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Saturday, August 25, 2012

Chevrolet Classic 2013

Chevrolet ClassicVerdadeiro pânico é o que se espalha entre os fabricantes de carros a cada norma ambiental ou de segurança que surge. Todos gostam do objetivo de oferecer à população veículos cada vez melhores, mas o lado das empresas fica complicado porque se acarretam extensos reprojetos para alcançar de fato esse novo nível. Alguns modelos já se anteciparam a elas e outros as atendem sem problemas, enquanto os que demandariam esforço demais deveriam sair de produção. Mas este último grupo costuma ser mais relutante do que se imagina.

Se o mercado brasileiro de hoje vê tantos modelos antigos vendidos como novos em paralelo aos próprios sucessores, a razão é que isso convém aos dois lados. Os fabricantes têm mais tempo para amortizar os custos que tiveram com a implantação do produto no país, e depois que isso ocorre tais carros não precisam ter o preço tão aumentado. Isso se reforça depois que se lança o seu sucessor: o modelo novo passa a defender o segmento correspondente, porque traz novo fôlego quanto a desempenho, equipamentos e estilo, enquanto o antigo continua em linha para dar volume de vendas. Isso se provoca porque ele ganha um reposicionamento, tendo a oferta redirecionada ao menor custo, para impedir que os clientes migrem às outras marcas por achar o novo muito caro. E a resposta deles quase sempre é positiva, principalmente nas categorias mais baratas, em que o preço é a prioridade. O problema é que os projetos mais antigos são inferiores em aspectos como a segurança, de forma que quando surge uma norma como a de obrigar o uso de freios ABS e airbag duplo, se sai caro demais para a fábrica colocá-los nele, é mais válido tirá-lo de linha.

Chevrolet ClassicMas como a Chevrolet vai se deixar perder as vendas do sedã mais vendido do país? Os sedãs a partir do Cobalt são mais caros que a faixa do Classic, e o Prisma saiu de linha em parte porque nunca conseguiu emplacar tanto quanto o veterano cuja primeira aparição se deu em 1995, quando ainda atendia pelo nome de Corsa Sedan. Então é ele quem precisa manter as vendas da marca mais uma vez, mas agora recebeu reforços: se as normas pedem aqueles itens, a novidade de sua linha 2013 é a inclusão deles. O configurador do site da marca já oferece pacotes novos para o sedã, em que três na verdade são iguais a outros já existentes mas somando o airbag, e destes apenas o mais caro também incorpora os freios ABS. O mais barato tem o nome PDC, e por R$ 1.172 traz também a direção hidráulica, além de itens menores. Já o PDE soma o ar-condicionado por R$ 3.642, e o PDA agrega alarme e acionamento elétrico de vidros dianteiros e travas por R$ 4.834. Na ordem, os pacotes dos quais se originaram são PDD, PCH e PCM, cujos preços no final das contas fazem o airbag duplo somar R$ 400 e os freios ABS R$ 300. Todo o resto do carro segue inalterado.

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Tuesday, August 21, 2012

Chevrolet S10 LS 4x2 Diesel

Chevrolet S10 LS 4x2 2.8 CTDI Cabine SimplesAs escolhas de cabine, motor, tração e versão das picapes médias permitem formar tantas combinações que se faz necessário analisar bem quais realmente valem a pena oferecer. Há poucos dias a Chevrolet percebeu que também pode conter o avanço das rivais na opção que acaba de agregar à extensa linha da sua famosa picape: seu configurador online já permite aliar a versão básica a câmbio manual, tração 4x2 e ao motor 2.8 CTDI de 180 cv em cabine simples e dupla, que na ordem partem de R$ 78.746 e R$ 89.823.

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Saturday, July 7, 2012

Chevrolet Spark

Clique aqui para ver em alta resoluçãoDepois de um longo processo de reestruturação pós-crise, a GM finalmente retomou a estabilidade. Salvo exceções bem raras, seus resultados vêm sendo muito bons em várias partes do mundo, e entre as variadas marcas desse grupo se revela uma ampla linha de modelos cuja modernidade ajudou muito na recuperação do conglomerado. Com isso, a marca vem aproveitando a volta dos bons tempos para otimizar sua linha. É a razão das mudanças que estamos vendo no Brasil, e da chegada do Spark aos Estados Unidos.

