Wednesday, June 13, 2012

Fiat Siena EL 2013

Fiat Siena ELA fase mais curiosa da família Palio foi a quarta, de 2008. O Siena tentou se firmar acima do Palio com a frente de desenho mais refinado, mas as regras de mercado levaram a uma situação curiosa: o Palio só foi vender bem quando adotou a frente do sedã, e a versão mais vendida do sedã foi a EL, surgida anos depois – e que usava a frente antiga do Palio para cortar custos. Esta versão é a única da geração antiga a sobreviver ao Grand Siena, e agora recebe um face-lift para se firmar como opção de entrada.

Não é difícil entender por que dessa vez as mudanças foram bem mais sutis. Além de ser o quarto retoque feito em um projeto de 1996, dessa vez ele já é destinado apenas à versão de entrada. Isso é o que explica as mudanças bem mais sutis, estando a principal delas na dianteira. O que mudou de fato foi apenas o parachoque, mas seu desenho novo ajudou a revitalizar o sedã. Porque ele trocou a grade bipartida pelo desenho inspirado no irmão maior, com os dois andares mais separados visualmente. Também veio a barra cromada sustentando o logotipo logo abaixo do capô, mas os farois são os mesmos. A diferença é que para o Siena só vêm as unidades monoparábola, enquanto a Palio Weekend fica com os de dois refletores. Mas ele ganha pontos na elegância porque o parachoque é o mesmo para os dois, então fica mais difícil de distinguir à primeira vista. Suas opções de motor são quem define as versões: ambos Fire e flex, o 1.0 gera 75 cv e 9,9 kgfm e começa em R$ 28.150, enquanto o 1.4 fica em 88 cv e 12,5 kgfm e começa em R$ 30.970.

Fiat Siena ELPor outro lado, a cabine reserva uma surpresa interessante: a linha trocou de painel outra vez. É uma pena que essa novidade tenha vindo tão tarde, mas fato é que ela revitaliza o interior em geral, por ser a parte mais vista pelos ocupantes. A estrutura básica é a mesma, mas a aparência declara inspiração no irmão mais moderno pelo aparelho de som de desenho quase igual ao usado em novo Palio e Grand Siena. Por outro lado, é curioso notar que o painel de instrumentos buscou inspiração no andar de baixo: é o mesmo das versões mais caras do Uno mas com novo grafismo, em que a tela digital forma um círculo laranja que ladeia o velocímetro. Já o volante ficou mais elegante, com almofada ainda de três raios mas maior, que deve ter boa empunhadura. Também temos bancos com novos tecidos, novos porta-objetos e apoio para o pé ao lado da embreagem. A lista de equipamentos segue o mesmo esquema de antes: de série não é muito grande, mas com os opcionais é possível deixar o carro bem equipado.

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Tuesday, June 12, 2012

Sedãs populares

Caem como uma luva nas mãos de quem precisa comprar carro com orçamento mais comedido, mas que não pode abrir mão de um porta-malas maior. Eles são sempre dotados de motores econômicos, e isso ajuda a compor um pacote que vem ganhando muitos clientes, porque atende muito bem às famílias de baixa renda mas também desempenham a função de táxi como poucos. Este comparativo mostrará as opções desse segmento à venda no Brasil até a data da postagem, mas futuramente será atualizado conforme chegam novos representantes.


ClassicChevrolet Classic: O primeiro da lista é membro da turma dos veteranos. Ele surgiu em 1995, época de as marcas só manterem uma linha de populares por vez, mas na verdade só foi vender bem depois que veio a nova geração dos Corsa, porque ele se voltou à base. E desde aí vem agradando tanto que resistiu à morte da sua geração, da seguinte e até do que deveria ser seu sucessor, o Prisma. Os baixos custos gerais lhe ajudaram a superar o milhão de unidades vendidas e com direito a face-lift em 2010, mas seu interior até hoje é o mesmo de quase vinte anos atrás.


