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Friday, January 18, 2013

Volkswagen Gol e Voyage 1.6 2013

Clique para ver uma foto do VoyageEste tipo de notícia vai ser muito frequente no decorrer deste ano. Logo depois de a Volkswagen fazer a linha completa do Fox sair de fábrica com airbag duplo e freios ABS de série, é a vez de a linha de entrada receber os equipamentos de segurança em algumas de suas versões. Para atender as resoluções do Contran de ter 60% dos modelos atuais com os itens, agora sua oferta se estende de série a todas as versões de hatchback e sedã que contam com o motor 1.6 de potência de 101/104 cv e torque de 15,4/15,6 kgfm.

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Wednesday, July 18, 2012

Volkswagen Gol e Voyage 2013

VW Gol e Voyage 2013E mais uma vez chega esse momento. Quatro anos depois de ganhar seu segundo reprojeto profundo, os carros-chefe da VW alcançaram a fase em que se faz necessária uma re-estilização de meia-vida para continuar atrativos frente à ofensiva cada vez maior dos seus rivais. Suas mudanças foram mais profundas do que uma mera atualização visual, e procuraram encaixar-lhes melhor nas tendências mais recentes. Aliás, é de se esperar que a VW mantenha a prática desses 32 anos e já declare que a linha Gol chegou à ata geração.

Continuando a falar do esperável, hatch e sedã se converteram à atual linguagem de estilo usada pela marca. Mas não é um exagero especular que eles tenham sido os últimos VW em todo o mundo a fazê-lo, salvo exceções como o Beetle e a nossa eterna Kombi. Ou seja, a dianteira ganhou farois retangulares escurecidos com detalhes brancos, unidos por uma grade preta que faz o conjunto parecer uma faixa preta, situada acima de outra que por sua vez abriga os farois de milha. As laterais ganharam a coluna entre as janelas em preto e novas rodas, e por fim as lanternas mudaram um pouco. Essa descrição já se torna cansativa porque atende a uma enormidade de modelos da marca com excessiva semelhança. Agora temos modelos de base como o Gol, medianos como Golf europeu e Jetta e luxuosos como Passat ou mesmo o topo-de-linha Phaeton, todos com um desenho tão parecido que fica cansativo de ver. É claro, fica fácil de se perceber nas ruas que se tratam de carros de uma mesma marca, mas essa aparição massiva traz desvantagens que não são tão desprezíveis como se possa imaginar num primeiro momento.

Volkswagen Gol 2013O problema é que os lançamentos da VW se tornam previsíveis demais. O estilo atual nasceu com o Golf de ata geração, que por sua vez curiosamente veio na mesma época em que o nosso Gol virava G5 e ainda recebia a tendência anterior. Esses quatro anos de modelo após modelo chegando a um mesmo resultado acabaram por retirar toda a sensação de novidade que as marcas tanto almejam nos lançamentos. Claro, as lanternas do Gol trocaram a disposição de luzes e ficaram bonitas. Já as do Voyage ficaram mais largas e estreitas, aproveitando a tendência de invadir o porta-malas difundida pelo Fiat Siena. Mas não são nem um pouco diferentes, em nada. São carros que em poucas semanas já vão passar despercebidos nas ruas, em especial pelas vendagens massivas dessa linha. E toda essa exposição ainda tende a prejudicar os modelos mais caros, porque se levar um modelo de luxo da mesma marca de uma Kombi ou um Gol já é desmotivador, a situação só piora quando ele também passa a ter tanta semelhança de desenho com modelos que custam várias vezes menos.

Vale lembrar, aliás, que o Golf de nova geração chega em muito breve, e dessa vez os alemães têm planos de trazê-lo ao Brasil o quanto antes (ou deveriam ter, pelo menos). Então, a linguagem de estilo que ele trouxer vai voltar a pôr esse processo em prática… e o Golzinho aqui visto vai ficar desatualizado em tempo recorde outra vez. É inegável que as vendas da VW satisfazem a ponto de ela manter aquele plano de liderar a indústria automotiva mundial em poucos anos, mas valerá a pena consegui-lo através de ignorar a originalidade de estilo que vem imortalizando uma incontável diversidade de modelos há várias décadas?

