Eis o quarto Fiat brasileiro a receber o câmbio automatizado com melhorias. Assim como Bravo, Punto e Linea, a minivan agora oferece trocas de marcha muito mais refinadas, cuja qualidade também passa pela adição das duas funções já conhecidas: o Creeping facilita a baliza ao mover o carro lentamente em manobras curtas, enquanto o Auto-Up Shift Abort atrasa a troca de marcha para evitar perda de força em situações como retomadas. Todo o resto do Idea segue inalterado, incluindo as versões e os preços.
Wednesday, October 24, 2012
Fiat Idea Dualogic Plus
Tuesday, October 23, 2012
Fiat 500C e 500 by Gucci
Finalmente chegaram. Já é muito conhecida a história de ascensão do Fiat 500 no mercado brasileiro, em que bastou a enorme redução de preço ao trocar sua produção polonesa pela mexicana, e ele deixou o status de importado de vendas escassas para atingir participação importante mesmo no acirradíssimo segmento dos hatches compactos do Brasil. No entanto, se basta olhá-lo de perto para ver que seus atrativos são puramente emocionais, as versões que chegam agora são um excelente reforço para o potencial com o qual ele nasceu.
Várias vezes já se comentou da atração que os carros conversíveis exercem em grande parte dos compradores. Trata-se de uma sensação de liberdade dada pela falta de teto, mas também da sensação de exclusividade que decorre das extensas mudanças que um carro desses apresenta em relação ao seu equivalente convencional. Isso é o que motivou não só os projetos já nascidos cabriolets ou roadster, como também soluções de custo menor mas resultado próximo, como o teto solar: ele vem agradando tanto que vem deixando o tamanho de escotilha e passa a tomar conta de quase todo o teto do carro, mesmo que em alguns casos não se abra e ganhe o nome de parabrisa panorâmico. Carros como o Cinquecento precisam ter essas considerações feitas em seu projeto pelo puro fato de que seu foco são justamente as vendas emocionais, em vez de clientes que buscam espaço para cargas ou precisam levar seis pessoas. A versão de teto aberto do 500C chegou à Europa em 2009, mas a tão falada reviravolta do 500 brasileiro veio em 2011. Então a razão da demora de sua chegada ao país provavelmente se deveu à observação do desempenho do carro aqui: como a Fiat viu que as vendas do hatchback atingiram um patamar estável, tornou-se válido investir em trazer a nova versão.
Os detratores logo alegarão que o 500C preserva as laterais da versão comum, e isso não se pode negar. Mas também se deve analisar outras questões decorrentes do mesmo fato: a ausência de mudanças de estrutura muito profundas para chegar a essa solução torna muito fácil repetir o nível de segurança da versão fechada, que sempre foi bastante elogiado mundialmente, e no futuro ainda trará a facilidade de usar as mesmas peças de reposição, o que se torna um problema a menos para os compradores. Além disso, a economia de escala vinda de todo esse compartilhamento traz uma vantagem ainda mais sedutora: que outro conversível se pode comprar no Brasil com R$ 57.900? Sua capota de tecido tem acionamento elétrico que se pode fazer a até 80 km/h e em três posições. O modelo virá apenas na versão Lounge Air, o que significa não só o mesmo enorme pacote de itens do equivalente de teto fechado, como também o motor 1.4 16v MultiAir de 105 cv e 13,6 kgfm com câmbio automático de seis marchas. Ele ganhou novas rodas de liga leve aro 15” e os sensores de estacionamento traseiros, mas outro destaque é a personalização: ele pode vir em vermelho (sólido), cinza e preto (metálicos) ou branco (perolizado) por fora, com cabine em preto, bege/marfim e vermelho/marfim e capota em preto ou vermelho.
Já a segunda novidade do carrinho dá atenção especial aos antenados da moda. Também chega ao Brasil uma tiragem limitada do 500 inspirado na grife Gucci, cujos primeiros destaques começam no exterior: além da vistosa faixa alusiva à marca rodeando a linha de cintura, ele leva seu nome na coluna das portas e rodas exclusivas e o logotipo nas rodas, que também são exclusivas. Como ele só vem na cor branca, é ela quem dita o estilo do interior, formando um bonito contraste com o preto desde o painel até volante e bancos em couro – estes trazem o logotipo da marca nos encostos de cabeça, uma faixa verde e vermelha no apoio das costas e usam os cintos de segurança nessas mesmas cores. Até os freios foram alterados, trazendo pinças na cor verde, mas o pacote de itens continua completo. Ele traz tudo o que a Fiat oferece para este carro, incluindo teto solar panorâmico e o motor 1.4 16v MultiAir, pelo preço de R$ 60.800 sem opcionais. Baseada na versão de topo do mercado europeu, essa série representa o hábito muito comum de associar esse tipo de carro às grifes de luxo, como sua própria edição assinada pela Diesel algum tempo atrás. Estima-se que virão apenas cinquenta unidades do 500 by Gucci ao Brasil, com as vendas previstas para começar em dezembro.