Esse carro representa todo um marco para a Chevrolet norteamericana por ser um forte símbolo da quebra de padrões que os últimos tempos pedem. Afinal, estamos falando de um mercado consolidado pelo gosto por modelos como Cadillac Eldorado, Dodge Charger e Ford Galaxie. Enormes, luxuosos e pesados, eles simbolizam uma época de gasolina muito barata, em que motor V6 era considerado pequeno e básico. Mais tarde, as crises do petróleo tiveram um impacto bem grande nessa sociedade, que agora começava a aceitar melhor os modelos orientais que tentavam se estabilizar ali há pouco tempo. A questão, porém, é que por mais que a conscientização ambiental tenha surgido com força, é sempre difícil mudar os hábitos de uma população. Então o que se viu foi o mercado dali tentar continuar com os carros grandes, mas tentando compensar fazendo melhorias em nome da eficiência – é o que explica, por exemplo, a versão híbrida de um SUV do tamanho da Tahoe. Continuava necessária uma solução mais efetiva, mas o que se viu é que ela precisava vir de fora.

Chevrolet SparkO Spark vem da GM/Daewoo da Coreia do Sul, um dos melhores mercados em aplicar luxo e tecnologia a tamanhos reduzidos. Sua primeira geração foi a que derivou do coreano Daewoo Matiz e depois passou pelos problemas com o chinês QQ, uma cópia feita pela Chery. Mas o Spark de agora mudou tanto que nem deveria ter conservado o nome. Seu design é um dos expoentes da linguagem visual da nova Chevrolet, que vem emplacando vários sucessos pelo mundo ao mesmo tempo que adquiriu identidade própria. Quem mais chama atenção é a dianteira, cuja grade típica levita sobre a tomada de ar inferior e é ladeada pelo que deve ser o maior par de farois de carro que você já viu. Mas esse exagero compensa ao lembrar do objetivo dele: agradar à população mais jovem, que agora pode levar um primeiro carro mais barato que o irmão Sonic. Entretanto, é agradável ver que o aclamado estilo daquele inspirou o caçula: estão lá as portas de linha de cintura alta, as maçanetas traseiras ocultas atrás da janela e a traseira de corte bem reto, com vidro pequeno e lanternas grandes e redondas. O aspecto jovial se completa com as várias opções de cor, em maioria chamativas.

A cabine coleciona elogios. O duplo cockpit ganha um toque especial com o uso de detalhes na cor externa para combinar com o preto e o prata dos outros revestimentos e o azul-claro das luzes. O quadro de instrumentos a la motocicletas é uma versão compacta do usado no Sonic (e no nosso Cobalt) e o espaço dos bancos é satisfatório para quatro pessoas, mas o monumento à tecnologia é a tela de toque do console, que regula as várias funções da central de entretenimento. Um enorme mérito desse carro é a lista de itens: a versão LS parte de US$ 12.245 e traz de série ar-condicionado, sistema de som multimídia, trio elétrico e rodas de liga leve aro 15”, mas o pacote de segurança é de assustar: controles de estabilidade e tração, sistema de rastreamento OnStar e nada menos que dez airbags (!!!). Já a 1LT começa em US$ 13.745 e adiciona a central MyLink, seis alto-falantes, conexão Bluetooth e a tal touchscreen de 7”, entre outros. Por último, a 2LT justifica os US$ 15.045 em melhores revestimentos da cabine, farois de neblina, rack de teto, rodas de alumínio usinadas e spoilers laterais. Todo Spark usa um 1.2 Ecotec quatro-cilindros de 85 cv e vem com câmbio manual de cinco marchas e opção de automático.

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Wednesday, February 15, 2012

Chevrolet S10

S10Ela fundou o segmento das picapes médias por aqui. Chegou aliando o jeitão imponente das picapes americanas às linhas arredondadas e limpas dos anos 1990, com detalhes de estilo exclusivos do Brasil. Logo ganhou a companhia da Blazer, e pouco a pouco foi cativando o público até alcançar a liderança de mercado. Mas os anos passaram e a concorrência investiu pesado. Maiores, mais modernas, e eficientes, as ameaças ficavam cada vez mais fortes, e a pioneira precisava reagir. Dezesseis anos depois, chega a reinvenção da S10.

Ela agora é parte do projeto global que em outros mercados atende pelo nome de Colorado. Seu desenho teve grande participação da filial brasileira, e segue todas as tendências atuais para compor um estilo que não se preocupa em revolucionar, mas impressiona muito bem. São linhas modernas e elegantes que partem de uma interpretação muito bem-trabalhada do tema de dianteira dos Chevrolet atuais, com itens em agradável proporção tanto em tamanho como em posição. As laterais trazem linha de cintura elevada e um bonito detalhe que parte da porta dianteira para terminar só depois da roda traseira. E a parte de trás conta com vistosas lanternas retangulares com elementos saltados, compondo um conjunto que consegue imponência sem parecer bruto.