Volkswagen Voyage 2013A cabine mudou o revestimento dos bancos, o quadro de instrumentos adota iluminação branca para combinar com o vermelho usado nas telas de LCD. O sistema de som integrado ao console mudou, ganhando maior interatividade com a central eletrônica I-System. Um detalhe importante é que todo Gol ou Voyage agora traz vidros elétricos de série na dianteira e travamento central, além de alguns itens menores. Outro é que ele mudou a arquitetura eletrônica, e isso lhe trouxe novas funções. A Comfort Blinker, por exemplo, aceita o comando de seta com um toque mais leve na haste, enquanto o Emergency Stop Signal segue alguns carros de luxo: se o motorista pressiona o pedal de freio com muita força as luzes se acendem em forma intermitente, para chamar mais atenção, e quando ele pára as luzes de direção também acendem. Uma iniciativa curiosa é o Eco Comfort, que acompanha todos os exemplares com o I-System. Não traz nenhuma mudança, mas o computador de bordo passa a exibir mensagens que podem aparecer com o carro parado ou em movimento, como a de fechar as janelas quando com o ar-condicionado ligado, ou soltar o acelerador ao dar partida.

A tampa do porta-malas dos dois ganhou um interessante redesenho, ficando com aspecto mais limpo e elegante, mas não trouxe mudança na capacidade do compartimento. Já preocupação com a economia continua nos motores. O 1.0 passou por algumas melhorias e adota o sobrenome TEC, de Tecnologia de Economia de Combustível. Reduziu os índices de consumo e emissões, ao passo que potência e torque não mudaram. O 1.6 continua com a opção do câmbio automatizado I-Motion e também recebeu essas novidades, mas tampouco mudou estes últimos números. Ele não mereceu a tecnologia BlueMotion como uma versão mas sim como um pacote opcional, exclusivo para o 1.0 mas possível de se aplicar em hatch e sedã. Traz pneus 175/70 R14 de menor resistência à rolagem com calotas mais aerodinâmicas, e usa os indicadores de consumo instantâneo e troca de marcha surgidos com essa versão do Fox. O hatchback começa em R$ 27.990, enquanto o sedã parte de R$ 29.990.

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Tuesday, June 12, 2012

Sedãs populares

Caem como uma luva nas mãos de quem precisa comprar carro com orçamento mais comedido, mas que não pode abrir mão de um porta-malas maior. Eles são sempre dotados de motores econômicos, e isso ajuda a compor um pacote que vem ganhando muitos clientes, porque atende muito bem às famílias de baixa renda mas também desempenham a função de táxi como poucos. Este comparativo mostrará as opções desse segmento à venda no Brasil até a data da postagem, mas futuramente será atualizado conforme chegam novos representantes.


ClassicChevrolet Classic: O primeiro da lista é membro da turma dos veteranos. Ele surgiu em 1995, época de as marcas só manterem uma linha de populares por vez, mas na verdade só foi vender bem depois que veio a nova geração dos Corsa, porque ele se voltou à base. E desde aí vem agradando tanto que resistiu à morte da sua geração, da seguinte e até do que deveria ser seu sucessor, o Prisma. Os baixos custos gerais lhe ajudaram a superar o milhão de unidades vendidas e com direito a face-lift em 2010, mas seu interior até hoje é o mesmo de quase vinte anos atrás.


Chevrolet Prisma 2012Chevrolet Prisma: Ele surgiu na metade da década passada aliando o desenho bem-resolvido do Celta aos maiores porte e porta-malas de um sedã. O problema é que sua marca tem tantos sedãs que o Prisma deve ter sofrido com os clientes se bifurcando entre o Classic e o Corsa. Então, como já se antecipou acima, seu fim de produção é iminente. Mas como o Celta continua, o sedã não deve desvalorizar demais. Ou seja, ele agora só é válido se o foco for exclusivo em custo mínimo, porque os anseios mais subjetivos serão atendidos pelo sucessor que chega em 2013.


Fiat Siena EL: Em situação parecida à dos Corsa, a Fiat trouxe o Grand Siena já visando faixas de preço maiores, chegando nos premium. Com isso, a área dos populares ficou livre para a atuação do Siena EL, versão feita sobre a carroceria antiga e que vem tendo grande sucesso desde o lançamento. Seu preço está na média dos rivais, mas ela se destaca por oferecer desenho ainda agradável e vistoso – a traseira a la Alfa Romeo sempre arrancou elogios, mas o recente face-lift (foto) lhe deixou um tanto elegante. Além de indicar que ele continua em linha por mais alguns anos.


