Como a marca alemã foi habilitada no programa Inovar-Auto, iniciar a construção de uma fábrica no país livrou a BMW do IPI de 30%. Os descontos também valeram aos modelos da Mini, mas o repasse não foi uniforme – o modelo de entrada, 116i, ficou R$ 15 mil mais barato, enquanto a Série 7 não teve alterações. Outra novidade é que a Série 6 trocou a versão 650i pelo novíssimo 640i Gran Coupé, mas você pode conferir a tabela completa na galeria do Facebook, que se pode acessar clicando na imagem ao lado.
Monday, February 25, 2013
Linha BMW e Mini 2013
Saturday, August 11, 2012
Mini Coupé John Cooper Works
Muito já se sabe sobre o sucesso do Grupo BMW na decisão de dar novo gás à marca Mini, no começo da década passada. A aposta de voltar com o estilo clássico do Cooper em uma versão muito mais moderna e luxuosa não só não se intimidou com a falta de rivais similares como a converteu em seu favor, obtendo êxito a ponto de ter fundado toda uma categoria formada para ele. Eles responderam a essas mudanças começando a diversificar seu produto, cuja mais nova variante acaba de desembarcar no país.
As várias opções de cor para carroceria, teto e detalhes da cabine já indicavam que a prioridade ali era o estilo. Mas houve quem pensasse em aliar tudo isso a mais desempenho, e então surgiu a versão S, com motor turbinado. Outra vez o mercado respondeu muito bem, e a marca resolveu seguir com a estratégia. Vieram séries especiais, versões novas… Até que chegou a nova geração. Mas dessa vez o carrinho já renasceu ciente do sucesso que fez, em vez do foco de “ver no que vai dar” de antes. Isso se traduziu em que o seu novo projeto alcançou um novo patamar quanto à expansão: surgiram novos modelos. Perua, crossover, cupê e roadster surgidos um a um, a Mini deixou de ser uma marca reconhecida apenas pelo “Mini Cooper” para oferecer toda uma linha de modelos. Claro que essa empreitada é capitaneada pelo apelo do design do próprio, mas a questão é que seus adeptos agora podem desfrutá-lo em opções que atendam melhor às necessidades de cada um. Cada um respeitando a gama de versões que já virou uma tradição entre esses carros: urbana, S e a famosa John Cooper Works.
Quem acaba de chegar ao país é o último modelo entre os citados no parágrafo anterior, mas na última das versões também ali enlistadas. Um Mini JCW representa, além da adição do kit aerodinâmico externo, que o motor foi refeito pela empresa de mesmo nome para ter desempenho ainda melhor. A questão era que por melhor que ele ficasse, usá-lo no Cooper sempre o impediria de alcançar as melhores marcas possíveis porque seu desenho tão intocável não é o mais favorável à aerodinâmica. E é aqui que o Coupé encontra sua raison d’être. Usar carroceria bem diferente lhe permite inverter a proporção forma-função usada pela versão convencional, fazendo-o maximizar qualquer potencial de esportividade que lhe seja aplicado. Neste caso, por “potencial” leia-se o 1.6 16v turbo preparado para potência e torque de 214 cv e 26,5 kgfm, este distribuído entre 1.800 e 5.600 rpm. Tudo isso e o câmbio manual de seis marchas lhe levam de 0 a 100 km/h em 6s1 e à máxima de 240 km/h. O preço de R$ 149.950 termina de se justificar com itens como ar-condicionado digital, controles de estabilidade e tração, direção elétrica adaptável e suspensão esportiva. Fora o detalhe de que apenas nove unidades virão ao país.
Friday, July 27, 2012
smart fortwo 2013
Quem nunca virou o pescoço ao ver um fortwo na rua? Esse simpático microcarro aos poucos foi fazendo sua fama também entre nós, especialmente nas grandes cidades. Até o preço não tão acessível ajudou na sua imagem, porque as aparições frequentes mas não massivas lhe dão o mesmo status de jovialidade da qual hoje desfrutam carros como Audi A1 e Citroën DS3, sem seguir o caminho do estilo retrô que faz a fama de Fiat 500 e Mini Cooper. Agora ele chega à linha 2013 com um face-lift que já era nosso conhecido.