Monday, October 22, 2012
Chevrolet Onix
Que melhor forma de se preparar para o Salão do Automóvel senão com as primeiras informações oficiais de um dos lançamentos mais aguardados do ano? Há tempos já se sabe que a Chevrolet brasileira vem efetivando um extenso plano de renovação em sua linha de veículos, mas por mais modernos e evoluídos que sejam seus novos modelos, até agora todas as novidades se dirigiam a faixas de preço médias e altas. Pois agora você pode conhecer como a marca aplica essa nova estratégia ao segmento que mais vende no país.
Houve uma época em que o segmento de entrada da Chevrolet esteve muito ineficiente, porque concentrava modelos demais competindo pelo mesmo público e em maioria antigos. Havia a linha Celta e Prisma e a linha Corsa nas suas duas gerações – eram projetos de 1994 e 2001. Já se sabia que a solução era oferecer modelos em menos quantidade e mais modernos, e isso ajuda a explicar por que por mais que o Agile tenha sido a primeira tentativa, o sucesso entre os carros compactos só começou a vir com o Cobalt e sua plataforma europeia Gamma II. Agora o Onix chega com a mesma solução para reverter de vez a fama que a marca criou nos últimos anos: sua ideia é trazer modernidade em níveis inéditos na categoria. A própria construção que tem já é um bom exemplo a citar, porque se trata de um projeto muito moderno e de base compartilhada com modelos de respeitada qualidade, caso do Sonic e do Corsa europeu, que vêm vendendo muito bem em seus mercados. Como nós temos o primeiro destes atuando entre os premium e o Agile logo abaixo, é explicável que o Onix tenha vindo com foco no segmento de entrada. Já se sabe que ele vai assumir o papel do Corsa, mas também é muito provável que a médio prazo ele tome o lugar do Celta.
A questão é que basta pedir um preço competitivo pelo Onix básico e ele se torna um excelente competidor em meio ao campo de batalha que se tornou a categoria dos compactos nos últimos tempos. Enquanto Corsa e Agile apostam em traseira mais vertical para otimizar o espaço interno e assim favorecer as famílias, o novato aposta num corte bem mais inclinado para lembrar a esportividade dos cupês. Sua dianteira segue a recente tendência de ganhar em altura e perder em comprimento, mas é muito interessante notar a ordem de destaques dos seus elementos: por baixo há uma grande faixa preta unindo os farois de neblina à tomada de ar inferior, e logo acima os farois chamam muita atenção para o formato, comprido e de perfil baixo para aumentar a sensação de largura. Mas tudo isso foi esculpido de forma a coadjuvar com a grade principal. Ela não só tem a todos convergendo a si como até o capô é mais elevado ao redor dela – coincidentemente ou não, justo no Onix a Chevrolet desenhou sua clássica grade bipartida de tal forma que se fosse um pouco mais alta teria o mesmo formato do brasão do Superman. Há quem diga que a partir das laterais ele se parece muito com o Gol, mas é mais provável que a inspiração tenha vindo do Cruze Sport6: a forte dobra criada a partir da porta traseira e que se funde com o desenho da lanterna é uma clara evolução da solução do irmão maior.
Entrando no carro, os sorrisos continuam. A cabine repete a atual identidade Chevrolet, e isso se torna um elogio porque significa bom espaço para quatro (o quinto passageiro nesses carros sempre fica apertado), desenho moderno e de bom gosto e pacotes de itens atraentes, em 2,53 m de entre-eixos e 280 litros de porta-malas. Seus motores serão 1.0 e 1.4 SPE/4, a evolução da linha VHCE. Na ordem, geram potência de 78/80 cv e 98/106 cv e torque de 9,5/9,8 kgfm e 12,9/13,9 kgfm. Estes motores equiparão as três versões típicas da Chevrolet como LS 1.0 (R$ 29.990), LT 1.0 (R$ 31.690), LT 1.4 (R$ 35.290) e LTZ 1.4 (R$ 41.990). As listas de equipamentos flutuarão entre itens como ar-condicionado, computador de bordo, direção hidráulica e trio elétrico, entre outros, mas dois casos merecem destaque: um é que o Onix traz airbag duplo e freios ABS de série desde a versão de entrada, e o outro é o tão alardeado MyLink. O compacto é o primeiro Chevrolet brasileiro a trazer a famosa central de entretenimento da marca, que chama atenção pelas 7” da touchscreen no console central. Esse sistema traz GPS, som multimídia e conexões Bluetooth e USB, que também permitem acessar vídeos e fotos. O câmbio automático ficará para 2013, mas pelas fotos já se vê que ele também vai aderir à moda da personalização leve de fábrica. Suas vendas começam em novembro.
