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Friday, March 15, 2013

Hyundai HB20S

Hyundai HB20SPor mais que hatchback e sedã sejam incontestáveis campeãs de venda entre as categorias de carro oferecidas em nosso mercado, seus espectros de atuação não coincidem demais. São os primeiros que costumam receber versões esportivas e, por outro lado, formam a maior fatia do segmento de entrada, ao passo que os três-volumes são os responsáveis por agradar quem prioriza o requinte de um modo geral. São exatamente estas “regras” que dividem a linha brasileira que a Hyundai acaba de completar.

Analisar este carro não apresenta muitas surpresas por causa do contexto que tem. A família HB20 tem projeto atual, cada veículo tem um bom conjunto técnico e todos têm produção nacional, mas este caso particular só está tendo todo o sucesso que se vê nos registros mensais de vendas porque foi lançada no momento certo. Afinal, a revolução que se fez na linha mundial da Hyundai a partir do Sonata atual já passou do início instável há tempos, e hoje vive um período de estabilidade que a montadora vem aproveitando muito bem: assim como a Apple com os eletrônicos, quase qualquer produto lançado pelos coreanos termina muito bem aceito, nem que seja em maior parte pelo design. A nova geração do Santa Fe já indica que em breve essa linguagem de estilo vai precisar de retoques, mas até agora não é necessário fugir da “receita” consagrada para obter sucesso. Reconhecer o que se deve mudar e o que não é basicamente tudo o que traduz o sucesso dos HB20, mais do que as qualidades mencionadas no início deste parágrafo. Neste caso, a ideia começou com adaptar o estilo de i30 e Elantra a um formato menor, mas também aos costumes do brasileiro: optou-se por um projeto exclusivo em vez de aproveitar o i20 europeu, e desde os seus primeiros traços já se pensaram em uma variante aventureira urbana (o HB20X), um sedã e um crossover, que chegará mais tarde.

Hyundai HB20SIsso é o que permite afirmar que o HB20S consegue ser um excelente produto sem revolucionar em nada. As imagens comprovam que a traseira deste sedã é um excelente símbolo de como a Hyundai conciliou a “Escultura fluida” a mais uma das preferências do nosso mercado: as referências aos irmãos maiores estão todas lá, mas adaptadas a elementos mais vistosos para não destoar do tamanho avantajado, que claramente foge da ideia de cupê-de-quatro-portas vista no novo Prisma para exibir um visual bem mais sóbrio. A cabine repete o ótimo padrão do compacto, com alta qualidade de materiais e iluminação azul, e os motores também serão o 1.0 12v de três cilindros e 80 cv e o 1.6 16v de 128 cv. A lista de versões começa com a Comfort Plus (1.0 por R$ 39.495 e 1.6 por R$ 44.995), que traz ar-condicionado, airbag duplo, conexão Bluetooth, direção hidráulica, sistema de som multimídia e travas e vidros elétricos. A Comfort Style (R$ 42.675 e R$ 48.175) completa o trio elétrico e soma freios com ABS e EBD e rodas de liga leve de 14”, ao passo que a Premium (R$ 50.795 apenas com o 1.6) agrega farois de máscara cromada, rodas de liga leve de 15”, sensores crepuscular e de estacionamento e volante em couro. As duas últimas podem unir o motor 1.6 ao câmbio automático, o que volta a reforçar que esta linha deixa a categoria de entrada para o hatchback: respectivamente, os preços passam para R$ 51.375 e R$ 53.995. Este modelo chega às lojas no dia 20 de abril.

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Hyundai ix35 Fuel Cell

Click to see in high resolutionAfter debuting at the last Paris Motor Show, Hyundai’s latest ecologic initiative had its production started at the South Korean plant. These pictures may show only a slightly redesigned version of this famous crossover, but the truth is this release earns huge importance simply by remembering of its historical context. This ix35 won’t even be offered to the public right now, but this article will show why it can be seen as part of the car industry’s next big step towards the non-pollutant vehicles.

You’ve certainly seen lots of “green” cars being showed in the past few years. Existing vehicles receiving versions with one of the new propulsions, their automakers creating whole new models, to work with electric or hybrid projects from the project’s beginning, and even whole new companies being founded, relying exclusively on the sales appeal of producing only petrol-free transportation. Unfortunately, there are so many difficulties on establishing such big changes into the public’s habits that only some of those pioneers achieved true success. The bright side of all those attempts is that people actually started to get used to these two new kinds of car a little more, while the companies began to offer better-looking and more capable vehicles at smaller prices. In other words, introducing new technologies depends very much on the public acceptance, but also on how good are the offered vehicles: both sides need to get closer, in order to meet at the halfway called good sales. This is what first happened to hybrid propulsion, what is happening to electric vehicles and now is about to start with the hydrogen systems. There aren’t so many concrete results concerning this technology, like Honda FCX Clarity, but that’s just a matter of time.

Hyundai ix35 Fuel CellFuel Cell’s exclusive front fascia features a bigger, single-element grille whose imponent design has huge resemblance with the bigger brother Santa Fe. Besides, there are minor external changes such as the dark-painted wheels, but the car’s design wasn’t significantly altered. But another fact is these changes do bring once again the “novelty sensation” it’s always nice to have in any car, not to mention it follows Hyundai’s interesting strategy of distinguishing its petrol-free versions with exclusive designs like this one. This crossover actually uses electric propulsion, with a lithium-ion 24-kWh battery, but the new system was given the role of providing the necessary energy by converting hydrogen into electricity and managing to provide interesting a 365-miles range without recharging, along with 12s5 acceleration time from 0 to 60 mph and 100 mph of top speed. The Korean automaker will start offering this car only for companies and government institutions, always in the European market until 2015. The expectations for that time are to have these cars’ production costs lower and the demanded infrastructure improved enough to stimulate offering hydrogen-moved vehicles to the public. Until then, Hyundai will produce 1,000 units of this special ix35.

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Monday, March 11, 2013

Hyundai Sonata Hybrid 2013

Click to see in high resolutionAlmost like Nissan has done with Leaf few months ago, Hyundai has only updated this version’s powertrain, for North America. The ecologic Sonata starts at US$ 25.650 and received bigger generator, more powerful electric engine and lithium-polymer battery. These changes increased the electric power in 14 hp (reaching 46 hp), while the new battery is lighter and takes less space, resulting on a 12.1-cu-ft trunk. They also enable longer life for the all-electric mode and better final consumption, reaching 38 mpg.

