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Wednesday, June 6, 2012

Sedãs Premium

O dossiê desta vez reúne os sedãs que se encontram a meio-caminho entre os compactos e os médios. Essa categoria ganhou força no começo da década passada, em especial porque agradam em cheio a quem quer imagem mais refinada e exclusiva que a dos sedãs compactos, mas sem chegar aos preços e consumos mais elevados dos sedãs médios. Este artigo dará um breve resumo sobre cada um dos possíveis concorrentes nesta categoria, e será atualizado a cada lançamento futuro.


Chery Cielo SedanChery Cielo: Assim como o J5, este sedã é um médio para os olhos da marca, e um premium no mundo real. Seu desenho brada aos quatro ventos que tem assinatura Pininfarina, mas a dianteira conservadora não faz o melhor par do mundo com a traseira agressiva e as laterais que imitam o Alfa Romeo 156. E este é o diferencial de mais este chinês, que como todos os outros vem completo de fábrica, mas com 1.6 16v a gasolina. Sua garantia total é de três anos.


Chevrolet-Sonic4Chevrolet Sonic: Ele já fez sucesso em vários países e não é difícil de encontrar o porquê. Seu cartão de visitas é o estilo amplamente elogiado, mas por trás dessa esportividade herdada da versão hatch se revela um sedã muito bom para a família. O espaço interno é garantido pela construção moderna, e o painel com estilo de moto antecipa a agilidade do 1.6 16v Ecotec, podendo vir com câmbio automático. É uma opção para as famílias que querem mais estilo.


Fiat Grand SienaFiat Grand Siena: Aqui o enfoque se faz nos Essence. A segunda geração lhe deu carroceria espaçosa e com desenho cheio de relevos e cromados que lhe dá personalidade própria. É um ar luxuoso que combina muito bem com a cabine de acabamento em duas cores desta versão. Além disso, ela ganha pontos pelo pacote de itens e em especial pelo motor 1.6 16v de 117 cv, que pode completar o conforto com câmbio Dualogic. Em breve chega a opção do teto solar.


Ford New Fiesta SedanFord New Fiesta: Sua importação do México está por dar lugar à produção brasileira. Este sedã vem agradando a todos desde que chegou pelo poder de sedução que exala o seu desenho, com linhas fortes e imponentes. Ele custa caro, mas pode oferecer até sete airbags e impressiona com itens como o sistema de som multimídia. O motor é o moderno 1.6 16v Sigma, que concilia bom desempenho com consumo baixo. Sua paleta de cores é um capítulo à parte.


Honda CityHonda City: Compartilha a plataforma com o Fit, mas o desenho da atual geração tirou muitos benefícios da inspiração no Civic. E isso ajuda a traduzir o espírito com que ele vem, de oferecer um meio-caminho. O desenho agressivo e imponente vem do sedã, mas a maior altura visa o excelente espaço interno da minivan. Não faltou o ótimo pacote de itens desde o básico, mas só temos o 1.5 16v. Mas as versões de topo ficam tão caras que sai melhor levar o sedã.


JAC J5JAC J5: Vontade por parte da marca nunca vai faltar, mas na realidade é difícil colocar o J5 entre os médios. Porque ele tem tamanho de médio e visual bem-resolvido, mas usar 1.5 16v de 108 cv e apenas com câmbio manual lhe deixa mais à vontade entre os premium. Então, baixar as expectativas lhe faz se sair muito bem, por ser barato, bem-equipado e ter porte mais elegante, em relação a alguns rivais daqui. Desde que o cliente não ligue para nomes de peso.


Nissan Tiida Sedano Nissan Tiida: Sua situação um dia foi a do finado Astra. O Tiida surgiu como médio, mas passou tanto tempo sem mudanças lá fora que quando chegou aqui já foi com custo/benefício de premium, reforçado pela existência do Sentra logo acima. Ou seja, ele troca modernidade e estilo arrebatador para seduzir com um generoso pacote de itens a preço irresistível. Mas mantém as origens no motor 1.8 16v, e as vendas comedidas evitam a banalização da imagem.


Peugeot 207 PassionPeugeot 207 Passion: O Irã já lhe havia enxertado esse desengonçado terceiro volume quando era 206. E mais tarde o Brasil colocou a abaulada dianteira que lhe valeu o nome de 207… É com esse Frankenstein que os franceses sobrevivem até que chegue o 208 sedã. Mas mostraram boa vontade ao renovar a cabine e, se não teve como aproximá-lo dos médios, afastaram-no dos populares ao não oferecer 1.0. Destaque à opção do câmbio automático quando com 1.6 16v.


Renault SymbolRenault Symbol: Ele realmente merecia vender aqui tão bem quanto no país de origem, Turquia. É certo que sua base vem do Clio de 1998, mas o desenho é novo por completo. O que inclui a cabine, que começa a boa impressão com linhas sóbrias em tons claros e termina com a lista de itens de série muito atraente. Oferece o 1.6 em 8v e 16v, mas a versão mais forte agrada pelo visual bem cuidado, abolindo os detalhes em plástico preto. O câmbio automático faz falta.