Renault Logan 1.0: O artigo de sedãs compactos já indica que o Logan não tem boa imagem nas versões mais caras. Isso decorre justamente do sucesso que ele tem no segmento mostrado aqui. O projeto moderno se traduz em custos reduzidos em combustível e manutenção e seu motor tem ótimo fôlego para a cidade mesmo sendo 16v, mas aliar isso ao latifúndio que é a sua cabine e ao enorme porta-malas de 510 litros lhe faz o queridinho dos taxistas. Estes milhões de motoristas não podem estar errados: o Logan não hesita em trocar a vaidade por um custo/benefício impressionante.


Volkswagen Voyage 1.0: Seu desenho externo já denuncia com quem ele tem parentesco. E como tal, suas vendas focam os segmentos de entrada. Enquanto as outras marcas procuram diferenciar os sedãs dos hatches dos quais derivam, a VW preferiu fazer o sedã como um legítimo Gol com porta-malas maior. Não se sabe qual estratégia é a melhor, mas não se pode negar que o sedã tem desenho acertado, e seu projeto ganha pontos por estar mais para a meia-vida do Logan que a veterania do Classic. As vendas elevadas do Gol facilitam sua manutenção na mesma proporção que banalizam sua imagem.


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Thursday, April 12, 2012

Sedãs compactos

Abaixo dos premium mas acima dos populares, esse subsegmento é um dos mais recentes a se formar no Brasil. A leva inicial foram modelos muito racionais, de preco acessível por espaço interno digno de modelos maiores, mas que cobrava isso no desenho não muito inspirado. Com isso, as outras marcas vieram a lançar os seus modelos com foco bem maior na estética, e hoje em dia temos duas vertentes que permitem agradar a muitas famílias de até cinco pessoas.


Chevrolet CobaltChevrolet Cobalt: Usar a moderna plataforma europeia da Opel lhe trouxe o benefício do latifúndio de interior e porta-malas. Fazer a cabine no dual cockpit da Chevrolet americana lhe deu estilo de bom gosto, com toques (leia-se peças) de Cruze e Sonic. Seu grande tropeço foi lembrar do Brasil justo na hora de escolher o desenho: a inspiração veio do Agile… Mas é um sedã muito competente. Se falta fôlego ao motor 1.4, logo chega o 1.8, com câmbio automático e tudo.


Fiat Grand SienaFiat Grand Siena: Estrear geração nova lhe deu cabine muito mais espaçosa que a anterior, apesar de que ele não é o campeão daqui nesta área. Mas ele vira o jogo com o estilo arrebatador, de linhas refinadas e mais elegantes do que nunca. O pacote de itens melhorou tanto desde a versão básica que as de topo viraram premium. Como o foco daqui são as com motor 1.4, vale destacar que ele é o único com versão Tetrafuel, que roda com quatro opções de combustível.


Ford Fiesta RoCam SedanFord Fiesta RoCam: Mais antigo de todos, ele tem o trunfo de ser um dos raríssimos casos de sucesso estilístico ao adaptar o sedã a partir de um hatch cujo projeto original não lhe previa. É uma pena que os dois face-lifts já tiraram a harmonia inicial, mas ele ainda agrada por ótimo espaço de cabine e porta-malas, motores competentes e durabilidade. Mas hoje em dia mais pelas agressivas promoções da marca, que lhe enchem de itens a preço que esconde sua idade.


JAC J3 Turin: É a versão três-volumes do pioneiro da marca do Faustão. Seu desenho em linhas delicadas de perfil baixo não nega um forte ar de anos 90, mas pelo menos ficou harmônico. De resto, ele apenas repete as qualidades do dois-volumes: muitos itens, preço baixo e, mais recentemente, durabilidade e assistência técnica de qualidade comprovadas por um teste de revista. É de se esperar que isso melhore quando a JAC concluir sua fábrica aqui.