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Wednesday, January 30, 2013

Hyundai HB20X

Hyundai HB20XTalvez você lembre da intenção principal que a Hyundai teve ao iniciar toda esta empreitada que atende pelo nome de HB20. Para alcançar uma participação de mercado pelo menos no nível de Citroën, Renault e Peugeot, por exemplo, a coreana manteve a excelente fama iniciada com os modelos mais caros mas agora a estende às categorias de volumes maiores. Em outras palavras, depois de criar um compacto exclusivo para o Brasil, quem poderia duvidar que o próximo passo seria competir entre os aventureiros urbanos?

Como era de se esperar, as imagens oficiais e a publicidade da marca dão a ideia de que este carro consegue transpor trilhas que na realidade pertencem ao naipe de legítimos jipes. Os fatos, no entanto, são que o HB20X traz alterações de monta bem menor, porque sua intenção na verdade não é tão grande assim. A Hyundai brasileira acaba de colocar em prática o que os concorrentes da novidade com certeza farão assim que os seus modelos chegarem à época das novas gerações: aproveitar as vantagens de prever estas versões desde o começo do projeto. Carros como 207 SW, Fox e a própria Palio Weekend surgiram todos antes de este gosto virar uma moda tão forte, de forma que quando ela chegou os fabricantes precisaram recorrer a adaptações. Já o HB20 é um dos primeiros a contar com tal variação de nascença, o que lhe permite resultado visual bem melhor: ele troca o excesso de apliques de plástico, por exemplo, por parachoques exclusivos. Seu ar mais agressivo se faz com aspecto mais volumoso e itens como a grade dianteira bem maior, combinando com o bom gosto dos demais acessórios como o rack de teto e as rodas de liga leve exclusivas. É nada mais que repetir em escala de menor preço o que fabricantes como Audi e BMW fazem há alguns anos com os pacotes esportivos: projetá-los em paralelo com o desenho padrão do carro permite a esses kits complementar o estilo do mesmo, em vez de bifurcar as atenções.

Hyundai HB20XAlém disso, a ausência de mudanças mais extremas como o estepe direcionado à tampa traseira só volta a confirmar que a Hyundai deixou os extremos para seu crossover compacto, que terá a base do HB20 mas chegará nos próximos anos. As únicas mudanças da cabine foram os bancos com dupla costura, pedaleiras em alumínio e o volante revestido em couro na versão Premium, o que tem seu lado bom e ruim: trata-se de ter mantido um interior cuja qualidade já tem ótima aceitação do público, mas simples mudanças como cores de revestimentos e de luzes teriam dado ar muito mais condizente com a proposta da versão nova. O carro sempre usa o 1.6 16v flex de 128 cv, e a versão Style (R$ 48.755) traz de série airbag duplo, ar-condicionado, computador de bordo, Bluetooth, direção hidráulica, farois de neblina, rodas de liga leve aro 15”, sistema de som multimídia (sem CD player) com comandos no volante, trio elétrico e cabine com bancos em azul e console em preto. A Premium (R$ 51.255) soma ar-condicionado mais sofisticado, banco traseiro bipartido, chave multifuncional, palhetas Aeroblade, sensores de estacionamento e crepuscular, vidros com função one-touch e a curiosa opção de trocar o sistema de som por um que traz CD/MP3 player mas perde a conexão Bluetooth, esta opção sem custo extra. É uma pena que os preços sejam salgados já usando o câmbio manual: a caixa automática de quatro marchas passa as versões respectivamente a R$ 51.955 e a R$ 54.455.

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Sunday, January 20, 2013

Hyundai HB20 2013

Clique para ver em alta resoluçãoEm quatro meses ele já muda para a linha 13/13. Os sistemas de som ganharam Bluetooth, com a versão Comfort 1.6 diferindo das mais caras por vir com tela menor, entrada USB no som (as outras a têm no console) e sem CD player. Seus volantes somaram as teclas de ligações, e os vidros elétricos agora são um-toque e se acionam pela chave. As luzes do painel ficaram todas em azul, vieram palhetas do limpador tipo flat-blade e novos detalhes internos cromados para Comfort Style e Premium e prateados quando com 1.0, entre outros.

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Sunday, January 13, 2013

Hyundai i30 2

Clique para ver em alta resoluçãoVocê lembra de quando o i30 fez sua estreia no Brasil? Enquanto o Sonata começava a revolução de estilo que deu importância mundial à Hyundai, o hatch médio focou no custo/benefício para tentar firmar a marca entre nós, que até então era representada apenas pela importadora Caoa. Mas mesmo com aquelas propagandas de ufanismo cômico, o fato é que aos poucos ele conseguiu prosperar no país, ganhando uma aceitação tão grande que sua segunda geração agora chega em um contexto totalmente diferente.

Além do fato de o modelo destas imagens ser uma geração completamente nova, as diferenças entre ele e o i30 antigo têm outra razão muito importante: elas correspondem a diferentes fases da Hyundai. Lançado em 2007, o primeiro não fugia da sina que acometeu os carros coreanos nessa época: eles usavam construção moderna e já não pareciam tão antiquados como na década anterior, mas não havia inspiração. Eles eram bem diferentes entre si e não haviam muitos desenhos extravagantes ou desequilibrados, mas não chamavam atenção. Careciam de destaque, de algo que fizesse o cliente olhar para um Hyundai, Kia ou SsangYong buscando algo além de um simples meio de transporte. A fase atual do Sonata e a chegada do Kia Soul provocaram enormes mudanças nessa reputação porque as marcas aproveitaram a oportunidade para passar por uma completa melhoria. Pouco a pouco renovaram todos os modelos à venda e criaram novos e melhoraram a qualidade de construção e apostaram em projetos modernos. Isso tornou sua presença cada vez mais importante mesmo nos mercados mais exigentes, a ponto de exercer ameaça até ao mercado das marcas mais tradicionais. Hoje em dia se considera um Hyundai ou um Kia pelas mesmas razões que um Honda, Peugeot ou VW, por exemplo.