VW Polo SedanVolkswagen Polo: Pode-se dizer que essa linha inaugurou os premium no Brasil. Depois do fracasso com o Classic argentino, a quarta geração chegou aqui como hatch e sedã e se acomodou um degrau acima do Gol. O bom é que eles encontraram muita gente disposta a pagar um pouco mais pela refinada qualidade de construção que já foi referência. Mas ver chegar a nova geração europeia enquanto o nosso supera os dez anos só com face-lifts é inadmissível.


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Saturday, April 21, 2012

Honda City 2013

Honda CityInspirado na minivan Fit, o sedã premium da marca japonesa traz um leve face-lift para a nova linha. São as mudanças que estrearam na Tailândia há algum tempo, que visam apenas dar um sopro de renovação ao modelo que já vende no país há três anos mas continua apresentando conjunto moderno, digno de enfrentar os concorrentes em pé de igualdade. Se o estilo não revolucionou em nada, as mudanças mais interessantes ficaram em outros aspectos.

Honda CityOlhares mais atentos na dianteira vão identificar as maiores entradas de ar no parachoque do City, que dão um ar esportivo enquanto o requinte se faz com a vistosa grade ganhar acabamento cromado. As laterais trocaram de rodas, enquanto a traseira trocou de parachoque de lanternas – estas mantêm o formato mas trazem nova disposição de luzes. São duas faixas brancas que ajudam a reforçar a impressão de mudanças. Na cabine temos novo quadro de instrumentos, que abandonou a iluminação laranja em favor da cor azul.

Na parte mecânica se conserva o 1.5 16v de 116 cv, mas assim como no Fit o tanque aumentou para 47 litros. As maiores mudanças se encontram na gama de versões: começam pela DX vindo apenas com câmbio manual por R$ 53.620 e pela saída da LXL. A LX traz de série freios ABS com EBD, novas rodas de 15” e sensor de estacionamento por R$ 58.990 (mais R$ 3.200 com automático). Já a de topo EX (R$ 66.855) ganhou de série bancos de couro, novas rodas de 16” e borboletas para troca de marcha quando com câmbio automático – a versão manual agora só se vende sob demanda.

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Friday, July 15, 2011

Honda City 2012

City1A linha básica da Honda nacional é um tanto estranha. Já começa com o detalhe de que só é formada por um sedã e sua minivan, o Fit, em vez da tradicional família de hatchback, sedã, perua, minivan, picape... Os dois modelos são muito bons como produto, porque têm motores eficientes e um excelente aproveitamento de espaço interno , mas pecam por apresentar tamanho e requinte da categoria premium com preços dignos de modelos médios.

É o caso do City, que chega à linha 2012 sem mudanças. Continua com as versões DX, LX, EX e EXL, em que as três básicas podem vir com câmbio manual ou automático de cinco marchas, e a última somente com automático. E se a básica DX vem com preço aceitável, começando em R$ 53.620, investir R$ 72.625 na EXL soa como loucura… Ainda mais porque a própria casa tem o Civic começando em menos de R$ 70 mil.

Todo City traz duplo airbag, ar-condicionado e trio elétrico de série. Mas as mais básicas DX e LX trazem freios traseiros a tambor, enquanto EX e EXL usam discos nas quatro rodas, mais os sistemas ABS e EBD. O modelo tem sete opções de cor e seu único motor é o conhecido 1.5 16v flex de 115 cv.

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Friday, July 24, 2009

Honda City

Honda City

Terceiro veículo da marca produzido no Brasil, o City tenta se distanciar de Civic e Fit (ainda que seu próprio nome derive dos destes dois), e com preços iniciais entre 56.210 e 71.095 reais, se encaixa entre os sedãs premium, podendo roubar vendas de Fiat Siena, Peugeot 207 Passion e VW Polo Sedan.

Seu design logo desfaz quaisquer impressões de que ele é apenas um Fit 50 cm mais comprido. Sua mistura de elementos do Civic com a altura trazida da minivan o tornam único. Por dentro ele é mais sóbrio, mas ainda assim traz cabine com boa ergonomia, e um ótimo pacote de equipamentos, vindo com ar-condicionado, direção hidráulica, airbag duplo e cd player com mp3 desde o pacote básico, LX.

Seguindo a política das montadoras orientais, as versões mais completas adicionam praticamente apenas itens de luxo, ao pacote "essencial" das básicas: EX e EXL trazem freios ABS, faróis de neblina e rodas de 16 polegadas, entre outros.

Os Honda City só podem vir equipados com o motor 1.5 16v flex, de 115/116 cv (gasolina/álcool) e vêm com câmbio manual de cinco marchas, mas podem ter automático com trocas sequenciais, que nas versões mais completas pode ter as trocas feitas por borboletas atrás do volante.

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