Chevrolet S10 2012A espaçosa cabine traz desenho e requinte típicos de um carro urbano, mas com o estilo de duplo cockpit já característico da marca. Enquanto o quadro de instrumentos traz velocímetro e conta-giros bem separados como no Camaro e o volante multifuncional lembra o do Cruze, ela traz detalhes próprios como o bonito visor do sistema de som ladeado pelas saídas de ar, e o elegante painel de comando do ar-condicionado quando vem com o aparelho digital: forma um grande círculo com os botões agrupados ao redor da tela. Uma grande sacada foram os porta-copos retráteis logo abaixo das saídas de ar laterais: essa posição permite que a bebida colocada ali se mantenha refrigerada sem nada mais que o próprio funcionamento do ar-condicionado.

A S10 virá em versões LS, LT e LTZ, motores 2.4 flex ou 2.8 turbodiesel, câmbios manual de cinco marchas ou automático de seis e cabines dupla ou simples, em que esta traz banco do passageiro para dois e caçamba mais baixa, com tampa sem chave e com ganchos nas laterais externas para acomodar carga. O 2.4 FlexPower é o mesmo de antes e só vem com 4x2, mas recebeu uma extensa série de modificações para funcionamento mais suave e menos poluente. Gera 141/147 cv a 5200 rpm e torque de 24,1 kgfm a 2800 rpm. A grande novidade é o moderno Duramax 2.8 CTDI, que abusa de tecnologias como turbina de geometria variável, common-rail e balancins roletados para chegar a 180 cv e torque de 45 kgfm a 2000 rpm (48 kgfm quando com câmbio automático).

Apenas a versão LTZ é restrita à cabine dupla. A básica LS traz de série ar-condicionado, direção hidráulica, freios ABS, computador de bordo e grade de proteção do vidro traseiro (cabine simples). Logo acima vem a LT, adicionando alarme, airbag duplo, coluna de direção regulável, sistema de som multimídia, vidros elétricos, retrovisores com luzes de direção, rodas aro 16”, diferencial limited slip e piloto automático com controles volante. Por fim, a LTZ agrega ar-condicionado digital, bancos couro tendo o do motorista ajustes elétricos, volante também com comandos do som, lanternas em LED, rodas aro 17”, detalhes cromados pelo interior e exterior e controles de tração e estabilidade (estes para o motor diesel).

Além de vir em seis cores, a S10 vem com uma extensa lista de acessórios para personalização, como racks de teto, capota marítima, santantônio, trilhos para a caçamba, cromados pelo exterior e estribos laterais. O lazer fica por conta da central multimídia com DVD, e a proteção com sensor de estacionamento, protetor do parachoque dianteiro e farois de milha. Com o motor 2.4, a LS parte de R$ 58.868, LT de R$ 61.890 e LTZ de R$ 84.400. E com o turbodiesel 2.8, LS começa em R$ 85.400, LT em R$ 98.900 e LTZ em R$ 117.400. É de se estimar que a S10 mais equipada que se pode formar atinja os R$ 150 mil.

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Friday, November 4, 2011

Chevrolet Cobalt

CobaltPelo menos no Brasil, a Chevrolet tem certas tradições na gama de modelos: as peruas deram lugar às minivans, e os sedãs têm presença massiva: estávamos até então já com oito. Mas tamanha oferta vem de modelos arrastados ao longo dos anos apoiando-se apenas no preço baixo; isso precisava mudar logo. O Cruze chegou para o lugar do Vectra, e agora o Cobalt vem para substituir os sedãs de Corsa e Astra de uma vez, trazendo muitas vantagens.

Embora sejam parecidos, o Cobalt não é uma simples versão sedã do Agile, e com isso deixou de repetir as tragédias de desenho daquele. Sua frente apresenta farois e grade no mesmo estilo, mas é inegável como retrabalhar as proporções ajudou muito: ele tem linhas que seguem o estilo Chevrolet atual mas mantendo a coerência entre uma parte e outra, qualidade que se preserva nas laterais de cintura tão alta quanto a traseira. Ele conseguiu um ar elegante e imponente, usando cromados e vincos na medida certa; de qualquer ângulo é fácil lembrar dos outros sedãs da marca.

