanho que ele ocupa: 4,48 m de comprimento por 1,73 m de largura e 1,51 m de altura lhe dão tamanho de modelo médio, que combina muito bem com o excelente entre-eixos de 2,62 m. Ou seja, ele é tão espaçoso quanto, mas mais elegante que Renault Logan e muito mais bonito que Nissan Versa, seus principais rivais. E essas boas impressões continuam na cabine, com o brilhante conceito de duplo cockpit que faz as portas parecerem continuações do painel, e com isso passando a sensação de a cabine ser maior.

Além do latifúndio que abriga cinco pessoas tranquilamente, seu interior oferece detalhes de muito bom gosto, como o velocímetro digital em tela azul, combinando com a do sistema de som. Tudo isso envolto pela decoração em duas cores dos revestimentos que também aparecem no volante vindo do Cruze. Outro ponto muito interessante é o porta-malas de 563 litros, quando um VW Voyage, por exemplo, pára em quase 100 litros a menos. A própria Chevrolet diz que o Cobalt é mais espaçoso que seu atual sedã médio.

O Cobalt virá em três versões. Por R$ 39.900 temos a LS, trazendo ar-condicionado, direção hidráulica e travas elétricas. Depois vem a LT por R$ 43.700 agregando rodas de liga leve aro 15”, vidros elétricos dianteiros, airbag duplo e freios ABS. E a LTZ completa a gama, saindo por R$ 45.900 e adicionando farois de neblina, computador de bordo e sistema de som multimídia, entre outros. Por enquanto ele só vem com o 1.4 Econo.Flex de 102 cv e torque de 13 kgfm, que só lhe dão um desempenho “honesto”. Futuramente virão o motor 1.8 antes usado no Corsa, e o câmbio automático.

Read more > Chevrolet Cobalt

Thursday, November 3, 2011

Hyundai Veloster

Veloster1Dois pra lá, um pra cá: o esportivo da Hyundai já se encontra oficialmente à venda no Brasil, com preços começando em R$ 75.700. O modelo é um legítimo carro de imagem, aquele que motiva muita gente a ir à concessionária nem que seja só para olhá-lo mais de perto, ainda que a grande maioria leve um produto mais racional – mas nem sempre da própria Hyundai. E justamente sua imagem foi trabalhada tão bem que ele vem ganhando holofotes por todo o mundo.

 

Também é fato que o conceito de três portas não é novo; a Ford chegou a apresentar em 1989 o conceito Fiesta Urba, que na verdade aproveitava uma lateral de cada versão já existente, de duas e quatro portas. Mas ali a proposta era voltada à facilidade de acesso nas grandes metrópoles, enquanto o foco do Veloster é puramente esportiva. Pode-se dizer que ele não é um hatchback que perdeu uma porta, e sim um cupê nascido esportivo mas que ganhou uma porta em nome de facilitar o acesso dos ocupantes de trás.

Hyundai VelosterEssa impressão se reforça pelo fato de que a terceira porta também usa “inspirações” de outras marcas: como era preciso manter o desenho da outra lateral, a maçaneta da terceira porta ficou escondida na janela, no melhor estilo Alfa Romeo 156. Portas à parte, o modelo segue o novo DNA da linha Hyundai, com linhas fortes e esportivas, mas também usando detalhes que remetem às motocicletas. Mas sua proposta de velocidade fica só no nome: por mais eficiente que seja seu 1.6 16v de 138 cv com câmbio automático de seis marchas, não tem como esperar um desempenho que condiga às expectativas do estilo.

O modelo virá em três versões, que na verdade diferem em pouca coisa. A básica traz rodas aro 17”, sistema de som multimídia, computador de bordo com tela LCD, ar-condicionado digital, bancos dianteiros com aquecimento, bancos e volante em couro, piloto automático, sistema de partida por botão e alarme. Logo acima vem a de R$ 80.900 que adiciona teto solar panorâmico, e a topo-de-linha troca as rodas por um conjunto de 18”, totalizando R$ 82.900.

Read more > Hyundai Veloster

Wednesday, November 2, 2011

JAC J3 Brasil

JacSe a alta do IPI não conseguiu afastá-la do Brasil, pelo menos fez a JAC reforçar os planos de construir uma fábrica no país. Em comemoração a isso eles lançarão uma série limitada a míseras 15 unidades de J3 hatch e sedã, mantendo os preços dos modelos comuns. As mudanças são tão poucas que fazem pensar se isso não é só algo como um truque para limpar estoque: eles ganharam vidros peliculados, parte dos bancos em couro e o logotipo da série (foto). E nada mais.

Read more > JAC J3 Brasil

Tuesday, November 1, 2011

Toyota SW4 2012

SW4Por mais que a primeira impressão diga o contrário, o SW4 não é apenas a versão fechada da picape Hilux. Eles receberam o recente face-lift atual juntos e se encontram ambos à meia-vida da atual geração, mas se distinguem bastante. Seja por formato e tamanho de carroceria ou pelo preço maior na SW4, são modelos que se dedicam a públicos diferentes. E a parte correspondente ao SUV são as famílias maiores, que desfrutarão de suas generosas doses de conforto, força e requinte por preços que começam em R$ 157.000.