Hyundai i30Com isso, depois de se estabilizar nessa posição muito mais confortável, o começo da presente década permitiu certo relaxamento para os coreanos. Nunca no sentido de deixar seus produtos ao sabor do passar do tempo, mas sim sem a necessidade de inventar outra revolução estilística a médio prazo. Isso culmina com a nova geração do i30 porque seu lançamento mundial feito no ano passado mais uma vez comprova que a Hyundai agora se dedica a aperfeiçoar o que criou. O hatchback das fotos passa a ser uma versão dois-volumes do Elantra, para aproveitar a excelente aceitação que ele já garantiu mundo agora – aqui os nomes diferentes se mantiveram, mas nos Estados Unidos o i30 é chamado Elantra GT. Claro que nada disso impediu o i30 de ter suas particularidades de estilo, muito pelo contrário. Enquanto o irmão aposta numa profusão de cortes com formas mais arredondadas, o estilo do hatchback é mais retilíneo. Talvez para agradar os homens, a esportividade do novo i30 começa com os arcos cromados que dão uma nova interpretação à famosa grade hexagonal bipartida. Os farois esguios ainda estão lá, mas trazem um esquema interno em duas cores que combina muito bem com os vistosos farois de neblina. As laterais sugerem imponência com a linha de cintura bem elevada e em subida, e contam com muito bom gosto no recorte das janelas e na escolha de vincos. Já a traseira conta com a elegância das lanternas não tão esguias como no sedã e formas sem excesso de volume.

A cabine evoluiu muito em todos os aspectos, não só no belo desenho que mistura as cores preto e prata combinando à iluminação azul já característica da Hyundai. Até o momento o novo i30 está sendo oferecido apenas em pré-venda na rede de concessionárias, por enquanto em versão única. Ele traz airbag duplo, ar-condicionado digital, direção elétrica com três modos, freios com ABS e EBD, navegador GPS, rodas de liga leve aro 17”, sistema de som multimídia com controles no volante e sistema keyless, entre outros itens – a versão topo-de-linha agrega controles de estabilidade e tração, sensor de estacionamento e câmera de ré, entre outros. Já o trem-de-força teve mudanças dos dois tipos: o câmbio automático agora tem seis marchas, mas o motor passou a ser o 1.6 16v flex de 128 cv de potência e 16,5 kgfm de torque, que equipa o Veloster e até mesmo o HB20. Ainda se pode esperar por opções com câmbio manual e motor 2.0, esta para daqui a mais tempo, mas o maior problema do novo i30 é o preço: cobrar R$ 75.000 pela versão citada só se explica ao considerar argumentos supérfluos como o veículo ser a última novidade da marca ou mesmo que terá demanda muito grande. Sem contar que outra vez a importadora Caoa restringe a paleta de cores ao preto e ao prata.

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Sunday, December 16, 2012

Hyundai Tucson Flex

Clique para ver em alta resoluçãoSe os lançamentos dos últimos anos já lhe fizeram virar um fã da Hyundai, quaisquer novidades sobre os produtos da marca coreana certamente já lhe dão grandes expectativas, em especial quanto ao design. Mas ver a de agora pode motivar algumas perguntas: Onde estão os farois chamativos? A grade hexagonal? Os vincos marcantes? Nada se vê aqui porque o Tucson veio antes de tudo isso. Ele já demorou a ser produzido aqui, e somente dois anos depois vem a melhoria que na verdade já é regra no mercado brasileiro.

Uma forma de explicar a estratégia que a Hyundai-Caoa aplicou com seus crossovers no Brasil é compará-la com o que a Chevrolet fez anos atrás com o Astra. Assim como o hatch de raízes alemãs, o Tucson veio ainda em sintonia com o que se oferecia no exterior, no seu caso para o segmento dos crossovers médios. Como suas vendas resultaram satisfatórias, a posterior chegada do ix35 fez o fabricante tentar vender os dois por aqui, na já conhecida estratégia de deixar o modelo novo no segmento desejado e baratear o antecessor para vendê-lo agora na categoria inferior (o Astra passou por isso quando vieram Vectra e Vectra GT). E outra vez vieram números interessantes para ambos, porque o Tucson passava a rivalizar com Ford EcoSport e Mitsubishi Pajero TR4, entre outros. Isso foi o que motivou sua produção nacional a partir de 2010, através da Caoa – o HB20 é feito em outra fábrica, e pela própria Hyundai – e que se mantém até os dias de hoje. O problema está em que desde essa época o Tucson já havia entrado na sobrevida. Ou seja, ele já havia superado seu ciclo de vida original e a partir daí deveria apenas “preencher a lacuna”, mantendo-se o mais intacto possível para atrair pelo preço baixo até que sua retirada de produção se tornasse viável para a montadora.

Hyundai TucsonEntretanto, o que se vê aqui é a atitude oposta. O problema de investir em carros de atuação paliativa está em que se gastam quantias consideráveis num projeto que já está em baixa, e que portanto não vai demorar a chegar ao ponto de vender tão pouco que não é mais válido produzi-lo. Como se isso não fosse suficiente, este motor flexível chegou dois anos depois da produção nacional, o que para o Tucson deve representar cerca de metade da sobrevida. Por mais que isso indique no mínimo mais uns dois anos de oferta do modelo 0km, esta geração está por completar nove anos desde o lançamento mundial, o que se torna muito mais desestimulante em categorias de custo mais alto. Porém, os clientes que não se importarem com o risco de o carro sair de linha antes do fim dos cinco anos de sua garantia agora levarão um 2.0 16v com comando de válvulas variável e cabeçote e bloco em alumínio, que gera 142/146 cv (gasolina/álcool) e sempre usa câmbio automático de quatro marchas. A versão básica parte de R$ 67.500 trazendo de série airbag duplo, ar-condicionado, direção hidráulica, freios com ABS e EBD e trio elétrico. Já a versão de topo começa em R$ 75.000 e estará disponível a partir de janeiro: ela incorpora bancos de couro, sistema de som multimídia com DVD e GPS e o novo sistema de monitoramento da pressão dos pneus.