Chevrolet CobaltAinda mais interessante que seu desenho é o tamanho que ele ocupa: 4,48 m de comprimento por 1,73 m de largura e 1,51 m de altura lhe dão tamanho de modelo médio, que combina muito bem com o excelente entre-eixos de 2,62 m. Ou seja, ele é tão espaçoso quanto, mas mais elegante que Renault Logan e muito mais bonito que Nissan Versa, seus principais rivais. E essas boas impressões continuam na cabine, com o brilhante conceito de duplo cockpit que faz as portas parecerem continuações do painel, e com isso passando a sensação de a cabine ser maior.

Além do latifúndio que abriga cinco pessoas tranquilamente, seu interior oferece detalhes de muito bom gosto, como o velocímetro digital em tela azul, combinando com a do sistema de som. Tudo isso envolto pela decoração em duas cores dos revestimentos que também aparecem no volante vindo do Cruze. Outro ponto muito interessante é o porta-malas de 563 litros, quando um VW Voyage, por exemplo, pára em quase 100 litros a menos. A própria Chevrolet diz que o Cobalt é mais espaçoso que seu atual sedã médio.

O Cobalt virá em três versões. Por R$ 39.900 temos a LS, trazendo ar-condicionado, direção hidráulica e travas elétricas. Depois vem a LT por R$ 43.700 agregando rodas de liga leve aro 15”, vidros elétricos dianteiros, airbag duplo e freios ABS. E a LTZ completa a gama, saindo por R$ 45.900 e adicionando farois de neblina, computador de bordo e sistema de som multimídia, entre outros. Por enquanto ele só vem com o 1.4 Econo.Flex de 102 cv e torque de 13 kgfm, que só lhe dão um desempenho “honesto”. Futuramente virão o motor 1.8 antes usado no Corsa, e o câmbio automático.

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Sunday, April 3, 2011

Chevrolet Classic 2012

ClassicFinalmente. Depois de o sedã ter sido amplamente flagrado pelas ruas do país tanto com camuflagem como quase todo visível, a Chevrolet oficializa o face-lift no Classic, bom tempo depois de ter perdido o ineditismo. Com preço básico de R$ 28.294, ele prova que mesmo aos 15 anos de mercado ainda pode ter uma ótima relação custo/benefício, que na verdade é o aspecto que lhe permitiu superar o milhão de unidades vendidas no país.

Chevrolet Classic 2011Seguindo os novos padrões da Chevrolet mundial, a única versão do sedã agora se chama LS. Suas mudanças podem ter sido leves, mas geraram um resultado bem agradável de ver. A frente foi totalmente redesenhada e ganhou faróis, capô e parachoque mais modernos e lisos, enquanto a traseira ficou um pouco mais chamativa com as grandes lanternas que invadem a tampa do porta-malas e a própria tampa, esta agora mais ressaltada. O maior mérito desse projeto nem é tanto o ar mais moderno, mas sim a coerência que conseguiu manter com o projeto original.

Mesmo que nosso novo Classic seja apenas o antigo Sail atualmente fora-de-linha na China, aqui ele até ganhou alguns detalhes que os padrões de sua categoria apontam como requintados. É o caso do filete cromado da grade dianteira, das maçanetas e frisos laterais na cor do veículo, e até do repetidor lateral da luz de direção, ausente mesmo em modelos maiores. Entretanto, seu interior ganhou apenas novo grafismo do quadro de instrumentos e a manopla do câmbio usada no Prisma, e o motor continua o 1.0 VHCE flex, de 77/78 cv, quando usa gasolina ou álcool.

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Thursday, February 3, 2011

Chevrolet Celta e Prisma 2012

Chevrolet Celta 2012Provavelmente por causa da última crise econômica mundial, a Chevrolet do Brasil até hoje não pode dizer que se reergueu totalmente. Pelo contrário, ela ainda está passando por um período de decadência impressionante, e a defasagem de toda a sua linha nacional é prova disso. Já se sabe que eles têm todo um plano de reestruturação preparado para a linha brasileira, então é de se esperar que eles o coloquem em prática o quanto antes.

Chevrolet Celta e Prisma 2012A linha Astra está duas gerações atrasada em relação à Europa, e como trazer a geração seguinte ficaria caro, esta veio simplesmente travestida como o modelo maior, nossos atuais Vectra. Já tivemos o Corsa em sintonia com o Primeiro Mundo em duas gerações, mas a segunda encalhou. Então mantiveram o primeiro como Classic, e usaram a base deste – e não do segundo Corsa – para lançar em seu lugar a aberração chamada Agile.

