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Monday, September 10, 2012

SRT Viper

Click here to see the high-res versionThe sports cars fans now have new material from which to make posters. Chrysler has released new official pictures of the new generation of one of its most charismatic products. As you must’ve already seen many times, Viper will now be sold by the SRT division, but today received its price list. As always, some fans will disapprove it while others will start to write checks or raise their lottery expenses in order to park one at their garage as soon as possible. This car has already made its way as one of the modern classics.

Considering the aspects which made this car so famous, it’s easy to understand why there are many people criticizing the concept of its new generation. On the other hand, these people also have to remember that we’re at different times. Viper was known specially by its style. Its first appearance was made at 1989 as a Dodge concept-car, but taking attention for the fact that it was almost ready to be sold as a street car while anyone could think it would need a lot of changes to adapt itself. There already were the strong lines that remind of muscles, along with lights, doors and other items smoothly added to the external surface in order to maintain it’s overall organic shape. But its character was defined by a certain rusticity: the very first production Viper simply didn’t bring external door handles or even roof, being sold as a “permanent” roadster. But one very special part of this design was the enormous hood, which hides another huge feature of this car: its V10 engine was originally produced for Chrysler trucks, but became adapted to Viper and after that turned into its trademark specially due to the symbolism: offering this massive power without any kind of control systems gave it a combination of factors never achieved by any of its competitors.

SRT Viper 1However, there were some changes already at its second generation. It received a Coupe version and the roadster finally received a removable roof. The third one received a little face-lift and the fourth one came with improvements at the engine, but the time was changing. These times saw the 2008 economic crisis and lots of car companies getting closed or dangerously near that, including Chrysler, so Viper saw the biggest change at its history ever: after buying the Chrysler Group, Fiat ended Viper production two years later, but not forever. Basically, they just waited to return to financial stability and started to produce this new generation, whose first debut was made some months ago. The biggest gain was made with the decision of an entire reproject. Obviously they wouldn’t change it too much, but now Viper joins the same visual style as always with a way better technical part. If the external style can be considered as only an improvement of the original one, the interior became much more modern and comfortable, with state-of-the-art technologies in favor of safety, comfort and even some luxury – one of the nicest inside details is the entire-LCD high-definition dashboard. As the pictures show, now it’s possible to change several driving adjustments through it and even adjust the graphic part, which includes a big picture of the snake who characterizes this car.

SRT Viper 2The latest announcements of Chrysler have also brought some prices, from the US market: the initial version will cost US$ 99.390, while the GTS can be yours for US$ 122.390, making Viper a slightly cheaper car than one of its biggest competitors, Chevrolet Corvette. Both versions come with the V10 8.4 of 600 hp, always using manual transmission and rear traction… But this leads precisely to one of the discussion points among the fans. The new Viper has all of the modern safety systems, such as traction and stability controls, while none of the previous generations had ever dreamt of using. Some complain that with those changes Viper loses the rough driving which has always made it so different of the other super sports cars, even giving it the “men’s car” stereotype. But now it’s worth to repeat that sentence about the “different times”: there are increasingly strict safety rules, whose applications can only get much more intense for a car this fast. Viper is still a very-skilled-driver car, but became much more safer to everyone. It wouldn’t be worth to keep selling a car whose use would attract more and more complaints and even involvements in accidents because of the own car’s behavior. So the Fiat-Chrysler group decided to adapt the legend to the new days, and allow it to fascinate everyone for many more years.

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Monday, August 13, 2012

Audi R8 GT Spyder

Clique aqui para ver em alta resoluçãoEsportivos são a categoria mais emocional entre todos os carros. Desde a associação às competições à simples ideia de maior força, eles podem não ser o segmento que mais vende, mas com certeza estão entre os que mais atraem. É uma febre que vai desde os modelos de rua com simples acessórios estéticos, passa pelas versões com parte técnica exclusiva e vão até os superesportivos. Neste artigo você verá por que este pomposo nome combina tão bem com o mais novo modelo da Audi a chegar ao país.