Nissan VersaNissan Versa: Partir da plataforma do March lhe permitiu ganhar espaço interno excelente, e ainda aliado aos baixos custos em manutenção e no próprio preço final do carro, mesmo com seus generosos pacotes de itens. Estes e a restrição ao eficiente motor 1.6 16v reforçam que ele está acima dos populares. Mas nenhuma tentativa de passar ideia de luxo justifica seu desenho de linhas inchadas que não se entendem entre si. O câmbio automático faz falta.


Renault LoganRenault Logan 1.6: Como todo pioneiro, é o mais fiel aos ideais originais. O face-lift não pôde disfarçar a proposta tão exaltada no lançamento: seu foco é ser barato e isso se explica nas linhas discretas e simples por dentro e por fora. Mas esse desenho quadrado se justifica no interior, com espaço para cinco e malas maior que o de alguns sedãs médios. Pode até ter câmbio automático, mas a imagem das versões de topo sofre com a adoração dos taxistas.


Volkswagen VoyageVolkswagen Voyage: Ele é um Gol com três volumes. E é isso que lhe impede de brigar com os premium mesmo nas versões mais caras, porque ele não tem o prestígio que desejam os clientes daqueles. Então, deixando isso de lado se vê um sedã moderno mas sem pretensões de luxo, com qualidade de construção impecável, motores de fácil manutenção e cabine espaçosa. O topo da linha traz câmbio I-Motion mas vale esperar o face-lift, que não demora a chegar.

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Tuesday, February 14, 2012

Volkswagen Parati 2013

VW ParatiO contraste entre carro e cenário em cores tão diferentes já atrai olhares o suficiente para evitar ilusões à hora de ler este texto: não foi dessa vez que a Parati passou à geração atual do Gol. A defasada perua compacta recebeu mínimas alterações de visual e pacote de equipamentos para entrar na nova linha da marca, seguindo o completo contrassenso da indústria nacional de lançar a linha do ano seguinte quando o atual não chegou a completar dois meses.

A versão básica ganhou bancos com a malharia Trend, enquanto o pacote de itens opcionais de mesmo nome incorporou farois com detalhe interno cromado, adesivo preto para as colunas B e C e alças de segurança no teto. Já a versão Surf traz tudo isso de série e mais rodas de liga leve aro 15” em cinza Tom e nova faixa decorativa lateral. Por fora, a versão básica ganhou os parachoques pintados inteiramente na cor do veículo como o Gol G4. Trouxeram um visual mais limpo, mas já não há como negar que se trata de um carro antigo. Por mais qualidade que apresente, seu projeto é do começo dos anos 1990 e com concepções herdadas do anterior, de uma década antes.

Linha VW 2013O resto da família Gol também ganhou novidades. Igualmente defasado, o G4 traz calotas aro 13” de série nas versões básica e EcoMotion, mas só a primeira oferece o pacote Trend: este ganhou os mesmos itens do da Parati mas também volante de quatro raios, lanternas fumê e luz de cortesia no porta-malas. Novos opcionais são os farois de neblina e rodas de liga leve aro 14”. Já Gol G5 e Voyage ganham repetidores da luz de direção nos retrovisores em suas versões de topo, Power e Comfortline. Ainda surgem dois novos tons de cinza para toda a linha VW: Quartzo e Marine, este último excetuando Gol Power e Rallye.

Atualização 25/04/2012: O lançamento oficial da linha trouxe novidades para outras linhas. Nestes links você poderá ler o que mudou em Polo e Golf, mas também vieram alterações para Fox, CrossFox e Saveiro.

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Friday, January 20, 2012

Linha Volkswagen 2012

KombiEstá olhando a foto da Kombi à busca de novidades? Pois é, ainda não foi dessa vez que a VW criou vergonha por virar mais um ano oferecendo um projeto dos anos 1940. Pior que isso, ela fez escola na marca quanto a passar os anos mudando apenas quando e somente o que a lei obriga. São sete modelos, uns com um tipo de mudança e outros com outra, mas fato é que serviu para trazer carros como Gol G4 e Golf ao que deve ser sua última menção neste blog.