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Wednesday, September 12, 2012

Hyundai HB20

Hyundai HB20Que outro modelo você lembra de ter começado a aparecer para as revistas especializadas com coberturas plásticas sobre quase todo o exterior? Depois de todo esse suspense que incluiu permitir revelar o interior só agora, finalmente chega o mais novo Hyundai do mundo. Lembrar que se trata de um projeto feito exclusivamente para o Brasil serve como perfeita prévia da importância que esse carro tem para os planos dos coreanos para o nosso mercado. Aqui você saberá o que ele traz para cumprir esse papel de tanta importância.

Já se sabe que sua produção sairá da fábrica da Hyundai em Piracicaba (SP), mas vale lembrar que essa iniciativa ganha destaque porque é o primeiro passo efetivo da Hyundai em busca da consolidação como uma das marcas de vendas mais expressivas do Brasil. É o caminho que Honda e Toyota percorreram no começo dos anos 1990, Citroën, Peugeot e Renault no começo da seguinte e Chery, JAC e Nissan trilham agora. Todas ainda estão longe de ameaçar as Quatro Grandes do país, mas já apresentam números expressivos. Mas para fazer isso é preciso um modelo de volume, que no caso do Brasil é um popular por causa da altíssima aceitação que esses modelos têm por aqui. Porém, a Hyundai merece destaque porque deixou de vez no passado a atitude de vinte anos atrás, quando importava carros de desenho insosso e sem nenhuma vantagem palpável frente à concorrência. Dessa vez ela lançou um produto de grande carisma, que tem altas chances de obter ótimos números de vendas, no patamar que hoje é alcançado pelo Nissan March, mas evitando os problemas deste em suprir sua demanda porque o HB20 não sofre com as cotas de importações do México ou mesmo com ter a produção dividida com a destinada a outros mercados.

Hyundai HB20Ele já demonstra garra no exterior, ainda que sem se valer de inovações. As linhas não deixam dúvida que ele abusa da tendência de escultura fluida que o Sonata inaugurou em 2009, apostando em vincos fortes e recortados, com um estilo que transpira esportividade e lhe faz passar a agradável sensação de lembrar os irmãos maiores, mas sem se parecer demais com eles – o Azera, por exemplo, usa uma interpretação mais sóbria desse estilo. O único dissabor que isso acarreta é que o HB20 vai ser um carro de altas vendas, então esse estilo tende a ficar banalizado com rapidez por causa da exposição excessiva. Mas não se pode negar que ele é muito mais atraente que o i20 vendido na Europa, carro que lhe empresa a plataforma. O nacional não compartilha nenhuma painel externo com ele, e isso se vê em que o modelo vendido lá fora parece muito mais comportado ao lado do nosso. Aliás, ele é homenageado no final do nome HB20, em que HB é sigla para  “Hyundai Brasil”. O modelo nacional tem planos de receber ainda uma variação sedã e outra crossover, com vendas restritas ao Brasil pelo menos neste primeiro momento. O hatchback será a estrela da marca no Salão do Automóvel de São Paulo, mas estará exposto ao lado de uma versão conceitual com apelo off-road, para testar a recepção do público.

Como era de se esperar, a cabine também recorre a causar boa impressão através de inspirar-se nos modelos mais caros da marca. Estão lá as várias linhas fluidas, que além de usar detalhes prateados e iluminação azul, usaram um detalhe que não é difícil de implementar, e que quando presente, colabora para uma sensação muito agradável: repare que o console central não é tão estreito, mas aparenta bastante altura. Valorizar as verticais nesta peça remete aos carros de luxo, em geral porque eles a têm unida à parte entre os bancos. O ambiente passa a parecer mais sério, com um toque de formalidade que ajuda os ocupantes a esquecer que se trata de um carro de baixo custo. Situação oposta ocorre com Fiat Uno e o futuro também rival Toyota Etios, cuja diferenciação dos demais se faz procurando causar sensações diferentes. Sob o capô, este carro usará duas opções já bem conhecidas: o Grupo Hyundai-Kia lhe beneficia com dois motores flexíveis: o menor é o 1.0 de três cilindros e doze válvulas estreado no Picanto, e gera até 80 cv de potência e 10,2 kgfm de torque, enquanto o 1.6 16v é parente do usado no Veloster, e exatamente o que leva o Soul brasileiro: chega a 128 cv e 16,5 kgfm. Este último pode trazer câmbio automático de quatro marchas, mas a opção padrão é manual de cinco. Como este Hyundai não é trazido pela Caoa, uma ótima notícia é que ele trará oito opções de cor, incluindo metálicas e perolizadas.

Dos 3,9 m de comprimento, 2,5 m do HB20 são de entre-eixos, e até aí ele fica na média dos rivais. A diferença está no porta-malas, que com 300 litros lhe deixa no topo. A gama de versões parte da Comfort 1.0, que agrada por trazer airbag duplo, ar-condicionado, computador de bordo e direção hidráulica por R$ 31.995 – com o 1.6 se somam freios com ABS e EBD e detalhes internos cromados, por R$ 36.995. A Comfort Plus soma alarme, chave canivete e vidros elétricos ao 1.0, que fica em R$ 33.995, e soma ao 1.6 alarme e vidros e travas elétricas, ficando em R$ 38.995. Já a Comfort Style agrega ao 1.0 freios ABS, rodas de alumínio de 14”, retrovisores elétricos e sistema de som multimídia, entre outros, passando a 37.995; no 1.6 se somam farois de neblina, retrovisores elétricos e rodas de 15” por R$ 42.995 – o Comfort Style 1.6 automático fica em R$ 45.995. Por último fica a versão Premium 1.6, que soma bancos em cinza, farois cromados, painel em dois tons, rodas de alumínio aro 15”, sensores crepuscular e de estacionamento e volante em couro por R$ 44.495, com o câmbio automático levando a R$ 47.995. Dar o nome da categoria a essa versão de topo foi uma forma muito deselegante de a Hyundai expressar até onde quer levar sua novidade, mas só o mercado dirá se o HB20 terá toda essa versatilidade.