Chevrolet Prisma 2012Chevrolet Prisma: Ele surgiu na metade da década passada aliando o desenho bem-resolvido do Celta aos maiores porte e porta-malas de um sedã. O problema é que sua marca tem tantos sedãs que o Prisma deve ter sofrido com os clientes se bifurcando entre o Classic e o Corsa. Então, como já se antecipou acima, seu fim de produção é iminente. Mas como o Celta continua, o sedã não deve desvalorizar demais. Ou seja, ele agora só é válido se o foco for exclusivo em custo mínimo, porque os anseios mais subjetivos serão atendidos pelo sucessor que chega em 2013.


Fiat Siena EL: Em situação parecida à dos Corsa, a Fiat trouxe o Grand Siena já visando faixas de preço maiores, chegando nos premium. Com isso, a área dos populares ficou livre para a atuação do Siena EL, versão feita sobre a carroceria antiga e que vem tendo grande sucesso desde o lançamento. Seu preço está na média dos rivais, mas ela se destaca por oferecer desenho ainda agradável e vistoso – a traseira a la Alfa Romeo sempre arrancou elogios, mas o recente face-lift (foto) lhe deixou um tanto elegante. Além de indicar que ele continua em linha por mais alguns anos.


Renault Logan 1.0: O artigo de sedãs compactos já indica que o Logan não tem boa imagem nas versões mais caras. Isso decorre justamente do sucesso que ele tem no segmento mostrado aqui. O projeto moderno se traduz em custos reduzidos em combustível e manutenção e seu motor tem ótimo fôlego para a cidade mesmo sendo 16v, mas aliar isso ao latifúndio que é a sua cabine e ao enorme porta-malas de 510 litros lhe faz o queridinho dos taxistas. Estes milhões de motoristas não podem estar errados: o Logan não hesita em trocar a vaidade por um custo/benefício impressionante.


Volkswagen Voyage 1.0: Seu desenho externo já denuncia com quem ele tem parentesco. E como tal, suas vendas focam os segmentos de entrada. Enquanto as outras marcas procuram diferenciar os sedãs dos hatches dos quais derivam, a VW preferiu fazer o sedã como um legítimo Gol com porta-malas maior. Não se sabe qual estratégia é a melhor, mas não se pode negar que o sedã tem desenho acertado, e seu projeto ganha pontos por estar mais para a meia-vida do Logan que a veterania do Classic. As vendas elevadas do Gol facilitam sua manutenção na mesma proporção que banalizam sua imagem.


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Monday, June 11, 2012

Dodge Journey 2012

Dodge Journey RTImportado do México, o crossover originado nos EUA chega à nova linha no Brasil com novidades que não são nenhuma revolução, mas lhe permitem manter a competitividade entre os crossovers de sua faixa de preço. Essa categoria se popularizou tão rápido no nosso mercado, que já se podem apontar algumas “leis” firmadas entre eles: sintonia com as renovações da matriz e farto pacote de itens. Mas outro aspecto igualmente forte é o destaque da imagem. E isso é um ponto forte do Journey.

Seu diferencial está no fato de ele não pertencer à enorme lista de concorrentes vindos da Europa ou do Oriente. Isso é um mérito porque significa que ele não segue a escola de estilo de grade tomando toda a dianteira e ladeada por pequenos farois em LED típica dos japoneses laterais limpas com uns dois vincos mais fortes para marcar a personalidade, como os coreanos, ou traseira com lanternas de desenho cheio de recortes, no melhor estilo alemão. O Journey veio dos EUA e não demora em expor essa origem: seus volumes são bem definidos, e o carro aposta nas linhas retas e fortes, o que ajuda a fazê-lo parecer maior do que realmente é. Apenas ajuda porque o maior colaborador disso é o tamanho grande de verdade: são 4,9 metros de comprimento por 1,88 m de largura, com 1,75 m de altura. Enquanto os concorrentes em geral passam imagem de tamanho reduzido, o porte deste Dodge indica que ele prefere a imponência.