Superesportivos se podem definir como o meio-caminho entre os carros de rua e os de corrida. Eles são homologados para trafegar nas cidades, mas eles não hesitam em passar a sensação de que seu real desejo é devorar as pistas. Seja pelo desenho opulento e aerodinâmico, pelos bancos esportivos em geral apenas para dois ou pelo trem-de-força de alto desempenho, seu preço é muito alto porque eles não só carregam o melhor da engenharia de suas marcas como têm todo um apelo de imagem. Os fabricantes como Ferrari e Porsche apenas reforçam a tradição com esses carros, enquanto marcas de outros segmentos lhes aproveitam para associar esse valor especial a seu portfólio. Não há dúvidas que a Audi é o segundo caso, mas os R8 que aqui aparecem são ainda mais distintos. A série GT chegou antes do recente face-lift do modelo, mas terá tiragem limitada a 333 unidades. O cupê chegou ao país em três unidades no ano passado, e se venderam muito rápido. Já o Spyder vem agora em duas, que estarão expostas em São Paulo nesta semana.

Audi R8 GTÉ interessante de ver como a Audi conseguiu aliar seus próprios elementos de estilo a outros que vêm caracterizando esportivos de alto nível há anos. A dianteira resolveu a necessidade de grande entrada de ar criando três elementos negros, os dois laterais englobando os farois com detalhes em LED. Esse desenho encontra uma agradável resposta com a traseira, conferindo ao carro uma aparência agressiva e muito imponente. Porém, as laterais divergem mais: o cupê tem uma grande tomada de ar em cor contrastante, enquanto o Spyder tem várias saídas de ar no capô atrás da cabine, para reforçar que ali é onde entra o motor. Este, aliás, é uma versão melhorada do 5.2 V10 que já se vendia no país: seus 560 cv chegam às 8.000 rpm e o torque de 55,7 kgfm às 6.500 rpm, números suficientes para que ele faça 0 a 100 km/h em 3s8 e chegue à velocidade máxima de 317 km/h. Temos câmbio de dupla embreagem e tração integral quattro, mas é claro que essa exclusividade cobra seu preço: o Spyder sai por R$ 1.200.000.

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Wednesday, June 27, 2012

Lexus LFA

Lexus LFAQualquer aficionado por superesportivos vê o nome deste carro e já lembra do recente anúncio de que as 500 unidades de sua tiragem estão prestes a esgotar. Sendo assim, quão surpreendente é a notícia de que uma delas será destinada ao Brasil? A marca já está decidindo a venda entre um pequeno grupo de interessados, mas qualquer pessoa pode contemplar uma unidade exposta na primeira revenda exclusiva da marca no Brasil, em São Paulo. E você poderá saber o que esse carro tem de tão especial lendo este artigo.

Suas diferenças já começam pelo fato de ele ser o primeiro modelo de alto desempenho fabricado pela Lexus, divisão da Toyota que até então focava nos mercados orientais, e apenas no setor de alto luxo. Esses genes tão diferentes lhe trazem uma combinação irresistível a começar pelo design. Afinal, sua dianteira causa impacto com as entradas de ar destacadas em conjunto com os farois pequenos e uma grade dianteira de perfil bem baixo e disfarçada pelo avantajado capô, que por sua vez chama atenção por sua largura não alcançar os paralamas. As laterais conseguiram linha de cintura elevada que lhe dá um ar elegante e moderno, mas ao mesmo tempo valorizando as belíssimas rodas de cinco raios duplos – quem rouba a cena nesta seção são as entradas de ar atrás das portas, com formato de onda que avança sobre as janelas traseiras. Já a traseira conta com lanternas estreitas mas posicionadas logo acima de duas vistosas saídas de ar pretas, que ladeiam a placa e ficam acima dos três canos de escape dispostos em triângulo. O aerofólio não é grande a ponto de ficar exagerado, e só emerge da carroceria em velocidades mais altas.