Já era possível esperar a chegada dessa nova versão em breve porque logo no primeiro anúncio oficial desse retoque algumas das fotos mostravam o carro usando placas brasileiras, o que não podia indicar outra coisa senão a iminência da sua chegada aqui. As alterações foram leves, e se podem chamar de aperfeiçoamentos que atualizaram seu estilo sem mudar sua personalidade. O logotipo dianteiro desceu do capô e agora fica na grade dianteira, um pouco maior e com mais destaque. Mudaram as rodas e os parachoques, e as grades incluídas nestes últimos mudaram de desenho, adotando o padrão de hexágonos. O modelo terá as mesmas versões de antes, mas isso traz algumas diferenças de visual: a grade dianteira tem moldura preta no mhd e prata no Turbo, cada um usa um jogo de rodas diferente, e as peças abaixo dos parachoques, que fazem as vezes de spoilers, são pretas no mhd e na cor do veículo no Turbo. Este último ainda tem a exclusividade das luzes diurnas em LEDs no parachoque. Mas em vez de pontilhadas, elas formam uma pequena barra contínua em cada lado.
Outra novidade é que as rodas agora são aro 15” para todos os modelos, o que significa evolução para a mhd. Por dentro, os revestimentos de tecido vêm em preto para a versão de base, enquanto a Turbo permite também as opções de bege e vermelho. O console central passa a seguir uma importante tendência ao oferecer a touchscreen de 6,5” que controla a nova central de entretenimento, que por sua vez reúne conexão Bluetooth e até reprodutor de DVD, e mantém as entradas USB e auxiliar no porta-luvas. A segurança é capitaneada pela famosa célula de sobrevivência do carro, que é a responsável pela cor contrastante no exterior. Mas também conta com itens como freios ABS e os sistemas como controle de estabilidade e hill holder. O motor é sempre um 1.0, que rende 71 cv no mhd e 84 cv para os Turbo, esta a única versão com opção da carroceria cabriolet. O câmbio é sempre automatizado de cinco marchas, e garante o baixo consumo com a ajuda do sistema start/stop. O fortwo mhd custa R$ 52.500, ao passo que os Turbo ficam em R$ 68.500 para o Coupé, R$ 72.500 para o Cabrio e R$ 72.900 para o Cabrio Tritop.
Tuesday, July 24, 2012
Audi S5
Já se podia sentir saudade de ver algum lançamento de A5, não? Depois de apresentar cada integrante da linha convencional com um intervalo de menos de dez dias, a Audi ganha os holofotes mais uma vez. Mas agora o destaque não são os modelos, e sim a versão em que eles vêm. Sim, chega ao país a famosa série S5, de uma vez nas três opções de carroceria que o modelo oferece. Elas também já receberam o face-lift que marca a linha 2012 do A5, mas ganham melhorias muito interessantes quanto à parte mecânica.
As características de design dos três só se alteram no que se relaciona com a esportividade. As rodas de dezoito polegadas são o item que mais chama atenção, sendo um desenho diferente para cada modelo mas todos carregados de bom gosto. Também vieram parachoques mais agressivos, em que os dianteiros ganham entradas de ar maiores. Pode parecer um pacote comedido demais para carros que superam os R$ 350 mil, mas fato é que nesta categoria os costumes são esses. Eles não se dedicam a colecionar peças diferentes e chamativas porque além de isso trazer exposição excessiva aos donos, faz evaporar a elegância que eles têm. Então a linha S5, assim como as equivalentes das outras marcas, prefere trilhar o caminho da discrição. Afinal, a clientela que costuma comprar este tipo de carro já conhece bem que itens diferenciam os esportivos, então fazer mais alarde realmente não é necessário – o item que capitaneia a adoração a essas versões é bem menor, na verdade: é a simples faixa vermelha do pequeno logotipo que fica na grade dianteira e na tampa traseira. Ela chama atenção para o nome do carro que aparece logo ao lado, e explica que aquele carro é um Audi de alto desempenho.
Os três trazem pacote de itens completo. Mas o brilho desses carros se faz mesmo sob o capô: todos trazem um 3.0 TFSI V6. A vantagem está em que eles aderiram à tão comentada tendência do downsizing, trocando o antigo 4.2 V8 por uma unidade que chega a desempenho similar mas se valendo de tecnologias como o compressor, que lhe permitem melhoria de 20% no consumo, chegando à marca de 12,35 km/l. Esse propulsor gera potência de 333 cv e 44,8 kgfm de torque, que garante velocidade máxima limitada, mas acelerações de 0 a 100 km/h diferentes para cada modelo: o Sportback faz 5s1 e agrada aos entusiastas dos cupês de quatro portas com o menor preço dos três, R$ 355.900. Já o Coupé agrada aos puristas, que não abrem mão do melhor desempenho que se pode conseguir: faz 4s9 e custa R$ 360.900. E quem fecha a linha é o Cabriolet, com itens como a capota em tecido que lhe fazem transpirar charme. Ele faz 5s4 e custa R$ 387.900 e, assim como os irmãos, usa tração integral quattro, suspensão esportiva com amortecedores eletrônicos e o câmbio S-Tronic, de sete marchas e dupla embreagem.