Dodge Journey 2012Voltar à questão das novidades significa entrar na cabine. O modelo que vem para o Brasil ganhou a central de entretenimento totalmente renovada, chamada de Uconnect™ Touch. Além do sistema de som multimídia, ele traz GPS Garmin e exibe imagens da câmera de ré. E onde se mostra tudo isso? Na enorme touchscreen de 8,4 polegadas que passa a vir com o modelo. É impressionante como essa tela consegue sozinha aumentar a impressão de luxo que se tem ao entrar no carro. O Journey continua com o motor 3.6 V6 Pentastar de 280 cv e câmbio automático de seis marchas, conjunto oferecido nas versões SXT e R/T, cujos preços se mantêm em R$ 109.900 e R$ 119.900, respectivamente. Mas esta última também ganhou úma extensão da central de entretenimento no teto, para o banco traseiro. Traz uma tela de dez polegadas que fica responsável pelo DVD player integrado ao painel, e que usa dois fones de ouvido sem fio.

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How to put a working Twitter message into your blog

This article shows how you can embed a fully-featured message from Twitter, right inside your blog, which lets visitors re-tweet, favour it - and follow you in Twitter.

Showing Twitter messages: copied text vs full-featured tweets

If you're reading Twitter, and see a tweet that you want to blog about, it's easy to copy-and-paste the content into a blog post or a gadget.  This brings the text and the links (and photos etc) that are part of it - like this:
California drowning out the window side. 
But the embedable-tweets feature makes it almost as easy to show the actual tweet inside a post (or in a gadget in your header, footer or sidebar).   And if you use this feature, your readers will be able to use the Twitter features that go with a tweet:
  • View photos / videos, in the same way that they can in Twitter
  • Reply, retweet or favor the Tweet
  • Follow the tweet's author with a single click
  • Click on the author’s @username to see their Twitter profile page,
  • See the date in the lower left corner of the Tweet
  • See replies, retweets and favorites on the tweet's Details page.

To do this, you just need to get the HTML-embed code for the tweet from Twitter, and install it into your blog.


How to get the code to display the embeddable Tweet:

Open the expanded view of of the tweet, by clicking on either the word "expand" immediately under it, or the time-indicator on the right hand side if you can't see "expand".



Go to the perma-link page for the message, by clicking on Details in the extended view.



On the webpage that opens, click Embed this Tweet, which you can find at the bottom of the page.  (Notice that the URL for the tweet is showing in the address bar at the top of the screen.



Copy the code from the HTML tab of the box that opens.  At the moment, I recommend choosing an alignment, because without it, the code hasn't been working - hopefully this will change soon).  It will look something like this:
<blockquote class="twitter-tweet tw-align-center"><p>These buttons dont fly-in, hover, shine, zoom, slide, pop out of egg-shells, sing songs or wash dishes.<a href="http://t.co/MAKJPf5X" title="http://bit.ly/JPNn04">bit.ly/JPNn04</a> via@BloggerHAT</p>&mdash; Blogger HintsAndTips (@BloggerHAT) <a href="https://twitter.com/BloggerHAT/status/202068733534011392" data-datetime="2012-05-14T16:11:54+00:00">May 14, 2012</a></blockquote>
<script src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>

If you have other Twitter widgets etc anywhere else on your blog, then you need to leave out the last line, ie
<script src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>


How to put the embeddable Tweet into your blog:

Write the rest of your blog post.   (Maybe put in some marker text to show where it's going to go).

Put this code into your blog in the same way as any other external HTML.
Hint:  When putting HTML into a post, I usually write the post first, then put something like "XXXXX" where I want the tweet to go.   Then I switch to the HTML view, use Ctrl/F to search for XXXXX (or whatever I used), so I know where to put the code.

If you've put it into a post, then you need to publish the post immediately from the HTML view:
  • Do not go back to Compose mode.
  • Do not Preview the post before you publish it


What you accidentally Preview or use Compose-mode - or edit the post again?

If you go back to the WYSIYIG / Compose mode, or if you use Blogger's preview function, then the <p> and </p> tags around the tweet-contents are removed - this is a feature of how Blogger's post-editor works.