Foram dois tipos de mudanças. A requisição do primeiro eram retrovisores com maior campo de visão por parte do motorista, tanto em largura como em altura, para aumentar a segurança em situações como ultrapassagens, mudanças de faixa ou estacionamento. Os modelos que mudaram de visual antes aproveitaram também para trocar toda esta peça, enquanto dessa vez quem passa a se adequar são Gol G4, Novo Gol e Golf, além da Kombi. Na imagem animada, os três primeiros são os carros cinza-escuro, vermelho-vivo e branco, na ordem. A técnica utilizada foi o uso de lentes convexas, que aumentam o alcance sem precisar crescer tanto em tamanho.

Volkswagen 2012O segundo tipo de mudanças já vem sendo alardeado por modelos de outras marcas há algum tempo. É a já famosa adição de airbag duplo e freios ABS, para cumprir a norma de 30% da linha da marca com tais itens. Os modelos mais caros da VW já ofereciam esse pacote há tempos mas são os de vendagens menores, então a marca agora os agrega de série nas listas de equipamentos de Gol Power, Gol Rallye, Voyage Comfortline e SpaceFox Trend, respectivamente os modelos em vermelho-vivo, amarelo, vermelho-escuro e prata. Entretanto, todos terão o preço aumentado em R$ 1300.

A linha Fox recebeu um face-lift há pouco, então deve durar mais alguns anos. É o que se pretende fazer também com a linha Gol G5 no meio deste ano, trazendo também Gol duas-portas e Saveiro automatizada. Ou seja, a plena vitalidade do sucessor deveria fazer o Gol G4 sumir, mas é bem provável que a VW insista em criar mais um subcompacto. Porém, é do Golf o caso mais crítico. Chegou nos anos 90 igual ao alemão, mas a partir daí ignorou a Europa e seguiu um caminho próprio e de mau gosto. Mas é de se esperar que o Golf 7 nos coloque em sintonia outra vez. E quanto à Kombi, ano que vem chega ao 60° aniversário. Então só nos resta esperar o 70°, o 80°…

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Wednesday, October 14, 2009

VW Gol e Voyage I-Motion

VW Gol e Voyage I-Motion
Seguindo a nova tendência do mercado brasileiro, depois de a VW tê-lo inaugurado com o Polo, agora estende o câmbio automatizado também ao novo Gol e Voyage, numa não muito discreta resposta à recente oferta do câmbio Dualogic à linha Palio.
Embora tenha sido lançado mais tarde que o da Fiat e o Easytronic da Chevrolet, o ASG desenvolvido pela Magneti Marelli compensa o tempo a mais com um melhor funcionamento, com aumento do conforto ao rodar, já que reduz muito os "trancos" nas trocas de marcha.
Tanto hatchback quanto sedã podem vir com o volante novo, vindo do Passat CC e também usado no Polo, que traz comandos satélite do som e do sistema Bluetooth para conexão com celular. Os pacotes de itens das versões foram mantidos
Somente vendido nos carros com motor 1.6 de 101/104 cv, o I-Motion pode vir no Gol 1.6 (R$ 34.605), Gol Power 1.6 (R$ 38.605), Voyage 1.6 (R$ 39.620) e Voyage Comfortline 1.6 (R$ 41.265).
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Friday, December 12, 2008

Volkswagen Voyage

Volkswagen Voyage

Doze anos depois, o Voyage retorna totalmente remodelado ao mercado brasileiro, buscando seu espaço no segmento, e até superar o atual líder dos sedãs pequenos, o Fiat Siena.

Nas versões com motor 1.0, de 72/76 cv (gasolina/álcool), ele fica bem lento, ainda mais com ar-condicionado ligado, problema que o motor 1.6 (101/104 cv) consegue resolver, com consumo não muito maior.

Seu visual consegue ser equilibrado, ao contrário do de muitos carros. Sua carroceria tem vincos fortes e fracos nos lugares corretos, eliminando a sensação de "lataria vazia" presente, como no Peugeot 207 Passion, realçada pelos pára-lamas grandes com rodas pequenas. Quanto a medidas, ele é apenas 33 cm maior que o Gol, mas possui porta-malas de 480 litros, quase empatando com o campeão do segmento, Logan, com 510.

Quanto a equipamentos, ele herdou a boa lista do Gol, com direito a computador de bordo, som com mp3, bluetooth e entrada USB/iPod, freios ABS e airbags, por exemplo. Porém, o problema é que todos esses itens são opcionais, sendo a lista de itens de série mínima.

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