Por fora já podemos ver que ela recebeu alterações no mesmo estilo das que ganhou a Hilux. Mas um olhar mais atento já denuncia que o SUV ganhou uma interpretação exclusiva, tendendo à esportividade enquanto a picape seguiu um caminho mais sóbrio. Temos farois de xenônio mais afilados com os de neblina recebendo máscara negra, capô de vincos imponentes terminando numa grade imponente e larga, sob a qual se encontra a grande tomada de ar inferior. As laterais receberam os mesmos paralamas que inspiram movimento, enquanto a traseira chamará atenção com o filete cromado sobre a placa que une as lanternas em LEDs com nova disposição e arranjo de lentes que podem muito bem ter vindo de uma preparadora de tuning.

Toyota Hilux SW4O interior da SW4 é um pouco mais comportado, como convém a um modelo familiar. O revestimento é num agradável tom de bege, e combina com o painel igualmente redesenhado mas com predominância de cinza escuro, ante cromados na picape. Mas é a lista de série que realmente empolga: o modelo ganhou airbags laterais e de cortina, farois com acendimento automático, regulagem de altura e lavadores, rodas de 17”, freios com ABS, EBD e BAS e controles de tração e estabilidade. Além do sistema de entretenimento que ostenta uma touchscreen de 6,1” para os recursos multimidia do som, câmera de ré e Bluetooth.

No Brasil as SW4 virão sempre com câmbio automático. No primeiro trimestre de 2012 chegará o novo motor 2.7 VVT-i flexível de 158 cv para equipar a futura versão SR, somente com cinco lugares. A versão atualmente na base da gama é uma SRV que traz a mesma capacidade, mas vem com o V6 4.0 de 238 cv. As SRV de topo trazem o 3.0 turbodiesel de 163 cv, e podem vir com cinco lugares por R$ 170.400 ou com sete, por R$ 174.900.

Read more > Toyota SW4 2012

Toyota Hilux 2012

HiluxPor trás do desenho esculpido para um carro existiu toda uma cartilha de regras que o fabricante impôs e o setor de design tentou cumprir o melhor que pôde. O modelo precisa seguir a identidade da marca, parecer moderno, parecer ainda mais moderno quando ao lado de um concorrente, evitar custos excessivos… E manter todo esse status pelo maior tempo possível. A linha Hilux já termina o ato ano no Brasil, e agora ganha o clássico face-lift de meia-vida, mas que ainda dá a sensação de “Mas já? Parece tão nova…”

Picapes são modelos de alto custo e vendas até expressivas, mas que não justificam alterações pesadas com frequência grande. Ou seja, passam cerca de dez anos com um mesmo projeto e aí sim se reiventam por completo. Mas enquanto Chevrolet e Ford preparam as S10 e Ranger de nova geração, a Toyota se defende aperfeiçoando levemente as versões picape e SW4. Ganharam dianteira que adota o padrão atual da marca, com grade e capô maiores e mais vistosos, farois saltados e parachoque mais esportivo, novos paralamas e rodas, e lanternas com detalhes translúcidos. Não é nada surpreendente, mas já traz a boa sensação de vê-la na rua e pensar algo como “esta é nova”.

Toyota HiluxSua cabine traz painel redesenhado com novas tonalidades, quadro de instrumentos mais esportivo e apliques cromados no console central e no novo volante. A maior novidade é a nova versão de topo, SRV Top. Por R$ 141.920, vem apenas com câmbio automático, e se distingue das outras pelas rodas de 17”, freios com ABS, EBD e BAS e controles de tração e estabilidade. No começo de 2012 chegarão mais versões, mas por enquanto a picape oferece todas com tração 4x4: Chassi/Cabine (R$ 80.160), Standard, Standard Power Pack (agrega trio elétrico totalizando R$ 100.720), SRV e SRV Top.

Agora o motor 3.0 16v turbodiesel de 163 cv está restrito à tração 4x4. Somente a SRV oferece as duas opções de câmbio: manual R$ 127.260 e automática R$ 134.410. A Standard é a única a vir nas duas cabines: simples R$ 85.690 e dupla R$ 93.260. E as versões básicas vêm sempre com câmbio manual e 2.5 16v de 102 cv, também a diesel. No primeiro trimestre do ano que vem está prevista a chegada do 2.7 16v VVT-i com a tecnologia flex, de 158 cv, para equipar a SRV automática e SR 4x2 manual.

Read more > Toyota Hilux 2012

"Old" Analytics interface will end in January 2012.

The "old" Google Analytics interface is going to be "sunset" in January 2012. fyi, "sunset" usually means "turned off".

(These days, I use a netbook quite often, so I really hope they have the problems with small screen sizes not displaying properly sorted out by then.)
Read more > "Old" Analytics interface will end in January 2012.
 
 
Copyright © blog
Blogger Theme by Blogger Designed and Optimized by Tipseo