If this happens (or if you edit the post again after publishing it) you need to go back to Edit HTML mode, and add them in again.

Just to be clear where these tags go, I've highlighted them in this code example:
<blockquote class="twitter-tweet tw-align-center"><p>These buttons dont fly-in, hover, shine, zoom, slide, pop out of egg-shells, sing songs or wash dishes.<a href="http://t.co/MAKJPf5X" title="http://bit.ly/JPNn04">bit.ly/JPNn04</a> via@BloggerHAT</p>&mdash; Blogger HintsAndTips (@BloggerHAT) <a href="https://twitter.com/BloggerHAT/status/202068733534011392" data-datetime="2012-05-14T16:11:54+00:00">May 14, 2012</a></blockquote>

If you use a test-blog to get your posts right before you publish them in your blog, then you should also double-check the <p> </p> tags in Edit HTML mode as the last thing you do before publishing the  post in your for-real blog.


What your readers will see

Web-browser visitors:

While the message that you have embedded is still in Twitter, then visitors to your blog on a web-browser see it (the tweet) displayed along with the date it was posted, the author's Twitter ID, and links for replying, re-tweeting and favouring the message - like this:


However if the message has been deleted from Twitter, your readers will see this instead:




Effectively, if the message not in Twitter any more, the content is still shown, but the extra features aren't available.

RSS-feed readers:

Visitors who read your blog through an RSS-subscription will see .... coming soon, when I've seen what this post looks like in my reader!

Email subscribers:

Readers who see your blog via email subscription  .... coming soon, when I've seen what this post looks like in my email



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Other Twitter gadgets

What is RSS / Subscribe to Posts

Giving your blog an email subscription option

Getting your posts right before you show them to your readers
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Saturday, June 9, 2012

Fiat Bravo Sporting

Fiat Bravo SportingSe você assistiu o comercial mais recente do Bravo, vai lembrar que além de anunciar a linha 2013 ele ganharia uma versão Sporting “em breve”. Pois é, este momento é o que acaba de chegar. A Fiat promoveu algumas atualizações técnicas na linha e agora cria esta nova versão, visando elevar as vendas do seu hatch médio a ponto de fazê-lo incomodar os líderes da categoria. É inegável que a esportividade é sempre uma aliada quando se tem um desenho como o dele.

Os donos das unidades vendidas até agora não precisam entrar em pânico: não surgiram mudanças de visual – aliás, esse é um carro que dificilmente vai precisar disso. A ideia da versão Sporting é oferecer um visual mais caprichado que o da Essence mas sem migrar para a sobriedade típica da Absolute. Aliás, ao trazer o mesmo 1.8 16v de potência e torque de 132 cv e 18,9 kgfm usado por estas duas ele acaba sendo uma boa solução para os que queriam um Bravo esportivo mas não podiam levar a versão de topo T-Jet e seu motor 1.4 turbo. Isso se expressa no convidativo preço de R$ 58.140, que lhe situa entre as duas primeiras versões citadas, e que fica em R$ 60.600 com o câmbio Dualogic Plus.

Fiat Bravo SportingSeu exterior já denuncia que se trata de uma versão diferente por dois motivos. O prmeiro são seus vários itens de decoração: temos grade dianteira com moldura vermelha, minissaias laterais, spoiler traseiro, adesivos nas laterais e traseira, capa dos retrovisores em cinza, suspensão rebaixada em 25 mm e as belas rodas de 17” – elas são as mesmas do Absolute, mas é notável como as partes em cor grafite lhe dão todo um aspecto diferente. O outro motivo é que ele conta com um item de muito valor entre os Fiat mais luxuosos: o enorme teto SkyDome vem de série. Não é um pacote chamativo porque para um carro deste nível realmente não deveria ser, mas segue estilo diferente do usado no T-Jet.