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Thursday, August 30, 2012

Hyundai Grand Santa Fe

Click to see in high resolutionSome months after fascinating everyone with this crossover’s new generation, Hyundai now surprises the media once again by releasing the extended version of Santa Fe, whose name is expected to become “Grand” just like the French minivans Citroën C4 Picasso and Renault Scénic, and even the Brazilian sedan Fiat Siena. The Korean becomes very interesting because what may seem like only a long-wheelbase option actually has an entirely different proposal. This article will show how prepared it is to accomplish it.

As it was mentioned in the five-seat version’s article, these cars represent Hyundai’s “post-revolution” moment. After stabilishing the Fluidic Sculpture language with plenty of success, Santa Fe brings a much more elegant interpretation of what’s seen on Elantra, Veloster or even ix35. And since the automaker wants to give a higher-quality impression to the customers, it’s necessary to make bolder investments. North America seems to have started dropping the vans in favor of the bigger crossovers, maybe for their off-road abilities or even just to abandon the boring family-look for a subcategory which is starting to resemble tougher and “cooler” station wagons, like Ford Flex, Toyota Venza or VW’s future production version of CrossTourer concept, all of them with more than five seats. In Hyundai’s showroom, this category was supposed to be covered by Veracruz, but since it was received as nothing more than a bigger Santa Fe and ended up with bad sales, the automaker decided to take this reputation by the good side. They didn’t insist on using a new name and even avoided the other extreme of these possibilites, which would be only stretching Santa Fe Sport. Therefore, as in almost every decision in life, avoiding the extremes turns out to be the best option.

Hyundai Grand Santa FeLooking at these two Santa Fe explains why Hyundai will call them Sport and Grand, in some markets. While the front lights are the same, Sport’s grille shares Sonata’s tridimensional effect to highlight the central area, while Grand brings bigger size and chrome painting to create a more solid style. The sides have even different back doors, because Sport uses a smaller third window while Grand’s bigger size imposes a more classical shape. Even the tail lights escaped the money-saving decisions, with Sport using an irregular shape like ix35 and Grand opting for a more elegant design. The cabin, on the other hand, received only functional changes. The same very attractive design seats two more occupants and bigger trunk space here, with seats that can be folded in several combinations to optimize the available space. This car will also bring lots of technology items for comfort and safety, but focuses on a more classical concept, with plenty of coating colors and some wooden details. Grand Santa Fe will only feature a gasoline Lambda II V6 3.3L with direct injection, producing 290 hp and achieving 21 mpg consumption. This car will always use a six-speed automatic transmission, and the announced towing capacity is 11,000 pounds. The US market will have it in four trim levels, with the first one starting at US$ 28.350.

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Friday, April 6, 2012

Hyundai Santa Fe 3

Click to see in high resolutionIt’s interesting to notice there are some patterns ruling the music industry which could also be applied to the car world. Haven’t you noticed that every year has lots of unknown performers popping with a few songs which don’t take long to become annoying due to the endless repetition, but frequently return to ostracism after some months? Having your own fifteen minutes may be getting harder, but even tougher is to maintain that fame. That’s exactly what Hyundai is now trying to do with its cars, and this article will show why.

Fluidic sculpture is the name for which Hyundai must thank to. This design language first hit the streets with Sonata’s current generation, released in 2009, but before giving the automaker a big series of successful cars, it brought a great opportunity of directing the spotlights to it like it was never done so far. In other words, Hyundai suddenly received all the media attention, but also the need of showing something with enough potential to convert that into customers. After all, this brand was already well-stabilished. It lacked some “extra” item, something that made it stand out in the crowd. So the Koreans made sure to not only show pretty vehicles, but entirely good ones. In other words, new platforms, bigger construction quality and more investments at technology both for luxury and performance. So if they’ve started to sell better products, it wouldn’t be hard to expect the success it has actually been seen in the last years. But as the music stars mentioned at this article’s beginning, Hyundai would soon lose the spotlights to another automaker if it just kept using the same formula. Therefore, in order to preserve the good reputation it now presents an evolution of those original design concepts, with most of the same elements now associated to a much more elegant interpretation.

Hyundai Santa Fe 1This new phase started from the top of the showroom, with expensive vehicles such as Equus, Azera and now Santa Fe. The crossover uses slightly more straight lines and achieved an excellent proportion between the windows and the black and chrome parts at the body, managing to resemble most of the current Hyundai cars without looking like some copy. The interior received a great upgrade in everything, with a very attractive design in several coating options, not to mention cutting-edge items such as the panoramic sunroof and the big touchscreen for the infotainment system. This generation differs from the previous because it’ll also have a seven-seat option, expected to use longer wheelbase and some exclusive design items – Hyundai’s idea is to replace Veracruz with it, competing at this one’s market with the bigger charisma of Santa Fe. What the pictures don’t show are the expected engine options: with diesel it’ll use a 2.0L and a 2.2L, respectively with 150 and 200 hp, while the gasoline options are a 190-hp 2.4L and the turbocharged 2.0L with 260 hp. It’ll have two-wheel-drive and all-wheel-drive traction options and manual or automatic transmissions, but always with six speeds. The safety pack has obviously increased, too, featuring reprojected braking, suspension and steering and several electronic systems to provide help.

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Tuesday, February 28, 2012

Hyundai ix35 Flex

Hyundai ix35 FlexEm março chegará às nossas revendas o primeiro Hyundai flexível do planeta. Ele recebe o mesmo 2.0 16v estreado há pouco tempo pelo “irmão” Kia Sportage, portanto deve gerar os mesmos 169/178 cv (gasolina/álcool). É de se esperar que ele também receba o câmbio manual de seis marchas e a direção elétrica, sem alterar o resto das configurações. Prestes a ganhar produção nacional em Anápolis (GO), o ix35 não fugiu do ridículo excesso de pompa dos anúncios da marca: segundo eles, usa “a tecnologia flex mais avançada do mundo”.

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Monday, February 6, 2012

Hyundai Equus

EquusDessa vez a Hyundai trouxe seus dois maiores sedãs ao Brasil à mesma época. O Equus chega numa época em que sua marca está tendo no Brasil a mesma imagem do resto do mundo, associada a carros modernos e muito estilosos, e portanto aproveita este “berço” para brigar com a linha intermediária dos consagrados sedãs alemães de luxo, como Audi A6, BMW Série 5 e Mercedes-Benz Classe E. Ele chega por R$ 320 mil e as reservas já podem ser feitas.