Sunday, October 21, 2012
Volkswagen Gol 2p
Por maiores que fossem as expectativas, ninguém ainda sabia o que exatamente deveria esperar da VW. Só se sabia que a primeira realização da famosa avant-première do Grupo Volkswagen na véspera do Salão do Automóvel estava reservando algo grande para nós, porque esse evento só se faz antes das exposições automotivas mais importantes do mundo. Pois se a estreia mundial acabou ficando para o Anhembi, quem se expôs hoje foi a versão com duas portas a menos do Gol, que já é um dos VW mais vendidos do mundo.
Quem ficou a cargo da apresentação oficial do modelo foi Martin Winterkorn, o presidente mundial da marca. Porém, mesmo os não tão interessados pelo mundo dos carros sabem que a importância dessa versão tem mais relação com as vendas que dá do que pelo produto em si. A atual geração do Gol foi projetada apenas com quatro portas, mas elas serviam bem apenas a ele e ao sedã Voyage. O truque que permitiu reduzir custos com bons resultados visuais foi ter lançado a nova Saveiro antes do Gol 2p, num caminho inverso ao que se fez com a fase anterior da família: as portas dianteiras do Gol 4p resultaram muito estreitas para a picape, e isso prejudicou seu visual. Então, dessa vez fizeram as portas maiores pensando na Saveiro de início, e com isso chegaram a um tamanho e formato que mais tarde também ficaria bom no Gol 2p. Esse raciocínio tão sinuoso se fez necessário não só para conseguir melhor resultado estético como para reduzir custos, porque em carros populares o maior apelo de uma versão assim é o menor preço final. Isso também explica por que a versão ficou tão parecida com o anterior: quaisquer mudanças como recortar a traseira em outra forma ou mudar parachoque e lanterna convergeria a um preço final inconcebível para o mercado do Gol. Então a opção foi por alterar o mínimo possível da estrutura, em estratégia parecida à da Fiat com o Uno.
Sendo assim, se o modelo original já era bem resolvido, não seria o duas-portas que quebraria a harmonia do estilo da carroceria ou a ditadura da dianteira e traseira excessivamente parecida entre quase todos os VW atuais. Além disso não há muitas diferenças a esperar, sendo a maior delas é o acesso naturalmente mais difícil ao banco traseiro, mas cuja redução de R$ 1.300 em relação às respectivas versões quatro-portas que se torna interessante para quem não costuma levar mais de um acompanhante. O modelo parte de R$ 26.590 e traz de série vidros elétricos e travamento central, mas continua perdendo para os rivais ao oferecer airbag duplo e freios ABS apenas como opcionais. Ao menos neste primeiro momento, o Gol duas-portas repete todas as versões atualmente oferecidas para o 4p, o que inclui motor 1.6 e câmbio I-Motion, mas o mercado brasileiro se encontra muito diferente de quando o Gol esteve no auge: nos anos 80 sua primeira geração nunca se preocupou com as portas extras porque o público dessa época tinha uma estranha rejeição a elas. Já a fase “bolinha” viu a mudança de hábitos dos anos 90, em que a única forma de manter as boas vendas era curvar-se à preferência agora influenciada pela praticidade de modelos como sedãs e minivans, que na verdade dura até hoje. Sendo assim, é de se esperar que em um ou dois anos ele se adapte à demanda perdendo algumas versões e ganhando outras – isso pode incluir a reedição do Gol GTi.
Resep Gulai Kambing Istimewa
- 3 sdm minyak untuk menumis
- 3 buah cengkih
- 5 cm kayu manis
- 2 buah kapulaga
- 4 butir klabet
- 1 batang Serai, ambil bagian putihnya, memarkan
- 3 lembar daun jeruk
- 1 kg daging kambing berikut tulangnya, potong-potong
- 1 butir kelapa kupas parut, ambil 250 ml santan kental
- 750 ml santan encer
- 1 sdm air asam Jawa
- 1 sdt garam
- 2 sdm bawang merah goreng
- 4 buah cabai merah
- 3 siung bawang putih
- 6 butir bawang merah
- 4 buah kemiri sangrai
- 2 sdt ketumbar sangrai
- 1 sdt merica butiran sangrai
- 1/4 sdt jintan sangrai
- 10 butir adas manis sangrai
- 1 sdt jahe cincang
- 1 sdt kunyit cincang
- 1/2 sdm lengkuas cincang
- Panaskan minyak, tumis bumbu halus hingga harum. Masukkan cengkih, kayu manis, kapu laga, klabet, Serai, dan daun jeruk.Aduk hingga bumbu layu.