Dizer que a Sporting já chega com a opção do Dualogic Plus significa que ela também se beneficia das melhorias que teve este equipamento. Ele passou por complexas mudanças na central eletrônica, visando trocas mais adequadas a cada situação, funcionamento mais suave e a tal função creeping, que ajuda em manobras de estacionamento. Não é um legítimo câmbio automático, mas já se encontra muito à frente da primeira versão desse câmbio, lançada em 2008 com o Stilo. Além deste câmbio e do farto pacote de itens de série, a cabine do Bravo Sporting traz bancos e volante com costuras vermelhas.

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Friday, June 8, 2012

Wordle tag clouds - a logo maker for hard-to-illustrate blogs?

One of my blogs is about some very abstract concepts, which are ever-so-slight difficult to illustrate in a way that's meaningful to the very wide range of readers.

Today I discovered Wordle - a tool that creates free-to-use graphic arrangements from lists of words - for example the words used in a website.   http://www.wordle.net/create

Here's one for Blogger-HAT, to give you an idea - but there are lots of options and customizations, so lots of looks that can be achieved.

After you've made a wordle, the easiest way (IMHO) to get it into your blog is to do a screenshot, then use Paintbrush (or some other very simple picture-editor) to save it as a PNG file).   The it can be loaded to your blog like any other picture.


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Thursday, June 7, 2012

Audi Q3

Audi Q3É incrível como o mercado de carros consegue se adaptar. Até cerca de duas décadas atrás, se era um urbano tinha que ser hatch, sedã ou perua, esportivo era cupê ou cabriolet, e fora-de-estrada era jipe ou picape. E os modelos de um tipo nunca se aproximariam dos outros. Bom, esses tempos não existem mais. Surgiram pioneiros como SUV indo para a cidade (BMW X5) ou para o lado esportivo (BMW X6), e até os produtos nacionais souberam inovar, como a Fiat Palio Adventure, que fez o caminho inverso e criou todo um segmento que agora se espalha até pela Europa. E o Q3 é um desses mais novos frutos.

Enquanto o irmão maior Q7 é carregado de luxo, o do meio se chama Q5 e se destina a uma classe também abastada, mas que não chega a exigir uma “limusine em forma de jipe”. E o Q3 parte da base do VW Tiguan para ser o caçula dessa jovem linha, com um enfoque mais urbano do que nunca. As linhas seguem os mesmos padrões fortes da linha Audi atual, mas seus 4,39 m o deixam 2 cm mais curto que um Ford New Fiesta Sedan, por exemplo. Além disso, as rodas grandes, a presença de LEDs na frente e atrás e parachoques com enormes tomadas de ar, e a ausência de “jipices” como o estepe na traseira e estribos dos lados fazem o modelo ser a interpretação europeia do que aqui certamente se chamaria de A3 Cross.

Audi Q3Analogias com a VW à parte, o Q3 não deixa de ter qualidades próprias. A carroceria mais baixa e larga que a do Tiguan lhe confere excelente estabilidade, aliada a suspensões McPherson na frente e multilink atrás. Além disso, sua cabine se aproveita de soluções tipicamente urbanas como o motor transversal para oferecer espaço interno a cinco pessoas digno de um Audi, com direito até a bancos traseiros mais elevados, para melhor visibilidade. E “digno de um Audi” também significa que temos materiais de alta qualidade por várias partes, para adornar uma cabine recheada de equipamentos. Mas o parque de diversões tecnológico não pára por aí.

Seu motor é o 2.0 TFSI sempre com sistema start-stop, e que chega aqui em duas configurações: a de 170 cv para Attraction (R$ 144.900) e Ambiente (R$ 159.900), enquanto a de 211 cv fica para o Ambition (R$ 179.900, respectivamente com câmbios manual de seis marchas e automático S-tronic de sete, com dupla embreagem e borboletas no volante. Este conjunto lhe confere aceleração de 0 a 100 km/h em 7s8 e 6s9, e máxima de 212 km/h e 230 km/h, na versão mais forte. Desempenho este controlado pela direção elétrica, e opcionalmente pelo Drive Select, sistema que entrega quatro opções de programar a dirigibilidade, segundo a vontade do motorista: Auto, Comfort, Dynamic e Efficient.

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