Por mais que a clientela dessa categoria aprecie sobriedade, também é muito importante que existam toques de personalidade, traços que façam o modelo se diferenciar dos demais e com isso vir a se encaixar na personalidade de quem o compra. Então o Equus obviamente procura apostar na fluidez das linhas dos Hyundai. Sua dianteira com frisos curvos lembra muito o Sonata, mas a grade é mais larga e vistosa até que a do Genesis. Já as laterais lembram muito o Azera, terminando em vincos fortes. Mas sua traseira já aposta num visual mais comportado, ainda que com lanternas no estilo dos farois, não tão grandes e colocadas nos extremos para passar ideia de maior largura.

Hyundai EquusPorém, é uma pena que o Equus agrave a crise de identidade do Genesis: ele não só omite o logotipo da Hyundai como usa um outro. É completamente compreensível que a Hyundai prefira não usar a mesma imagem dos modelos mais baratos e esportivos com o exemplar de luxo, mas é para isso que existem as divisões de luxo já mencionadas no texto do irmão menor. Requerem todo um investimento, mas é uma necessidade para marcas que querem agradar aos dois grupos de clientes porque com isso a marca Hyundai fica isolada com o foco nos modelos pequenos e médios e deixa os modelos de luxo responsáveis por outro nome, tendo assim a chance de passar melhor a ideia de distinção que se quer.

A cabine do Equus mistura revestimentos em couro para bancos, console central e paineis de porta com madeiras nobres e alguns toques de alumínio para formar um ambiente desenhado com muito bom gosto e que vem recheado de tecnologia. Como principais itens de série, sistema de som multimídia com touchscreen LCD também para os ocupantes de trás, suspensão pneumática, teto solar, quatro assentos ventilados e acionamento elétrico nas cortinas e encosto dos bancos traseiros, além da opção de pintura nas cores preto, prata ou branco. Seu motor é o 4.6 V8 de 366 cv, com o mesmo câmbio automático de oito marchas.

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Saturday, February 4, 2012

Hyundai Genesis

GenesisAcaba de chegar mais um sedã da extensa lista da marca coreana. Genesis é o que recebeu a nova versão cupê nas últimas exposições de carros ao redor do mundo, mas chega por aqui na versão sedã, por R$ 220 mil. Esta faixa de preço lhe coloca acima do famoso Azera, mas além do luxo mais farto ele se diferencia por outros aspectos, e termina por virar um rival bem interessante para carros como Chevrolet Omega Fittipaldi e até Mercedes-Benz Classe C.

Num time de seis sedãs oferecidos pelo mundo em que a ordem ascendente de luxo vai do Accent ao Equus, o Genesis se encontra em penúltimo, mas seu visual é o mais sóbrio de todos e isso se deve explicar pelo fato de ele ter vindo antes do Sonata, que capitaneou as atuais tendências de estilo da marca. Então o Genesis traz um desenho ainda moderno, com detalhes de ótimo gosto como portas de recorte mais esportivo, farois elegantes e lanternas vistosas, mas sem a profusão de relevos e recortes que na verdade nem sempre agrada aos que compram um carro dessa faixa de preço – em geral é uma clientela que prefere apostar no requinte vindo da discrição.

Hyundai GenesisEntretanto, o que realmente desagrada neste carro é um detalhe pequeno por si só, mas cujo significado lhe dá importância grande: sua dianteira não carrega o logotipo da Hyundai, embora volante e tampa traseira sim. Isso se torna uma falha grave porque denota que a marca não tem confiança em si mesma quando se trata de um produto mais sofisticado. É para contornar isso que marcas como Nissan, Toyota e Honda mantêm as divisões de luxo Infiniti, Lexus e Acura. Afinal, essa atitude no Genesis motiva pensar algo como “então o logotipo da marca é bom para Elantra e ix35 mas não para o carrão de luxo?”.

Entrar na cabine de um modelo como esse é sempre muito agradável. Seu painel traz contornos em estilo mais tradicional, com profusão de materiais de ótima qualidade que se repete nos bancos e paineis de porta. Em sua extensa lista de equipamentos, todos de série, os itens de maior destaque são cabine toda revestida em couro, farois de xenônio com lavadores, teto solar, sistema de som multimídia com touchscreen em LCD, câmera de ré e sidebags, além da pintura metálica. Seu motor é o 3.8 Lambda de seis cilindros que gera 290 cv e torque de 36,5 kgfm, com o novo câmbio Shiftronic de oito marchas e tração 4x2.

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Tuesday, January 17, 2012

Hyundai Azera 2

2012 Hyundai AzeraCom o mercado tão competitivo como vem ficando, nos dias atuais é impossível triunfar com prática como a da Ford nos anos 90, cujo Fiesta europeu ficou numa mesma geração de 1989 a 2002, apenas com dois face-lifts. Cada geração agora chega mais cedo e com mais mudanças. É este foco no aperfeiçoamento que fez os últimos Hyundai subir de categoria, fazendo o novo Azera tocar a faixa dos R$ 130 mil e deixando a anterior, de R$ 90 mil, para o irmão menor Sonata.

Tamanha diferença de preço se deve muito ao momento que vive cada uma dessas gerações. O antigo chegou ao Brasil à meia-vida, na fase em que já é necessário apelar ao custo/benefício para vender bem. Tanto que acabou ganhando preços promocionais e deslanchou em vendas muito rápido, mas vendendo mais a imagem de “motor V6 e cabine luxuosa por R$ 75 mil” que a de “modelo bonito, moderno e de qualidade”, esta a imagem que a nova geração passa a trazer. É um carro todo novo, muito melhor que o antigo e que chega ao país em sintonia com o resto do mundo. É o efeito contrário ao do antigo, tudo tende a puxar seu preço para cima.

Hyundai AzeraPor mais que ultimamente os modelos de Hyundai e Kia venham recebendo diversas aclamações pela questão do desenho, o do Azera merece destaque por como a marca lidou bem com as várias preocupações que este modelo demandava. O ponto de partida era o conceito de “escultura fluida” usado em toda a linha, é claro. O problema maior é que esta faixa de preço pede algo mais classudo e sóbrio, então a resposta veio com a aproximação da receita de vincos volumosos e profusão de cromados do Sonata, em vez da dianteira mais agressiva e jovial como no Elantra.