- Masukkan daging kambing, aduk hingga berubah warna.Tambahkan santan encer. Masak hingga mendidih.
- Masukkan santan kental. Masak sambil aduk sesekali hingga daging empuk.
- Tambahkan air asam dan garam.Aduk rata. Angkat.
- Taburi bawang merah goreng. Sajikan hangat.
Resep Mie Ayam Yamien
- 1 sdm minyak sayur
- 1 siung bawang putih, cincang halus
- 1 sdm daun bawang, iris kasar
- 150 g fillet ayam, potong dadu kecil
- 1 sdm kecap asin
- 1 sdm suas tiram
- 1 sdm kecap manis
- 1/2 sdt merica bubuk
- 1 sdt garam
- 2 batang sawi, potong-potong, rebus
- 300 ml kaldu ayam
- 2 sdm bawang merah goreng
- Pilihlah mie segar yang bagus kualitasnya. Lepaskan dari bungkusnya dan tekan-tekan hingga terurai.
- Didihkan air secukupnya dalam panci.
- Rebus mie sebentar hingga lunak lalu tiriskan segera.
- Aduk kecap, minyak, bawang putih goreng dan minyak wijen hingga rata.
- Masukkan mie panas ke dalam campuran kecap.
- Aduk-aduk hingga tercampur rata. Sisihkan.
- Tumis bawang putih dan daun bawang hingga layu.
- Masukkan potongan ayam, aduk hingga kaku.
- Masukkan kecap asin dan bumbu lainnya.
- Aduk hingga mendidih dan ayam jadi kaku. Angkat.
- Taruh mie dalam mamgkuk saji.
- Beri Topping dan Pelengkapnya.
- Sajikan hangat.
Saturday, October 20, 2012
Nissan Frontier 10 Anos
Depois de anunciar a edição especial do March em alusão aos próximos Jogos Olímpicos e até mesmo um carro-conceito exclusivo para o Brasil, a Nissan reservará mais uma novidade para este Salão do Automóvel. Trata-se de outra série especial, mas que comemora a primeira década da comercialização da picape média no país. Ainda não será dessa vez que a Frontier vai começar a esperar uma nova geração ou mesmo um face-lift, mas o fato é que esta versão melhora os aspectos em que ela já ganhava destaque.
Depois de vender a primeira geração como importada e ainda sob o nome de Pick-up nos anos 1990, a Nissan passou a oferecer a Frontier como um modelo separado do SUV Pathfinder no final da década. Ganhou uma nova geração já com os traços mais modernos dos anos 2000, e chegou ao Brasil com produção nacional. Isso permitiu que sua marca trilhasse por aqui caminho parecido ao das conterrâneas Honda, Mitsubishi e Toyota, que começaram vendendo um modelo de grande representatividade mundial, e logo fizeram fama pela excelente reputação de resistência mecânica que cultivam há décadas – o caso das últimas duas é mais parecido ao da Nissan porque elas também estrearam com utilitários. A Frontier honrou os predicados de sua marca e viu sua iniciativa prosperar, ganhando várias versões com motores modernos e opções desde a voltada ao trabalho até a destinada ao luxo. A segunda geração chegou no final da década, mas seu impacto foi bem menor que o da anterior. Dessa vez não se tinha um o lançamento de um modelo novo, mas sim a evolução de um conceito que caiu no gosto do público. A Frontier chegava em vários mercados com nomes diferentes mas a mesma construção robusta, de linhas modernas e imponentes mas que guardam semelhança com as antecessoras.
Entretanto, a Nissan estende às picapes a prática japonesa de evitar os face-lifts nos carros urbanos. Ou seja, desde 2005 (2008 para o Brasil) as mudanças dessa geração sempre foram pontuais. Isso só mudou um pouco agora, porque a picape trocou o parachoque dianteiro e com isso mudou os farois de neblina e a grade, que ficou mais destacada e ganhou a mesma cor Titanium do suporte da placa. A série vem nas versões comuns da picape em vez de se tornar uma a mais: a SV Attack 10 anos 4x2 parte de R$ 95.990 (R$ 104.190 com 4x4, mas também há a SL automática 4x4 por R$ 124.990, o que só reforça a sua fama de bom custo/benefício. A diferenciação exterior termina com as novas rodas de 18”, o logotipo da série nas laterais e as lanternas escurecidas na SV. Já a cabine ganhou mais detalhes cromados e teve leves retoques no quadro de instrumentos. Fora isso, os itens de série incluem airbag duplo, ar-condicionado bizona, bancos de couro, chave presencial I-Key, computador de bordo e freios ABS com EBD desde a SV, enquanto a SL agrega tela LCD tanto para o sistema de som multimídia como para a câmera de ré e controle de estabilidade. Sob o capô se tem o mesmo 2.5 16v turbodiesel de antes, em duas configurações.