Lexus LFAO padrão da Lexus domina a cabine de dois lugares, que abusa do luxo e da tecnologia em qualquer parte que se olhe, caso do seu console central mais alto do que o comum e do volante em duas cores com base achatada que oculta o quadro de instrumentos com os demais instrumentos rodeando o conta-giros, todos em iluminação branca. O LFA tem produção mensal de apenas vinte unidades em forma artesanal, o que permite que cada unidade seja encomendada seguindo os exatos pedidos do comprador quanto a cores e padrões de materiais. Com isso, o comprador brasileiro também terá direito a viajar à fábrica do modelo, na cidade japonesa de Motomachi, e acompanhar sua produção enquanto configura os mínimos detalhes que desejar. Ou seja, o carro exposto na revenda paulista só veio ao país a passeio, porque a unidade dedicada ao Brasil ainda não foi produzida; aliás, terá previsão de entrega para o início do ano que vem. Como se não bastasse o caráter de exclusividade do cupê, outro fator que faz a Lexus planejar bem para quem irá vendê-lo é que o carro está avaliado em R$ 2,9 milhões.

Dirigindo-se à parte que mais interessa num superesportivo, sob o estreito capô se esconde um 4.8 V10 aspirado, que honra a escola japonesa pela altíssima tecnologia embarcada, mas também por trabalhar a regimes de rotação bem elevados, chegando às 9.000 rpm. Tanta força se traduz na potência do 560 cv a 8.700 rpm e no torque igualmente cavalar de 48,9 kgfm, este a 7.800 rpm. Isso se comanda com o seu câmbio automático sequencial de seis marchas para que o bólido chegue às marcas de aceleração de 0 a 100 km/h em 3s6 e velocidade máxima de 325 km/h. Parte do mérito dessas marcas vem da carroceria construída inteiramente em fibra de carbono, mas o resumo desta ópera é que elas são suficientes para colocar a Lexus entre as melhores fabricantes de superesportivos da atualidade.

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Wednesday, May 30, 2012

AmoritzGT DoniRosset

AmoritzGT DoniRossetEsportivos são a categoria mais emocional que existe no mundo dos carros. Suas diferenças em relação aos urbanos lhes dão todo o valor que eles têm para os entusiastas porque não só são incontáveis como procuram se aproximar da perfeição de sonho que tanto cultuam. Por outro lado, ter um carro feito no próprio país é sempre um orgulho por diversos motivos. O que dizer, então, ao saber que será lançado um superesportivo projetado e fabricado no Brasil?

William Denis Rosset é o nome ao qual se deve agradecer por este marco na indústria automotiva brasileira dos últimos tempos. Afinal, já tivemos dezenas e dezenas de modelos idealizados aqui, em especial na década de 1980, mas eram os chamados fora-de-série, ou no máximo as lendárias iniciativas da empresa de um certo João Gurgel. Aqui o desenho foi assinado por Fernando Morita para atender ao desejo de William em presentear seu pai, o igualmente fanático por carros Doniro Rosset – dele vem o nome do carro. A unidade das fotos é a única produzida até agora, e irá para Doniro, mas o interessante é que este presente de pai para filho passará a agradar a mais gente.

AmoritzGT DoniRossetDepois que esta unidade ficou pronta, decidiu-se retirar os moldes das peças e se iniciar uma linha de produção para o cupê. A ideia é de a fábrica se situar no Sul do país para fazer da produção todo um evento turístico, e dar ainda mais exclusividade às belas linhas que o carro ostenta: pode haver um detalhe aqui e outro ali que lembrem os modelos europeus, mas o fato é que seu desenho é único. Esbanja originalidade com detalhes como a faixa de luz que destaca a dianteira e combina com as lanternas, usa elementos clássicos de esportividade como o motor central exposto pela tampa atrás da cabine em vidro, e finaliza com o toque especial de levar a assinatura dos idealizadores nos paralamas traseiros.

O motor é o 8.4 V10 que eternizou o americano Dodge Viper, mas nem ele resistiu à habilidade do jeitinho brasileiro: foi retrabalhado para render nada menos que 1.007 cv, e ainda por cima usando nosso etanol – é mais potente que treze VW Gol juntos… As expectativas são de vender algumas unidades também para o exterior, mas no Brasil o preço deve ficar em R$ 2 milhões, média dos carros desse naipe. O único porém é que até agora a empresa tem intenção de produzir apenas 50 unidades do DoniRosset. Resta torcer para que ele venda bem a ponto de motivá-los a continuar a produção, pelo menos no ritmo das marcas como Ferrari e Lamborghini.

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