Porém, os toques de fluidez não só estão lá como criaram certa tradição ao realçar traços do modelo antigo. Além de o modelo preservar o estilo de silhueta, com traseira curta, é o caso do forte vinco que começa nas portas traseiras. Ele se fecha em um arco que dá esportividade à tampa traseira por lhe conferir um corte reto e bem-formado, ao mesmo tempo que delineia a parte superior das lanternas, num formato que decidiu valorizar o estilo do modelo antigo. Sim, o Azera novo trouxe uma versão bem mais moderna das lanternas horizontais unidas por um filete de refletor vermelho, recurso tão usado nos anos 80 e 90.

A cabine também merece elogios, apesar de que apenas segue o estilo da marca, sem ter tantas inovações em particular. A lista de equipamentos é a maravilha típica de um modelo desta faixa de preço, que segundo a marca agora pode até rivalizar com estrelas como BMW Série 3 e Mercedes-Benz Classe C. A versão básica sai por R$ 109.920, mas é a de topo que fascina por completo, por trazer uma série de mimos como 12 airbags, teto solar panorâmico e assistente de estacionamento. Seu motor continua sendo um V6, mas dessa vez um moderno 3.0 que usa injeção direta para oferecer 270 cv.

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Thursday, November 3, 2011

Hyundai Veloster

Veloster1Dois pra lá, um pra cá: o esportivo da Hyundai já se encontra oficialmente à venda no Brasil, com preços começando em R$ 75.700. O modelo é um legítimo carro de imagem, aquele que motiva muita gente a ir à concessionária nem que seja só para olhá-lo mais de perto, ainda que a grande maioria leve um produto mais racional – mas nem sempre da própria Hyundai. E justamente sua imagem foi trabalhada tão bem que ele vem ganhando holofotes por todo o mundo.

 

Também é fato que o conceito de três portas não é novo; a Ford chegou a apresentar em 1989 o conceito Fiesta Urba, que na verdade aproveitava uma lateral de cada versão já existente, de duas e quatro portas. Mas ali a proposta era voltada à facilidade de acesso nas grandes metrópoles, enquanto o foco do Veloster é puramente esportiva. Pode-se dizer que ele não é um hatchback que perdeu uma porta, e sim um cupê nascido esportivo mas que ganhou uma porta em nome de facilitar o acesso dos ocupantes de trás.

Hyundai VelosterEssa impressão se reforça pelo fato de que a terceira porta também usa “inspirações” de outras marcas: como era preciso manter o desenho da outra lateral, a maçaneta da terceira porta ficou escondida na janela, no melhor estilo Alfa Romeo 156. Portas à parte, o modelo segue o novo DNA da linha Hyundai, com linhas fortes e esportivas, mas também usando detalhes que remetem às motocicletas. Mas sua proposta de velocidade fica só no nome: por mais eficiente que seja seu 1.6 16v de 138 cv com câmbio automático de seis marchas, não tem como esperar um desempenho que condiga às expectativas do estilo.

O modelo virá em três versões, que na verdade diferem em pouca coisa. A básica traz rodas aro 17”, sistema de som multimídia, computador de bordo com tela LCD, ar-condicionado digital, bancos dianteiros com aquecimento, bancos e volante em couro, piloto automático, sistema de partida por botão e alarme. Logo acima vem a de R$ 80.900 que adiciona teto solar panorâmico, e a topo-de-linha troca as rodas por um conjunto de 18”, totalizando R$ 82.900.

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Wednesday, September 28, 2011

Hyundai Elantra

Elantra1A evolução das marcas coreanas vem impressionando bastante. A Hyundai já havia trazido o Elantra e o Sonata ao Brasil na reabertura das importações. Mas assim como as conterrâneas, ela trazia modelos sóbrios demais, talvez pelo medo de ser a estreia por aqui. Felizmente, bastou que elas se firmassem neste lado do mundo e cada uma começou a manifestar suas próprias tendências de estilo. É o caso da Hyundai, que agora apresenta o melhor Elantra já produzido.

Hyundai ElantraClaramente inspirado no Sonata, sua profusão de linhas de início causa estranheza, mas basta contemplá-las um pouco mais que tudo parece fazer sentido, e gerar um modelo muito bem-esculpido. E toda essa modernidade chega partindo de R$ 71.700 para combater com outros sedãs médios, como o esportivo Peugeot 408, o estiloso Renault Fluence, o sóbrio VW Jetta e o consagrado conservador Toyota Corolla, além de vários outros rivais que esperam atualizações.

Se seu preço inicial é salgado, o sedã compensa no pacote de equipamentos. A versão básica já traz ar-condicionado bizona, sistema de som multimídia com comandos satélite, airbag duplo, freios ABS e sensor de estacionamento. A versão logo acima agrega airbags laterais e de cortina, bancos de couro com regulagem elétrica, alarme e controle de estabilidade. Com o detalhe de que as mais caras trazem câmbio automático.

O Elantra também surpreende na parte técnica. Seu 1.8 16v traz duplo comando de válvulas e gera excelentes potência e torque de 160 cv e 18,2 kgfm. Tanto o câmbio manual como o automático possuem seis marchas. A versão média sai por R$ 81.800, e a topo na verdade é a anterior mas com teto solar, por R$ 84.200 e sempre com o mesmo motor.

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Wednesday, October 6, 2010

Hyundai i30 CW

Hyundai i30 CWA Hyundai está provando que veio para ficar. Além do sucesso que é seu sedã Azera, ela já está conseguindo emplacar o hatch médio i30. Este sucesso não demorou a motivá-la a trazer mais modelos, como a i30 CW.

Ela vem justamente numa época em que o mercado de peruas anda em baixa. Mas quem a olha rápido pode muito bem achar que é um simples i30 esticado, o que não deixa de ser verdade: 23 cm é a diferença de comprimento entre eles, sendo 5 direcionados ao entre-eixos. Isto dá um pouco mais de espaço à cabine, e o peso fica melhor distribuído com o adicional na traseira, o que favorece o desempenho.