Friday, February 10, 2012
Mercedes-Benz CLS 350
O famoso cupê de quatro portas debutou aqui na geração atual em 2011 mas apenas na versão de topo, CLS 63 AMG. Típica estratégia de “preparar o terreno”, em que a presença do modelo no portfólio das lojas servia também para despertar o desejo dos clientes pela marca em geral, mesmo que ele próprio não alcançasse vendas expressivas. Mas agora a versão que chega é a mais barata de sua gama, e busca seduzir com o mesmo desenho mas preço menor.
Sua silhueta não chegou a sofrer mudanças porque o modelo atual passou apenas pelo clássico face-lift de meia vida. Ou seja, ele aproveitou a chance para se adequar às últimas normas de desenho da marca, adotando a proeminente grade dianteira cortada por um friso espesso que sustenta a estrela de três pontas. As laterais exibem dois fortes vincos que parecem dividir o espaço em três, e terminam no abaulado paralama traseiro que já forma parte da traseira de cupê: seu caimento é muito mais suave que o de um sedã convencional, e com isso o terceiro volume leva as vistosas lanternas num nível mais baixo que o usual, combinando com sua proposta mais esportiva que a dos “irmãos” sedãs da marca.
Seu interior responde com profusão de detalhes em alumínio para combinar com o preto de bancos e paineis de porta dos modelos que vêm ao Brasil, além de um largo console central que ostenta a touchscreen de 7” do computador de bordo. Aliás, seu interminável pacote de itens inclui ar-condicionado trizona, sistema de som multimídia Harman-Kardon com DVD e HD interno de 6 GB e o sistema Pre-Safe, que ativa diversos preparativos de segurança quando detecta colisão iminente. Seu motor é o 3.5 V6 BlueEfficiency de 306 cv com câmbio automático de sete marchas, que o leva de 0 a 100 km/h em 6s1 e à máxima de 250 km/h. Sai por R$ 369.900.
Sunday, October 9, 2011
Mini Coupé
Apresentado mundialmente no último Salão de Frankfurt e lançado no Brasil no mês seguinte. É sempre um gosto para o país receber um modelo em sintonia com a Europa, e a Mini parece saber disso. Afinal, sua linha por aqui vem crescendo mais e mais, e isso se deve à excelente aceitação que seus modelos vêm recebendo por nossa parte. Isso motivou a agilidade na chegada do modelo de R$ 134.950 na versão básica e R$ 149.950 para o Coupé S.
Olhando de qualquer ângulo podemos perceber o parentesco enorme que ele tem com o carro-chefe da marca. Na verdade, ele pode muito bem ser pensado como um Cooper com extremos mais aerodinâmicos e teto suavizado até chegar à forma de cupê. O interessante é que ele não deixa de ter personalidade própria, com detalhes como as janelas laterais truncadas e o spoiler acima do vidro traseiro, em vez de sobre a tampa do porta-malas como é comum em cupês. A visibilidade traseira se compromete com isso, mas a prioridade de um carro como este é o estilo.
Merece um prêmio quem achar uma peça completamente retilínea no interior do Coupé. Sua cabine louva ainda mais o estilo dos Mini, apresentando clássicos da marca como o extravagante velocímetro no centro do painel, além de uma faixa colorida no meio do mesmo. Suas versões sempre trazem um motor 1.6, mas que rende 122 cv na de entrada, e 184 cv na versão esportiva S, o que lhe proporciona 0 a 100 km/h em 6s9 e máxima de 230 km/h – segundo a marca, é seu modelo mais rápido.
Monday, October 12, 2009
Mercedes-Benz Classe E Coupé
Além de trazer a versão Sport do roadster SLK, a marca alemã agora traz a versão cupê da sua linha intermediária de modelos. Pelo menos por enquanto, ele virá em duas versões, básica e Plus, e com o preço inicial de 280 mil reais.
Suas linhas remetem aos outros modelos da Classe E, com os clássicos faróis duplos, nesta geração trocando as formas ovaladas por irregulares, e apresentando um desenho agressivo, mas mesmo assim sem perder a elegância e a sobriedade típicos da marca. Sob o capô, ele começa vindo apenas com o 3.5 V6, de 272 cve 35,6 kgfm de torque.
A diferença entre as versões é que a Plus adiciona ao já excelente pacote de equipamentos do modelo o sistema Keyless Go, de travamento e partida a distância, por 5 mil reais. Como é um modelo de duas portas, ele conta com sistema Easy Entry de deslocamento dos bancos dianteiros e aproximador do cinto de segurança para os ocupantes desses bancos.