Mas algum tempo antes também se fez outro projeto tomando o Corsa de 1994 como base - é o que gerou o Celta e mais tarde o Prisma, que ocupam o segmento de entrada da gama sem ter passado por nenhuma mudança profunda. E por mais que lançar a linha 2012 em janeiro de 2011 possa indicar que uma revolução chegou, as mudanças que estes dois carros receberam chegam a ser desprezíveis.

Os dois receberam nova grade dianteira e parachoque, na verdade as mesmas peças mas redesenhadas, ganhando um visual sintonizado com a linha Chevrolet atual pelo mundo. Na traseira o Celta recebeu lanternas fumê e o Prisma uma estranha faixa cromada na altura das lanternas, e todos os logotipos da marca abandonaram o aro prateado. No interior a situação não muda muito: apenas novos volante, botões do ar-condicionado, revestimentos de bancos e quadro de instrumentos, esse seguindo a cor Ice Blue.

As versões também mudaram para acompanhar o resto dos Chevrolet: Os dois modelos agora podem vir na versão básica LS ou na de topo LT, ainda que ambas ofereçam os mesmos mínimos pacotes de equipamentos de sempre, ainda que a lista de opcionais e acessórios compense. Os motores são os mesmos, 1.0 de 77/78 cv e 1.4 de 95/97 cv (gasolina/álcool), sendo o último exclusivo do Prisma. Os preços começam em R$ 26.115 para o hatchback, e em R$ 31.344 para o sedã.

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Wednesday, September 29, 2010

Chevrolet Montana

Chevrolet Montana Se o mercado brasileiro possui motivos de orgulho, como excelente volume de vendas e modelos que fazem sucesso até na Europa, infelizmente exibe também algumas facetas vergonhosas, como o caso da Chevrolet por aqui. Se nos anos 1990 fomos privilegiados com o melhor que existia na Europa, como os equivalentes de Opel Omega, Vectra, Astra, e até Corsa, hoje em dia nosso Vectra foi rebaixado ao Astra europeu, nosso Astra vegeta há quase uma década, e mesmo o então novo Corsa conseguiu encalhar por aqui, por causa de estratégias deficientes da fábrica. E até hoje ainda somos obrigados a ver o Corsa antigo saindo como 0km, com uma frente nova mas o mesmo desenho de resto que já grita implorando por aposentadoria.
 
Mas como se não bastasse tudo isso, ainda sofremos a tortura visual chamada Agile, que começa a fazer família. Igualmente desengonçada, a nova Montana trocou as equilibradas linhas da linha Corsa, para nesta nova geração receber o festival de desencontros que caracterizam os Agile. É impressionante como o carro consegue ter partes bem-desenhadas, mas que simplesmente não “conversam” entre si. As laterais ficaram uma ótima evolução do que se tinha na primeira Montana, com um degrau maior e um paralama abaulado que lhe dá ideia de robustez. Mas a frente continua sendo motivo de espantos, com faróis cujo formato parece não saber como ocupar o espaço, e uma grade com pelo menos o dobro do tamanho de qualquer outro carro de seu segmento. Pelo menos o novo parachoque trouxe um estilo mais coerente com ela, ainda que uma frente dessas realmente não precise de ainda mais aberturas…
 
Os compradores de picapes compactas geralmente são empresas, que a usam para levar cargas pesadas, ou jovens que apenas querem um carro com desenho atraente. Gosto é algo que existe dos mais variados tipos, mas fato é que a caçamba da picape aumentou: Mede 1,68 m de comprimento, e com isso tem volume de 1100 litros, com a excelente capacidade de carga de 758 kg. E é justamente o espaço que se mostra como um ponto forte dos Agile, porque na nova Montana a cabine é a mesma, mas atrás dos bancos dianteiros ela traz mais 164 litros, espaço útil para pequenos objetos sem que se precise deixá-los descobertos na caçamba.
 
Como era de se esperar, a picapinha traz o 1.4 Econo.Flex, que nela rende 101/104 cv e a leva de 0 a 100 km/h em 12,1 segundos, além de uma velocidade máxima de 170 km/h (dados de fábrica com álcool). Quanto à versões, a LS é a de entrada (R$ 31.990). Já vem com calotas e protetor de caçamba, mas mostra que é o modelo “trabalhador” da linha ao incorporar dez ganchos ao redor da caçamba, para amarrar cargas. Já a versão Sport (R$ 44.040) traz faróis com máscara negra e lanternas fumê, detalhes da carroceria na cor do veículo, coluna B com adesivo preto, e rodas de liga leve de 15 polegadas. A lista de opcionais é interessante, com rodas aro 16’’, freios ABS, airbag duplo, piloto automático e sensor crepuscular.
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