Falando nele, o responsável por empurrar a CW é o mesmo 2.0 16v do hatch, com 145 cv e câmbio automático de quatro marchas ou manual de cinco, este exclusivo da versão básica. O pacote de itens também segue o do compacto, com preços que começam em R$ 59 mil para o pacote “intermediário”, R$ 67 mil para o “completo”, R$ 74 mil para o “completíssimo”, e R$ 78 mil para o “Top”.

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Sunday, September 19, 2010

Hyundai ix35

Enquanto o velho Tucson ganha produção nacional para focar num segmento menor, a Caoa traz o que seria seu sucessor importado da Coreia do Sul, para atender a demanda do segmento que o anterior ocupava. É o estiloso ix35, cujos preços flutuam entre R$ 88 mil e 115 mil e configuram um modelo moderno e bem-equipado, que atende às muito aclamadas tendências de estilo da Hyundai para chegar aqui e enfrentar modelos já bem conhecidos, como Chevrolet Captiva, Honda CR-V e Toyota RAV-4.

Seu desenho é um perfeito exemplo da escola Hyundai iniciada com o Sonata, em que a palavra de ordem sem dúvidas é a fluidez de traços. Ainda que a frente e a traseira exibam traços agressivos e com certa esportividade, o que prevalece são os recortes feitos como se tivessem sido esculpidos pelo próprio vento, num jogo de relevos inegavelmente bonito, mas que também tem seus deslizes. É o caso das laterais: os dois fortes vincos que surgem de farol e lanterna têm um arqueio convexo que parece puxar o carro para cima. E se as janelas com linha inferior ascendente dão ideia de leveza, esse conjunto acaba deixando muito espaço de lataria, e forma um desenho ironicamente muito pesado de ver.

Hyundai ix35Hyundai e Kia são marcas aliadas, então não é de se estranhar o compartilhamento de plataforma e motor com o Sportage: ambos usam um moderno 2.0 16v turbo, que no ix35 rende 163 cv e torque de 19,8 kgfm, força que lhe garante uma velocidade máxima de 181 km/h, segundo a fábrica. Mas se estes projetos são tão diferentes no exterior, a cabine felizmente não contraria isso: a cabine do Hyundai tem traços modernos mas que seguem a ideia de fluidez, com linhas orgânicas e materiais de ótima qualidade. O curioso é que até os excessos estão presentes, como os enormes cromados que acabam por enfeiar o volante.

Questões de estilo à parte, é fato que a cabine do crossover compacto não deixa a desejar com relação aos itens. Em versão única diferenciada por três pacotes de equipamentos, o básico já traz ar-condicionado, direção elétrica, alarme, sistema de som multimídia, trio elétrico, rodas de 18” e freios ABS. Já o intermediário adiciona revestimento interno em couro, controles de tração e estabilidade, ar-condicionado digital e opção de tração 4x4. Enquanto o pacote de topo completa a lista com teto solar, airbags laterais e de cortina e câmera de ré com tela própria, camuflada no retrovisor interno.

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Saturday, September 18, 2010

Hyundai Sonata

image descriptionCategoria de carro bem-recebida no Brasil é a de sedãs. Na Europa eles só fazem sucesso nos níveis mais caros, enquanto em países como Argentina e Turquia sucessos de vendas são sedãs compactos. Já por aqui eles vendem tão bem que existem compacto (Chevrolet Prisma), premium (VW Polo Sedan), médio-pequeno (Peugeot 408), médio-grande e luxo (Audi A6). E é na penúltima categoria que o Sonata quer entrar, para roubar vendas de Ford Fusion e Chevrolet Malibu.

Hyundai SonataÉ impossível falar do modelo que inaugurou a nova escola de estilo da Hyundai sem mencionar seu desenho. Suas linhas seguem a tendência da “escultura fluida”, que se baseia em vincos fortes e que unem visualmente vários elementos. É o caso da linha que sobe pela lateral abrigando as maçanetas e retira o excesso de área limpa, para terminar delineando as lanternas. Ou a superfície em forma de V que nasce fina nas colunas dianteiras, contorna o capô ganhando espessura ao ladear sua depressão central e termina por separar os faróis da grade, ao mesmo tempo que eleva esta e lhe dá destaque enquanto deixa a tomada de ar inferior separada e bem mais discreta.

Seu interior reforça a impressão de que o Sonata seria um ótimo candidato a receber o nome Fluence. Neste caso é o console central que chama atenção, por surgir da parte à frente dos bancos e descer com a mesma suavidade que avança em direção destes, para abrigar a alavanca do câmbio. Este é um carro com diversos detalhes que merecem uma análise mais profunda, mas que em geral passam a agradável sensação de um desenho caprichado, ainda que por fora possa parecer um tanto volumoso demais.

Seu motor é um 2.4 16v de 178 cv com câmbio automático, e ele vai chegar ao país em um pacote fechado de equipamentos. Ou seja, traz ar-condicionado digital, direção elétrica, trio elétrico, computador de bordo, revestimento de bancos, volante e paineis de porta em couro, sistema de som multimídia com comandos satélite, rodas de liga leve e teto solar panorâmico com acionamento elétrico, tudo isso de série assim como o valor da pintura metálica.

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Wednesday, March 18, 2009

Hyundai i30

Hyundai i30 Adquirindo sucesso no Brasil com o SUV Tucson e com o sedã médio Azera, a Hyundai agora entra no movimentado segmento dos hatches médios, com o bem-equipado e mais barato i30.

Chegando em versão única, o i30 oferece apenas opção de câmbio manual (54.000 reais) ou automático (58.000). Ele não dá ao cliente muitas escolhas porque já vem muito bem-equipado de série: freios com ABS e EBD, controle de estabilidade, seis airbags e sensor de estacionamento são parte do generoso pacote, que só deixa de fora o teto solar, e ainda assim como opcional.

Se suas linhas trazem esportividade, o interior traz qualidade de sedãs, tanto nas cores das luzes quanto nos materiais usados. Seu motor 2.0 tem os 145 cv comandados por uma direção pesada, mas divertida. Por outro lado, seu câmbio automático só tem quatro marchas, e sem opção de trocas seqüenciais. O i30 vem com cinco anos de garantia.

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